<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464</id><updated>2012-02-08T23:42:10.484-02:00</updated><category term='América do Norte'/><category term='germanos'/><category term='Egito'/><category term='Iroqueses'/><category term='Assírios'/><category term='China'/><category term='Índia'/><category term='Caldeus'/><category term='Sumérios'/><category term='Sioux'/><category term='Palestina'/><category term='Esquimós'/><category term='Hebreus'/><category term='Frígios'/><category term='Explicativas'/><category term='Itália Romana'/><category term='Israel'/><category term='Fenícia'/><category term='Incas'/><category term='Japão'/><category term='Babilônicos'/><category term='Ioruba'/><category term='celtas'/><category term='Grécia'/><category term='Africa'/><category term='persas'/><category term='Roma'/><category term='Ásia Ocidental'/><category term='Hititas'/><category term='Aztecas'/><title type='text'>Mitologias e Religiões Antigas</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>214</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-5560682979538841032</id><published>2011-07-14T17:50:00.001-03:00</published><updated>2011-07-15T10:21:20.948-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Incas'/><title type='text'>Ollantay e Coyllur</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O chefe Ollantay, o valente guerreiro e Titã dos Andes, era o herói legendário de Tauantinsuyo, o chefe militar apaixonado por uma bela princesa, a inalcançável Coyllur, filha do Inca Tupac Yupanqui. A princesa Coyllur (Estrela) também se tinha apaixonado pelo valor e pela beleza de Ollantay, mas sabia que este amor era um romance proibido pela estrita lei do Inca, dado que nunca uma donzela de sangue real, uma filha do Inca, e um Andi, um homem do povo, podiam chegar a celebrar um casamento tão desigual, visto que tal ato seria considerado sacrilégio pelo Uilac-Huma, o sumo sacerdote, e lhes acarretaria o castigo máximo. De maneira que Coyllur foi incluida no templo das Aclla, em Mamacunas, enquanto o ofendido general Ollantay levantou-se em rebeldia contra a crueldade do poder político e religioso e deu início a uma luta épica e desigual, enfrentando o herói o próprio Inca e conseguindo reunir todas as virtudes totêmicas sob a sua espada. Assim Ollantay se move com a elasticidade da serpente, atua com a astúcia do raposo, chega até onde só o faz o condor, é tão corajoso como o jaguar e tão duro como as montanhas dos Andes. O guerreiro e a princesa vêem-se recompensados com o nascimento de um filho, de Ima Sumac, o muito belo, e já termina o drama de amores para dar início ao final feliz do triunfo dos humanos sobre o poder incontestável dos incas. Com a luta do pai Ollantay e a entrega apaixonada pela princesa Coyllur, o povo que vive afastado do mundo fechado do Inca, pode aspirar a ser parte da história da qual só foi súdito e cúmplice, mas já não restava muito tempo para que se pudesse transmitir o tesouro da cultura inca do palácio às ruas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Qhs7bxRk6_0/Th9WkVtxxQI/AAAAAAAAA-M/67IONOgflxA/s1600/ollantay.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400px" m$="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-Qhs7bxRk6_0/Th9WkVtxxQI/AAAAAAAAA-M/67IONOgflxA/s400/ollantay.jpg" width="310px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(Ollantay)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-5560682979538841032?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/5560682979538841032/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=5560682979538841032&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/5560682979538841032'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/5560682979538841032'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2011/07/ollantay-e-coyllur.html' title='Ollantay e Coyllur'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-Qhs7bxRk6_0/Th9WkVtxxQI/AAAAAAAAA-M/67IONOgflxA/s72-c/ollantay.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-9130153192877277148</id><published>2011-07-14T17:49:00.001-03:00</published><updated>2011-07-15T10:21:39.622-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Incas'/><title type='text'>O povo Chimú</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando o Inca Pachacutec conquistou o território da confederação de Chimú, a meados do século XV, pouco antes da chegada dos espanhóis à América, terminou por assimilar as suas crenças, assim como os seus domínios. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-BCe3eYPMhQ8/Th9WDkL6oeI/AAAAAAAAA-I/i2BCIMj29B8/s1600/pachacutec%252520m.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240px" m$="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-BCe3eYPMhQ8/Th9WDkL6oeI/AAAAAAAAA-I/i2BCIMj29B8/s320/pachacutec%252520m.jpg" width="320px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;(Pachacutec)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Inca estendeu o seu poder a este senhorio situado das terras dos Moche a Paramonga no sul, ao longo da costa do Peru, império governado pela grande cidade de Chan-Chan. Chimú tinha o deus Kom como seu mediador entre a terra e o céu, onde reinava o deus Sol, Chatay, ajudado pela Lua, Quillapa Huillac, que muitos consideravam mais poderosa do que o Sol, dado que podia reinar na noite e no dia era até capaz de cobrir o Sol e fazê-lo desaparecer do céu nos eclipses. Ao redor destes deuses maiores estavam os deuses celestiais, como os do relâmpago e o trovão, a estrela da manhã (Achachi Ururi) e a estrela da tarde (Apadri Ururi), o demônio que vive na estrela central da constelação de Órion, precisamente a que marca o cinto do caçador e que está acompanhada por outras duas estrelas (Patas), que são as enviadas pela deusa Lua para vigiá-lo de perto no seu deserto e evitar, com o seu perpétuo presidir celestial, que continue fazendo o mal. Também os chimú tinham no seu panteão divindades zoomórficas, como os habituais felinos machados que aparecem na maior parte das culturas absorvidas pelos incas. Para os chimú, o céu era simplesmente uma extensão da terra, e a vida que esperava após a morte era somente a prolongação da primeira terrena. A sua prática religiosa, que começou a ser tão pacífica como tranqüila, se foi movendo no mesmo sentido de sacrifício que as da envolvente, para terminar sendo sanguinária e cruenta, metida numa complicada trama aristocratizante de castas sacerdotais, militares, comerciantes e camponeses, ao estilo da inca, que se movia num fetichismo mágico, num mito cerimonial escuro e arcano, dirigido pela casta sacerdotal para seu benefício político.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-9130153192877277148?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/9130153192877277148/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=9130153192877277148&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/9130153192877277148'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/9130153192877277148'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2011/07/o-povo-chimu.html' title='O povo Chimú'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-BCe3eYPMhQ8/Th9WDkL6oeI/AAAAAAAAA-I/i2BCIMj29B8/s72-c/pachacutec%252520m.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-1522220489562355680</id><published>2011-07-14T17:46:00.003-03:00</published><updated>2011-07-15T10:21:55.929-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Incas'/><title type='text'>Os Mochica</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif';"&gt;Pouco nos resta dos mitos em que os Mochica ou Moche baseavam a sua religião, pouco resta dessa cultura moche que viveu na zona nortenha da costa do Peru. Mas ficam ainda em pé as suas monumentais pirâmides de adobe de Vicus, embora o tempo corroesse implacavelmente a sua fraca estrutura, tanto que foi fazendo com que se perdesse a sua riqueza coletiva e o seu legado legendário. Devia ter sido um povo costeiro que, como sucessor de muitas culturas e muito diversas, foi agrupando os diversos retalhos mitológicos até formar um grupo de divindades heterogêneas, até criar um conjunto panteístico peculiar ao cuidado da classe sacerdotal e com o jaguar à cabeça das diversas divindades locais, quase todas totêmicas, como o demônio-caranguejo ou o demônio-serpente; os seus animais locais, presididos pelo martim pescador e as curiosas cerâmicas sexuais nas quais se supõe que se quer dar uma lição de moral, unindo a figura do prazer à da morte. Os seus dois grandes templos, a Huaca do Sol e a Huaca da Lua, são duas obras impressionantes e sem igual. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-1522220489562355680?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/1522220489562355680/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=1522220489562355680&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/1522220489562355680'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/1522220489562355680'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2011/07/os-mochica.html' title='Os Mochica'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-7555432968952788662</id><published>2011-07-14T17:44:00.002-03:00</published><updated>2011-07-15T10:22:12.094-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Incas'/><title type='text'>Nazca</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No vale de Palpa encontra-se uma gigantesca e quase invisível construção, realizada com pedras de pequeno tamanho, marcando no seu solo uma série de figuras que parece impossível que tenham sido realizadas sem que se pudesse observar e dirigir a sua construção a partir de algum lugar elevado. Esta grande construção, ou melhor, este desenho monumental, pertence à cultura de Nazca, que já os espanhóis conheceram em parte, apesar de terem sido um dos muitos povos absorvidos pela expansão do império inca. A moderna lenda quis ver em Palpa todas as classes de artifícios mágicos e até extraterrestres, mas este vale tinha outra utilidade muito mais precisa e interessante: a observação astronômica. De uma praça central partem 23 retas, na sua maior parte de uns 182 metros de longitude, outras da metade ou quarta parte dessa longitude e outras de 26 metros, o que demonstra que se trata duma construção baseada numa ordem geométrica precisa. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As linhas marcam pontos que guardam relação com o solstício e o equinócio, e deviam ter servido de instrumento de medida para estabelecer o calendário solar. Quanto aos verdadeiros mitos de Nazca, não se sabe demasiado, à parte da existência do felino manchado, talvez personificação de Pachacamac, quando aparece rodeado por serpentes, pelo puma ou gato da água ou dos lagos e pelo gato-demônio; também aparece a figura do reduzido zig-zag, com uma serpente no seu lombo, a do homem-centopéia, a aranha de oito patas e as mais locais (Nazca era uma povoação de pescadores) da baleia, a terrível divindade chamada Boto, uma espécie muito particular de deus de todos os terrores; mas não há que esquecer o deus do Mar, com corpo de peixe, cara coberta de ângulos e um cetro ou uma cabeça cortada na sua mão, e a do Poderoso Senhor do Mar, que costuma representar-se em cenários de peixes e pescadores, mais como a figura de um ser legendário da sua história do que como a de um deus da mitologia nazca.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-BWqBkuGFwKk/Th9VLGfcjnI/AAAAAAAAA-E/T57tS7jec8E/s1600/nazca-spider-nc-latinamericanstudies-350.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="371px" m$="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-BWqBkuGFwKk/Th9VLGfcjnI/AAAAAAAAA-E/T57tS7jec8E/s400/nazca-spider-nc-latinamericanstudies-350.gif" width="400px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-7555432968952788662?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/7555432968952788662/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=7555432968952788662&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/7555432968952788662'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/7555432968952788662'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2011/07/no-vale-de-palpa-encontra-se-uma.html' title='Nazca'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-BWqBkuGFwKk/Th9VLGfcjnI/AAAAAAAAA-E/T57tS7jec8E/s72-c/nazca-spider-nc-latinamericanstudies-350.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-3880519957652912656</id><published>2011-07-14T17:28:00.003-03:00</published><updated>2011-07-15T10:22:39.009-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Incas'/><title type='text'>As Aclas - Virgens do Sol</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para proporcionar o melhor culto possível ao deus Sol, além das suas diversas classes de sacerdotes, os Incas tinham instituído uma importante instituição de virgens dedicadas ao seu serviço, conhecida como Intip Chinán, na qual entravam as meninas escolhidas na sua infância (aos oito anos) para se converterem em acllas após um estrito noviciado que cobria os primeiros anos da sua estadia conventual, sob a direção de uma superiora, Mamo Cuna, educadora, vigilante e examinadora das jovens submetidas à sua tutela. Diga-se que também Mamacunas (as escolhidas) era o nome do templo das Aclla. Mas esta profissão religiosa não era só um chamado ou uma obrigação para acudir forçosamente ao serviço da religião, senão que se tratava de uma educação seletiva e esmerada para as jovens das classes superiores, dado que, uma vez chegada à idade dapuberdade, entre os treze e os quinze anos de idade, passavam a ser "apresentadas em sociedade", para serem as prometidas de senhores da nobreza, dado que o período de serviço no Inti Chinán como aclla era também a garantia da qualidade da sua linhagem e a melhor educação e, evidentemente, a melhor prova exibível publicamente da sua incontestável virgindade, dado que não guardar a obrigada castidade e, sobretudo, ser surpreendida com um homem significava, para a vestal em exercício, a sua inapelável condenação a morte, em uma morte cruelmente exemplar, deixando-a morrer de inanição, para que não fosse a mão do ser humano que matasse as sacerdotisas, senão o abandono. Este castigo, muito similar ao aplicado às vestais romanas consideradas impuras, era também tão duro como todos os que se aplicavam às virgens escolhidas para o serviço dos deuses, em todas as outras latitudes com as vestais infiéis, como uma extensão do máximo castigo que sempre foi aplicado exclusivamente às mulheres infiéis na religião ou na vida matrimonial, sem que nunca se tenha aplicado uma norma como contrapartida similar para os muito menos castos homens de religião, seja qual for a doutrina considerada. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Diga-se também que parece que, se chegasse a produzir uma gravidez de uma das aclas, sempre que não houvesse provas contra a exigida adesão à norma estrita da virgindade requerida, se considerava que tal gravidez tinha sido realizado pela explícita vontade e pessoal ação do deus Sol e, automaticamente, o filho que tivesse a vestal era considerado privilegiado filho do deus solar e, como tal, recebia um tratamento de favor para o resto de seus dias.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-3880519957652912656?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/3880519957652912656/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=3880519957652912656&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/3880519957652912656'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/3880519957652912656'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2011/07/as-aclas-virgens-do-sol.html' title='As Aclas - Virgens do Sol'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-8537381927089534557</id><published>2011-07-14T17:23:00.003-03:00</published><updated>2011-07-15T10:23:05.255-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Incas'/><title type='text'>O culto divino</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se grandiosa foi a aparição do primeiro Inca e a primeira Coya, grandioso foi também o seu culto. Eles eram adorados na multidão de templos solares de todos os cantos do Império, num lugar do santoral muito próximo do grande deus Sol. De todas as localizações religiosas dedicados a este grande deus inca, quer se tratasse de templos, oratórios, pirâmides ou lugares sagrados naturais, o que os precedia, por rango e pela sua grandeza, era o grande santuário de Inti-Huasi de Cuzco, rico templo chamado também Coricancha, ou sala de ouro, dado que as suas paredes estavam recobertas por lâminas desse metal, para maior glória do Inca e dos deuses de quem ele descendia. A imagem central do Coricancha era o grande disco solar, a imagem ortodoxa e ritual do deus do Sol, e ao seu redor estavam as outras capelas das divindades menores do céu. Após Coricancha, pelo seu esplendor e importância se situa o templo dedicado pelos chinchas a Pachacamac em Lurin, perto de Lima. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deve apontar-se que a cultura Chincha tinha em Chincha Camac o seu ser Supremo, dado que, embora adorassem o deus Pachacamac (mais por temor do que por respeito ou amor), e a ele dedicavam templos e huacas como uma ação de agradecimento pelo seu trabalho criador e oferendas feitas por elas ou selecionadas entre os seus frutos, por ser o salvador dos seus antepassados que livrou da fome inicial, também estavam cientes de que este poderoso e temível deus, pela sua especial personalidade, não podia ser aquele a quem eles acudissem à procura de soluções às suas diferenças e pesares. No grande templo de Lurin, santuário para a adoração do deus sem pele nem ossos, como era descrito Pachacamac pelos seus fiéis, os incas - após assimilar este deus e o seu culto ao do Sol - realizaram obras de embelezamento, até fazê-lo quase tão belo como Coricancha, cobrindo também de ouro e prata a capela central, a do deus Pachacamac, à maneira do anteriormente feito com a totalidade do grande templo solar de Cuzco. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-8537381927089534557?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/8537381927089534557/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=8537381927089534557&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/8537381927089534557'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/8537381927089534557'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2011/07/o-culto-divino.html' title='O culto divino'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-8033864442083514067</id><published>2011-07-14T17:21:00.001-03:00</published><updated>2011-07-15T10:23:22.973-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Incas'/><title type='text'>Pachacamac</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Neste novo relato sobre a origem do império inca, se conta que Manco Capac está com os seus três irmãos, todos eles filhos do Sol: Pachacamac, uma divindade ancestral que foi incorporado posteriormente ao culto oficial inca, e que era adorado desde tempos antigos pelos povos da margem, Uira Cocha, e outro deus sem nome. O primeiro desses irmãos é, precisamente, Pachacamac, que ao sair ao nosso mundo subiu ao cimo mais alto, para lançar as quatro pedras aos quatro pontos cardeais, tomando, pois, posse de tudo o que a sua vista abarcava e as suas pedras alcançavam. Atrás dele surgiu outro irmão, que também ascendeu ao cimo por ordem do quarto e menor, do astuto e ambicioso Manco Capac, que aproveitou a sua confiança para o lançar ao vácuo e fazer-se com o poder, após ter anteriormente aprisionado Pachacamac numa caverna e visto como o terceiro, o bom Uira Cocha, preferia deixá-lo sozinho, abandonando os seus terríveis irmãos e odiando as suas manipulações por conseguir egoistamente o poder. Mas há outros relatos em que, precisamente, é o antigo deus Pachacamac a fazer de protagonista no cuidado dos humanos, como aquele que colheu o frade agostinho Calancha nos princípios do século XVII, no qual se narra a seguinte lenda: quando começou o mundo, não havia comida para o homem e a mulher que Pachacamac tinha criado; quando o homem morreu de fome, a mulher, que tinha ficado sozinha, saiu um dia desesperada para procurar as raízes das ervas que a pudessem manter com vida; chorava e gemia, queixando-se ao Sol de que a tinham feito nascer dia para depois deixá-la morrer de pobreza, consumida pelo fome. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-8Z3JtHRi0qM/Th9Pv4NPXwI/AAAAAAAAA98/YPuc_5vJzBg/s1600/pachacamac0003.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320px" m$="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-8Z3JtHRi0qM/Th9Pv4NPXwI/AAAAAAAAA98/YPuc_5vJzBg/s320/pachacamac0003.jpg" width="240px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Sozinha vivo no mundo, pobre e aflita, sem filhos que me sigam; Tu, Sol, nos criaste, porque é que nos consumes? Como é que é possível que se Tu és quem nos dá a luz, te apresentas tão malvado e mesquinho que me negas o sustento?"&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;PACHACAMAC E O DEUS SOL&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Sol, movido pela compaixão, desceu à terra, pondo-se junto dela, consolou-a e perguntou a causa do seu pesar, fazendo como se nem sequer soubesse nada das suas boas razões para lamentar-se. Ela lhe contou então como tinha sido a sua pobre vida, a sua ansiedade e a sua pena; o Sol, cheio de dor, disse-lhe que arrancasse as raízes e, enquanto ela o fazia, ele furou-a com os seus raios e engendrou no seu ventre um filho. Nada mais fez o deus Sol, que pareceu contentar-se com aquela conversa com a única sobrevivente dos humanos; mas não foi assim, pois quatro dias mais tarde, para seu grande regozijo, a mulher pariu um maravilhoso homem, no qual se podia ver a sua divina origem; a boa mulher era feliz, completamente segura de que as suas penas tinham acabado e que o alimento já seria abundante. Mas não contava com a reação do seu criador, o insensível deus Pachacamac, que estava indignado porque era agora o Sol o que estava recebendo a adoração que só era devida a ele e porque tinha nascido um filho contra a sua vontade; tomou a semi-divina criatura nas suas mãos, sem ouvir os gritos angustiados da sua mãe, pedindo ajuda ao Sol, dado que o deus Sol era não só o pai daquele menino, mas o do mesmo Pachacamac; e se tomou esse menino, foi para acabar com ele, para matá-lo, trucidando depois o cadáver do inocente irmão em fragmentos minúsculos. Mas Pachacamac, para que não se pudesse contrapor a bondade do seu pai o Sol perante a sua, plantou os dentes do menino assassinado e nasceu o milho, cujos grãos parecem dentes; e plantou os ossos e as costelas do menino e nasceu a yuca, cuja raiz é comprida e branca como os ossos; e criou também os outros frutos desta terra que são raízes. Da pele da criatura saiu o pacay, o pepino e outros frutos e árvores, e assim ninguém conheceu a fome nem o lamento pela necessidade e deviam a sua subsistência e abundância ao deus Pachacamac; e a sua sorte continuou sendo tão boa que a terra continuou sendo fértil e os descendentes dos Yungas nunca conheceram os extremos da fome.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-8033864442083514067?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/8033864442083514067/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=8033864442083514067&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/8033864442083514067'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/8033864442083514067'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2011/07/pachacamac.html' title='Pachacamac'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-8Z3JtHRi0qM/Th9Pv4NPXwI/AAAAAAAAA98/YPuc_5vJzBg/s72-c/pachacamac0003.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-2640785034171097368</id><published>2011-07-14T17:19:00.001-03:00</published><updated>2011-07-15T10:23:43.247-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Incas'/><title type='text'>Outros percussores</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif';"&gt;Entre os grandes mitos está o de Manco Capac e a sua irmã /esposa Mama Ocllo, formando outra grande lenda sobre os precursores do império inca. Manco Capac e Mama Odeia são -neste mito- o primeiro casal de povoadores sagrados da terra, os primeiros incas que se estabelecem nela. Diz a lenda que surgiram ao mundo de cá pela pacarina privilegiada do lago Titicaca, em cuja ilha foram postos pela mão de Uira Cocha, de acordo com o que lhe tinha ordenado o seu pai, o deus do Sol. Os dois irmãos uniram-se em casamento, abrindo deste modo o ritual dos casamentos do Inca com a sua irmã Coya; Manco Capac se dedicou a fecundar a terra com um bastão de ouro que Uira Cocha lhe tinha dado e fazendo crescer as novas plantas, ia criando benefícios para a raça dos pobres mortais, para quem também ia dando forma aos rios e arroios, fazia brotar árvores e pastos e construía ricos quartos onde pudessem viver com decência: entretanto, Mama Oclla se dedicava a fazer a sua grande tarefa, dado que era ela quem ia ensinando às mulheres as artes e indústrias que lhes permitiram tirar todo o proveito possível às riquezas que o seu irmão produzia; assim, fazendo prodígios, o real casal chegou até um lugar onde, com o seu mágico bastão de ouro, apontou o centro do império, a futura cidade de Cuzco (Cosco, o centro). Mas há diferentes versões da chegada ao mundo de Manco Capac: uma delas, onde se mistura o relato de Manco Capac e Mama Oclla com o dos irmãos Ayar, faz com que Manco Capac apareça junto de outros três seres bem diferentes; já não são eles, os dois irmãos, os que vão estar em solitário à frente da criação do Império do Inca. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-2640785034171097368?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/2640785034171097368/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=2640785034171097368&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/2640785034171097368'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/2640785034171097368'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2011/07/outros-percussores.html' title='Outros percussores'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-639889733838537900</id><published>2011-07-14T17:17:00.003-03:00</published><updated>2011-07-15T10:24:10.691-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Incas'/><title type='text'>A rebelião humana</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif';"&gt;Como em quase todos os mitos mais elaborados da criação do homem, o não reconhecimento é o único pagamento à bondade infinita que recebe o bom deus das suas criaturas. O Universo criado por Uira Cocha não podia ser menos, e não atende a sua chamada nenhum dos recém-nascidos. O deus encontra-se sozinho e entristecido no sítio Cacha, com a triste realidade da desobediência dos seus filhos. A evidência é irrefutável e a fórmula obrigatória para dar a entender quem manda sobre o mundo tem que vir em forma duma devastadora chuva de fogo, uma ação de castigo e de purificação, que serve tanto para recordar o poder do Ser Supremo como para levar os soberbos humanos ao bom caminho. A chuva de fogo que sai das entranhas da terra através dos vulcões de Cacha faz alastrar oportunamente o temor entre os estúpidos humanos, evitando-lhes de assim que se tornem merecedores de mais e maiores castigos à sua cegueira, pois os homens, ao ver que a sua insensata e torpe conduta os levou à destruição do seu maravilhoso ambiente, viram que podiam ter perdido com ela a recém-criada vida vegetal e animal, pondo mesmo em perigo a sua própria e recente existência, e agora estão totalmente arrependidos das suas faltas para com o benfeitor deus Uira Cocha e rezam para pedir-lhe clemência, implorando-lhe também o seu perdão sem altivez, com sentida humildade. O bom deus fica contente ao comprovar que se conseguiu aquele desejado regresso ao bom caminho das suas criaturas, e termina por dar-lhes a sua muito especial lição de modéstia, dado que puderam ver como o que receberam gratuitamente também pode perder-se pela simples vontade do deus criador. Já com os humanos agrupados ao seu redor, se dirige para um lugar que se chamará Cosco (o centro, a posterior Cuzco), onde estabelece o Inca Uira Cocha o seu primeiro reinado, mas dando a um ser humano, a um dos arrependidos homens, o comando da primeira cidade e o centro do primeiro império que existe sobre o planeta, e este primeiro chefe, o primeiro Inca diretamente designado pela divindade, é o legendário Allca Huisa, que será do mesmo modo o gerador da longa e poderosa estirpe dos Incas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-639889733838537900?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/639889733838537900/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=639889733838537900&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/639889733838537900'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/639889733838537900'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2011/07/rebeliao-humana.html' title='A rebelião humana'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-5154093874304127689</id><published>2011-07-14T17:16:00.001-03:00</published><updated>2011-07-15T10:24:27.965-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Incas'/><title type='text'>A criação por Uira Cocha</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na nova lenda da criação do mundo por Uira Cocha, posterior ao primeiro mito da criação do Universo para os incas e ao qual substitui definitivamente, se dá ao deus todo-poderoso a faculdade de dirigir a construção de tudo o visível e invisível. Uira Cocha começa a sua obra nas margens do lago Titicaca, em Tiahuanaco, alçando na pedra as figuras dos dois primeiros seres humanos, dos primeiros homens e mulheres que vão ser os cimentos do seu trabalho. Uira Cocha vai situando estas estátuas e, à medida que lhes dá nome, se animam e tomam vida na escuridão do mundo primogênito, porque o deus ainda não se ocupou de dar luz à terra, unicamente iluminada pelo resplendor do Titi, um animal selvagem e ardente que vive no cima do mundo, seguramente o jaguar que se mistura com outros animais nas representações totêmicas dos incas e das culturas anteriores. Este mundo daqui ainda está em trevas porque Uira Cocha adia todo o seu labor de criação de um mundo completo, ao nascimento dos seres humanos que vão desfrutar dele. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-RZ3ibNVTxbE/Th9OYJQJicI/AAAAAAAAA94/TOCttEXuoLc/s1600/tiahuanaco-tours.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320px" m$="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-RZ3ibNVTxbE/Th9OYJQJicI/AAAAAAAAA94/TOCttEXuoLc/s400/tiahuanaco-tours.jpg" width="400px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;(Tiahuanaco)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;Satisfeito com os humanos, o deus prosseguiu o seu projeto, agora pondo no seu lugar o Sol, a Lua, as estrelas infinitas, até cobrir toda a abóbada celestial com a sua corte. Depois, Uira Cocha deixa atrás Tihuanaco e dirige-se para o norte, a caminho de Cacha, para, de lá, chamar ao seu lado as criaturas que ele acaba de dotar com vida própria. Ao partir de Tihuanaco, Uira Cocha tinha delegado as tarefas secundárias da criação nos seus dois ajudantes, Toca pu Uira Cocha e Imaymana Uira Cocha, que empreendem imediatamente as rotas do Este e do Oeste dos Andes, para -à sua passagem por tão longos caminhos - dar vida e nome a todas as plantas e a todos os animais que vão fazer aparecer sobre a face da terra, numa bela missão auxiliar e complementar da realizada antes pelo seu deus e senhor Uira Cocha, missão que terminam junto da margem do mar, para depois se perderem regiamente nas suas águas, uma vez cumprida a tarefa ordenada pelo deus criador principal do Universo dos incas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-5154093874304127689?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/5154093874304127689/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=5154093874304127689&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/5154093874304127689'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/5154093874304127689'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2011/07/criacao-por-uira-cocha.html' title='A criação por Uira Cocha'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-RZ3ibNVTxbE/Th9OYJQJicI/AAAAAAAAA94/TOCttEXuoLc/s72-c/tiahuanaco-tours.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-822262297289703673</id><published>2011-07-14T17:13:00.001-03:00</published><updated>2011-07-15T10:24:50.463-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Incas'/><title type='text'>O deus do Sol</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-lUEF1uI4ApY/Th9N2mW6zJI/AAAAAAAAA90/i6W6QuQ3mPE/s1600/Incas_-_Deus_Sol.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400px" m$="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-lUEF1uI4ApY/Th9N2mW6zJI/AAAAAAAAA90/i6W6QuQ3mPE/s400/Incas_-_Deus_Sol.jpg" width="296px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Como os chibchas com Bochica, os aztecas com Huitzilopchtl, os quinches com Hun-Apu-Vuch, os quechuas do império inca tinham o deus Sol no primeiro degrau do escalão celeste, com o nome sagrado e impronunciável de Inti, embora mais tarde fosse evoluindo para uma personalidade mais complexa e universal, que terminou por absorver a divindade sem nome da criação, para dar lugar a Ira Cocha, uma abreviatura do nome completo do deus Apu-Kon-Tiki-Uira-Cocha, que é, por antonomásia, a função total do seu poder omnímodo, dado que este nome é simplesmente a enumeração dos seus poderes (supremo ser da água, da terra e do fogo) sobre os três elementos em que se baseou a criação do Universo. Este novo e muito mais poderoso deus do Sol não estava sozinho no seu reino, pois estava a sua esposa -e irmã, como corresponde a um Inca - a Lua que o acompanhava em igualdade de rango na corte celestial, sob o nome de Quilha. O Sol era representado com a forma de um elipsóide de ouro no qual também podiam aparecer os raios como outro dos seus atributos de poder, e a Lua tinha a forma ritual de um disco de prata. O Sol, como criador, era adorado e reverenciado, mas também a ele se acudia à procura do seu favor e da sua ajuda, para resolver os problemas e aliviar as necessidades, dado que só ele podia fazer nascer às colheitas, curar a doença e dar a segurança que o ser humano anseia. Naturalmente, à deusa Quilha estava adstrito o fervor religioso das mulheres, e eram elas as que formavam o núcleo das suas fiéis seguidoras, dado que ninguém melhor do que a deusa Quilha podia compreender os seus desejos e temores e dar-lhes o amparo procurado&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-822262297289703673?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/822262297289703673/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=822262297289703673&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/822262297289703673'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/822262297289703673'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2011/07/o-deus-do-sol.html' title='O deus do Sol'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-lUEF1uI4ApY/Th9N2mW6zJI/AAAAAAAAA90/i6W6QuQ3mPE/s72-c/Incas_-_Deus_Sol.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-4532106646644294622</id><published>2011-07-14T17:11:00.001-03:00</published><updated>2011-07-15T10:25:06.831-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Incas'/><title type='text'>O mito Inca</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um dia muito longínquo, o deus sem nome refletiu sobre o fato de se devia criar um mundo. Tinha a terra, a água e o fogo e isso lhe bastava para dar forma a qualquer coisa que desejasse formar. Assim o fez, criando três planos que compunham um único Universo. No de cima pôs os deuses, que tinham o aspecto brilhante do Sol e da Lua, das estrelas e dos cometas e de tudo quanto brilha no alto, sobre as nossas cabeças. Um pouco mais abaixo, mas ainda sobre o segundo mundo, estavam os deuses do raio, do relâmpago e o trovão, do arco-íris e de todas as coisas que não têm mais explicação senão a que os deuses queiram dar. Esse terço superior se chamou Janan Pacha. No segundo mundo, Cay Pacha, o deus criador pôs os humanos, os animais e as plantas, tudo o que é vivo, incluídos os espíritos. No mundo do terceiro plano, o mundo interior, Ucu Pacha, ficou o espaço fechado e reservado para os mortos. Os três planos estavam intercomunicados, mas eram umas vias muito especiais que davam acesso a uns e a outros. Ao de cima podia aceder o filho do Sol, o Inca ou príncipe, o Intip churin; do interior se podia aceder ao de cá, através de todos os condutos naturais que se abrem do interior para o exterior, condutos pelos quais brotam as águas da terra, cavernas, fendas e vulcões, pacarinas, que eram as vias primitivas de acesso por onde chegaram os seres que deram começo à humanidade; os germes que fizeram nascer os animais e as sementes que deram vida a todas as plantas que crescem no mundo de cá. O esquema deste universo inca seria, pois, o seguinte:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;JANAN PACHA&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Intip churin&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CAY PACHA&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pacarina&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;UCU PACHA&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ciclo fecha-se com este fluxo para cima, que parte do Ucu Pacha, através de uma Pacarina, para que penetrem nela os homens Ayar e, no mundo de cá, do nascimento ao império inca, com os seus fundadores Manco Capac e Mama Ocllo à cabeça de uma humanidade que, com eles no cimo, pode dirigir-se para o mundo superior, para comunicar-se com os deuses dos quais eles, naturalmente, fazem parte.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-qeL-SO9wZy0/Th9NRA4XahI/AAAAAAAAA9w/Fffih9r2jFc/s1600/ucu-pacha-aldo-carhuancho-herrera.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="312px" m$="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-qeL-SO9wZy0/Th9NRA4XahI/AAAAAAAAA9w/Fffih9r2jFc/s400/ucu-pacha-aldo-carhuancho-herrera.jpg" width="400px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-4532106646644294622?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/4532106646644294622/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=4532106646644294622&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/4532106646644294622'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/4532106646644294622'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2011/07/o-mito-inca.html' title='O mito Inca'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-qeL-SO9wZy0/Th9NRA4XahI/AAAAAAAAA9w/Fffih9r2jFc/s72-c/ucu-pacha-aldo-carhuancho-herrera.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-5174955097136066104</id><published>2011-07-14T17:07:00.002-03:00</published><updated>2011-07-15T10:25:26.441-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Incas'/><title type='text'>Os Incas</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-H7o8EI9kryM/Th9MheOQBVI/AAAAAAAAA9s/67Y67a6Cr-Y/s1600/lago-titicaca.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300px" m$="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-H7o8EI9kryM/Th9MheOQBVI/AAAAAAAAA9s/67Y67a6Cr-Y/s400/lago-titicaca.jpg" width="400px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif';"&gt;Só resta agora, do que devia ter sido a muito rica religião dos incas, a parte mais simples, aquela porção da mitologia que arraigou entre as gentes de baixo, aquela parte simplificada do mito e do rito que atravessou os rígidos controles do culto oficial e aristocrático e chegou às massas, ou que foi feita para a sua distribuição entre os súbditos. A estratificação da sociedade inca foi tão grande que até a tradição religiosa ficou impregnada dessa total separação entre as duas castas: na de cima, junto com o filho do Sol e os seus escolhidos, estariam os teólogos, os cronistas dos grandes acontecimentos; em baixo ficavam todos os outros, mas sem acesso nenhum ao mundo superior. Com o fim do império, com a cristianização forçada pelo vencedor, a religião inca desapareceu, ao quebrar-se o culto oficial, só ficou o que tinha encharcado os humildes, o muito ou o pouco que ainda hoje se confunde.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-5174955097136066104?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/5174955097136066104/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=5174955097136066104&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/5174955097136066104'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/5174955097136066104'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2011/07/os-incas.html' title='Os Incas'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-H7o8EI9kryM/Th9MheOQBVI/AAAAAAAAA9s/67Y67a6Cr-Y/s72-c/lago-titicaca.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-8730623567706293901</id><published>2011-07-13T22:17:00.000-03:00</published><updated>2011-07-13T22:17:22.334-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Africa'/><title type='text'>As Luminárias</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entre as numerosas lendas do continente africano sobressai a dos negros de Senegal, dado que talvez sejam os únicos que têm uma cosmologia digna de tal nome. As suas fábulas mostram que as duas luminárias, isto é, tanto o Sol como a Lua, eram consideradas como superiores aos outros astros. O mito cosmogônico pretende estabelecer as diferenças de ambos os corpos astrais e se propõe explicar - de uma maneira muito simples, embora carregada de conotações míticas e emblemáticas - as grandes diferenças entre a Lua e o Sol. O brilho, o calor e a luz que se desprendem do astro-rei impedem que sejamos capazes de olhar fixamente. Em compensação, podemos contemplar a Lua com insistência sem que os nossos olhos sofram mal algum. Isso é assim porque, em certa ocasião, estavam banhando-se nuas as mães de ambas as luminárias. Enquanto o Sol manteve uma atitude carregada de pudor, e não dirigiu o seu olhar nem um instante para a nudez da sua progenitora, a Lua, em compensação, não teve reparos em observar a nudez da sua antecessora. Depois de sair do banho, foi dito ao Sol: "Meu filho, sempre me respeitaste e desejo que a única, e poderosa deidade, te bendiga por isso. Os teus olhos se afastaram de mim enquanto me banhava nua e, por isso, quero que, desde agora, nenhum ser vivo possa olhar para ti sem que a sua vista fique danificada".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E à Lua foi dito: "Minha filha, tu não me respeitaste enquanto me banhava. Olhaste para mim fixamente, como se fosse um objeto brilhante e, por isso, eu quero que, a partir de agora, todos os seres vivos possam olhar para ti sem que a sua vista fique danificada nem se cansem os seus olhos".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-49Fg6_0Wqy0/Th5DYtp2w3I/AAAAAAAAA9c/CqcRSL8k6Mk/s1600/solluaII.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="302px" m$="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-49Fg6_0Wqy0/Th5DYtp2w3I/AAAAAAAAA9c/CqcRSL8k6Mk/s400/solluaII.gif" width="400px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-8730623567706293901?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/8730623567706293901/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=8730623567706293901&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/8730623567706293901'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/8730623567706293901'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2011/07/as-luminarias.html' title='As Luminárias'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-49Fg6_0Wqy0/Th5DYtp2w3I/AAAAAAAAA9c/CqcRSL8k6Mk/s72-c/solluaII.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-7733945281475664045</id><published>2011-07-13T22:01:00.000-03:00</published><updated>2011-07-13T22:01:11.510-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Africa'/><title type='text'>Cidades debaixo d'água</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Também havia uma bela mulher que aparecia plena de juventude e viçosidade. Chamava-se Haraké e o seu poder de atração era tal que não se sabia se era deusa ou se pertencia à espécie dos humanos mortais. A lenda mais estendida afirmava que Haraké tinha os cabelos tão transparentes como as próprias águas que lhe serviam de morada. Ao entardecer, a bela mulher tinha por costume descansar à beira do Níger, e esperar assim até que chegasse o seu amante. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim que este se reunia com ela, ambos entravam nas profundidades daquelas águas encantadas e profundas; a jovem levava o escolhido no seu coração através de maravilhosos caminhos que conduziam a faustosas e desconhecidas cidades. Nos seus esplêndidos recintos, e entre o som do tam-tam e dos tambores, teria lugar a ostentosa cerimônia que uniria o feliz casal para toda a vida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todas as narrações da fábula exposta sublinham que foi Haraké quem conduziu o seu amante, e não vice-versa. Com isso se quer dar a entender que a mulher era muito respeitada entre certas tribos da África negra. Os seus privilégios provinham da sua consideração como mãe e esposa. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-7733945281475664045?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/7733945281475664045/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=7733945281475664045&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/7733945281475664045'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/7733945281475664045'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2011/07/cidades-debaixo-dagua.html' title='Cidades debaixo d&apos;água'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-5852345180708857211</id><published>2011-07-13T21:58:00.001-03:00</published><updated>2011-07-13T21:58:34.809-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Africa'/><title type='text'>Pequenos gênios e gigantes</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A variedade de lendas da África negra é devida à diversidade de tribos que a habitam. Em muitas populações tinha-se em grande estima o ancestral dos seus antepassados e, ainda que o seu território fosse invadido por outros povos de costumes e ideias diferentes, nunca deixaram que os seus ritos e mitos se perdessem. É o caso de algumas tribos de pescadores e camponeses que moravam nas proximidades do Níger, que viram invadida a sua própria idiossincrasia por outros povos, especialmente muçulmanos. No entanto, as crenças e a força dos seus mitos quase não perderam personalidade. Continuaram adorando os espíritos e GÊNIOS que moravam na natureza e que se tornava necessário aplacar, e manter contentes, para que as colheitas não se esgotassem e para que a pesca fosse abundante.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ar, a terra e o rio estavam cheios de espíritos - o que implica o conceito animista que tinham os negros africanos da natureza - aos quais se acudia, e se invocava, quando se necessitava de uma ajuda superior. Havia também certas lendas onde aparecia o polífago gigante Maka que, para satisfazer o seu voraz apetite, necessitava devorar animais tão enormes como os hipopótamos; e quando se dispunha a saciar a sua sede, alguns dos lagos próximos se viam seriamente afetados.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-5852345180708857211?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/5852345180708857211/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=5852345180708857211&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/5852345180708857211'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/5852345180708857211'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2011/07/pequenos-geneos-e-gigantes.html' title='Pequenos gênios e gigantes'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-369116662621756879</id><published>2011-07-13T21:43:00.002-03:00</published><updated>2011-07-13T21:43:43.106-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Africa'/><title type='text'>Costumes ancestrais</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O longo caminho da hominização não foi, no entanto, tão linear como pode parecer à primeira vista. Muitos horrores, que o acesso das civilizações iria corrigindo, marcaram o tempo e o espaço históricos. Algumas das tribos que povoam os territórios do ocidente africano conservaram, até épocas muito recentes, costumes que têm muito pouco que ver com o programa social e político de outros grupos humanos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A este respeito, o grande investigador Frazer, na sua qualificada obra A Rama Dourada, repete as seguintes palavras que um missionário deixou escritas - quando já o século XIX chegava ao seu fim - depois de conviver com algumas tribos da África negra: "Entre os costumes do país, um dos mais curiosos é indubitavelmente o de julgar e castigar o rei. Se ele mereceu o ódio do seu povo por exceder-se nos seus direitos, um dos seus conselheiros, sobre o qual recai a obrigação mais pesada, requer ao príncipe que vá dormir, o que significa simplesmente envenenar-se e morrer".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao parecer, no último momento, alguns monarcas não estavam dispostos a tirar-se a vida de um modo tão expeditivo, o qual era interpretado pelos súditos mais chegados como uma falta de coragem. Então, pedia-se a ajuda de um amigo que, no instante supremo, se encarregaria de dar-lhe um último empurrão, por assim dizer; o importante era que o povo não chegasse a conhecer a falta de coragem do seu soberano. Quanto ao método escolhido para levar a cabo tão abominável magnicídio, se louvava a sua predisposição e se agradecia o serviço prestado à sua tribo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-369116662621756879?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/369116662621756879/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=369116662621756879&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/369116662621756879'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/369116662621756879'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2011/07/costumes-ancestrais.html' title='Costumes ancestrais'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-8979548690789600292</id><published>2011-07-13T21:39:00.002-03:00</published><updated>2011-07-13T21:41:56.996-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Africa'/><title type='text'>A nossa história</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: small;"&gt;Hoje, em consequência das escavações e estudos que se levam a cabo em toda a África - muito especialmente em zonas que, até o presente e não se sabe com que critérios, tinham sido relegadas - se detectaram provas suficientes para concluir que foi neste território onde começou o processo de hominização. Em qualquer caso, os achados dos especialistas e investigadores nos levam a concluir que a África foi um dos mais importantes focos de cultura pré-hominídea. Os elos da cadeia que nos une aos nossos mais ancestrais antepassados se encontram no continente negro. Outro fator a ter em conta, no momento de julgar o escasso avanço dos estudos levados a cabo no continente negro, é aquele que se refere às condições adversas do seu solo; a acidez do solo africano desgasta com prontidão qualquer vestígio, especialmente os restos fósseis. No entanto, hoje se sabe que foram os primeiros hominídeos do continente africano os que, devido às suas peculiaridades físicas e somáticas - por exemplo a sua pele sem pêlo, a sua produção de melanina que lhes dará a adequada pigmentação, a sua abundância de glândulas sudoríparas, o seu cabelo encaracolado, etc. - iniciaram o denominado processo de adaptação ao meio, com o qual começará, sem nenhuma dúvida, a hominização propriamente dita. A importância deste processo é capital, pois num princípio, o hominídeo se caracteriza pela sua atitude prática, dado que pretende primordialmente construir toda uma série de artefatos que o levam a dominar as técnicas da pesca, a caça e a agricultura. Como para isso deve contar com ferramentas diversas, transforma-se em "homo faber" e "homo habilis", daqui a constituir o nosso seguro antepassado, o "homo sapiens", há apenas uma mínima distância&lt;/span&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-8979548690789600292?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/8979548690789600292/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=8979548690789600292&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/8979548690789600292'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/8979548690789600292'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2011/07/nossa-historia.html' title='A nossa história'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-1779151841672227956</id><published>2011-07-13T21:36:00.000-03:00</published><updated>2011-07-13T21:36:37.680-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Africa'/><title type='text'>O berço do  "AUSTRALOPITHECUS"</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Tm8VYBCx9DM/Th459ql_e5I/AAAAAAAAA9Y/Q776j4DcUsc/s1600/australopithecus.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="262px" m$="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-Tm8VYBCx9DM/Th459ql_e5I/AAAAAAAAA9Y/Q776j4DcUsc/s400/australopithecus.jpg" width="400px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A figura de um pai protetor e poderoso também aparece entre os povos africanos. E, com respeito à sua cosmologia, numerosas lendas marcam a própria idiossincrasia das diferentes tribos. Todos os povoadores da África negra julgaram que a terra não tinha idade e que existia desde sempre. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E, segundo opinião de muitos historiadores insuficientemente documentados, isto é, que baseavam mais os seus acertos e conclusões em fátuas declarações de eruditos pensadores do que no trabalho de pesquisa e estudo pessoais, se chegou a dizer que os africanos formam parte dos denominados "povos sem história". O qual quer dizer que não contribuíram para o desenvolvimento da humanidade, nem muito nem pouco; e que, entre os negros africanos foi desigual a sua evolução e, com certeza, nenhum criou uma cultura autóctone que o caracterize. No entanto, descobrimentos arqueológicos de grande importância - entre outros, o do primeiro hominídeo conhecido com o nome de "australopithecus", pois os seus restos foram achados, há pouco mais de meio século, concretamente no ano 1924, na zona austral do continente africano - assim como o profundo estudo das inumeráveis mostras de arte rupestre que se encontram em toda a África, levaram a reconsiderar os errôneos critérios que se tinham até a muito pouco do continente negro.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-1779151841672227956?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/1779151841672227956/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=1779151841672227956&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/1779151841672227956'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/1779151841672227956'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2011/07/o-berco-do-australopithecus.html' title='O berço do  &quot;AUSTRALOPITHECUS&quot;'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Tm8VYBCx9DM/Th459ql_e5I/AAAAAAAAA9Y/Q776j4DcUsc/s72-c/australopithecus.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-7406714686918367219</id><published>2011-07-13T21:33:00.000-03:00</published><updated>2011-07-13T21:33:17.098-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Africa'/><title type='text'>Mito da Criação</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muitos povos africanos contam também com numerosas lendas para explicar a origem da espécie e, ao mesmo tempo, elaboraram curiosos mitos sobre a criação do primeiro homem e da primeira mulher. A narração dos fatos aparece repleta de inventiva e fantasia:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Houve um tempo em que o ser superior Mulukú - nas populações centro-africanas, a deidade suprema era conhecida com o nome de Woka - se propôs fazer brotar, da própria terra, o primeiro casal do qual todos descendemos. Mulukú, que dominava o ofício da sementeira ou, melhor, era o semeador por excelência, fez dois buracos no chão. De um surgiu uma mulher, do outro surgiu um homem. Ambos gozavam da simpatia e do carinho do seu criador e, pelo mesmo motivo, decidiu ensinar-lhes tudo o relacionado à terra e o seu cultivo. Proporcionou-lhe, além disso, ferramentas para cavar e abrandar o chão e para cortar, ou podar, árvores secas e cravar estacas. Pôs em suas mãos sementes de milho para semear na terra e, enfim, mostrou-lhes a maneira de viver por si próprio, sem dependência alguma de quaisquer outras criaturas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No entanto, conta lenda que o primeiro casal da nossa espécie desatendeu todos os conselhos que a deidade tinha dado e que, pelo mesmo motivo, abandonaram as terras, que terminaram convertendo-se em baldios e campos ermos. E, assim, o primeiro casal consumou a sua desobediência, com o qual o seu criador os transformou em macacos. O mito - ou, por melhor dizer, a fábula - relata que Mulukú enfureceu e arrancou a cauda dos macacos para a pôr à espécie humana. Ao mesmo tempo ordenou aos macacos que fossem humanos e aos humanos que fossem macacos; depositou nestes a sua confiança, enquanto a retirava aos humanos. E disse aos macacos: "Sejam humanos". E aos humanos: "Sejam macacos".&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-7406714686918367219?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/7406714686918367219/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=7406714686918367219&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/7406714686918367219'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/7406714686918367219'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2011/07/mito-da-criacao.html' title='Mito da Criação'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-3643525268521796192</id><published>2011-07-13T21:31:00.000-03:00</published><updated>2011-07-13T21:31:35.981-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Africa'/><title type='text'>Zonas de refúgio</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dos grupos étnicos, firmes expoentes da negritude, é necessário destacar: os bantus e os negros sudaneses. Apesar de certas diferenças, devidas mais a determinadas circunstâncias históricas do que à vontade dos protagonistas, ambas as etnias mantêm a sua unidade cultural e lingüística. A raça bantu é originária dos grandes lagos africanos e não se viu misturada com outros grupos, tais como os bereberes islamizados, mouros ou quaisquer outros povos de tradição islamita-semita. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os bantus regiam-se por monarcas que pretendiam, em todos os casos, conseguir a paz para o seu povo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eram denominados "kakabas" e a relação com o resto da população, ou com outros territórios circundantes, não se fazia diretamente, senão que utilizavam tambores para se comunicarem. Também, segundo as proporções do som ou as variações do ritmo dos tambores, se podia deduzir o poder dos reis bantus. Os tambores - alguns tinham até dois metros de raio - depositavam-se no interior de lugares sagrados e templos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quem os guardava e se encarregava de tocar formava uma casta privilegiada e eram muito considerados pelas tribos e reinos dos grandes lagos. Atualmente, os bantus encontram-se assentados na ilha de Madagascar e, na opinião de etnólogos e geógrafos, devem considerar-se "fora do continente negro". Considera-se os pigmeus como descendentes dos primeiros povoadores do continente africano. “Permanecem nas "zonas de refúgio”, constituídas por extensas terras selvagens, onde a água da chuva se mantém no mesmo lugar onde caiu para, assim, formar uma imensa selva virgem, uma selva-esponja, saturada de água, com os maciços espessos de árvores gigantes, com o monte escuro e silencioso, resistente a qualquer roturação, hostil ao estabelecimento humano e, inclusive, à circulação, salvo a que se faz pelos rios; região de vida precária, isolada, baseada na pesca e na caça".&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-3643525268521796192?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/3643525268521796192/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=3643525268521796192&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/3643525268521796192'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/3643525268521796192'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2011/07/zonas-de-refugio.html' title='Zonas de refúgio'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-1331405066256214009</id><published>2011-07-13T21:19:00.001-03:00</published><updated>2011-07-13T21:29:09.095-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Africa'/><title type='text'>Artesões e Ferreiros</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Tudo o que se acaba de dizer serviu para que alguns investigadores exprimam, com contundência, as suas teses favoráveis a provável influência das grandes civilizações norte-africanas sobre as culturas desenvolvidas no mundo negro e sobre a sua estrutura social. Alguns achados relevantes vêm avalizam a tese exposta. Por exemplo, encontraram-se pérolas de vidro egípcio em áreas do território do Gabão, e também pequenas representações e efígies do deus Osíris em zonas situadas ao sul do rio Zambeze e nos territórios do oriente do Congo. Talvez tudo isso não signifique uma prova concluinte da incidência da civilização egípcia no mundo negro, mas, no entanto, se abrem expectativas pelas quais pode afirmar-se que, no campo artístico e técnico, existiu certa relação; o caso mais claro é a utilização, por ambos os povos, da técnica da fundição com cera. Não obstante, já desde o ano 3000 (a.C), as tribos da zona do Níger, por exemplo, conheciam a metalurgia do ferro e, desde épocas muito remotas, já tinham formado uma espécie de grêmios, ou sociedades de ferreiros, que se constituíam em castas e trabalhavam o estanho e a metalurgia do ferro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-YSNnThhLrMc/Th412IrWg3I/AAAAAAAAA9U/5WeZTKPIphM/s1600/ferreiros.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="323px" m$="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-YSNnThhLrMc/Th412IrWg3I/AAAAAAAAA9U/5WeZTKPIphM/s400/ferreiros.bmp" width="400px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-1331405066256214009?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/1331405066256214009/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=1331405066256214009&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/1331405066256214009'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/1331405066256214009'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2011/07/artesoes-e-ferreiros.html' title='Artesões e Ferreiros'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-YSNnThhLrMc/Th412IrWg3I/AAAAAAAAA9U/5WeZTKPIphM/s72-c/ferreiros.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-880620814590784107</id><published>2011-07-13T21:04:00.002-03:00</published><updated>2011-07-13T21:04:49.197-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Africa'/><title type='text'>O Sul</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A região situada mais ao sul do lugar de assentamento dos egípcios era denominada por estes com o nome de "Kus"; os nativos desta zona tinham a pigmentação da sua pele mais escura do que os do norte, pois eram de raça negra. Tinham estabelecido a capital de toda a região numa zona muito próxima a um enorme canto do rio Nilo e, no seu subsolo, se encontravam as mais fabulosas reservas de ouro de todos os tempos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta capital recebeu o nome de Napata e teve dirigentes que a fizeram crescer tanto, até ao ponto de que o próprio Egito foi submetido. As margens do Nilo também foram conquistadas pelos reis de Napata. Naquele tempo - há quase três mil anos - toda a extensa ribeira de ambos os lados do Nilo estava formada por vales e pastos sempre férteis; atualmente há grandes zonas ermas e terrenos baldios.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A riqueza da população da zona do Kus - os "kusitas" - se viu incrementada pelo descobrimento, no subsolo mais próximo da cidade de Napata, de grande quantidade de mineral de ferro. A tudo isso há que acrescentar, além disso, as produtivas transações de marfim que os povos limítrofes lhes forneciam.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas este grande império "kusita" encontrava-se submetido à rapina e ao furto de numerosas tribos nômades. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já desde o século III, antes da nossa era, os ladrões assaltavam as caravanas "kusitas" que transportavam ouro e marfim pelas rotas comerciais abertas para o efeito.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O resultado final é que o imperador do poderoso reino de "Axum", situado mais ao sul, nas proximidades da meseta da Etiópia, submeterá todas as populações do "Kus" e se apropriará das suas ricas minas de ferro e ouro.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-880620814590784107?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/880620814590784107/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=880620814590784107&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/880620814590784107'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/880620814590784107'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2011/07/o-sul.html' title='O Sul'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-3597128975717102713</id><published>2011-07-13T21:03:00.000-03:00</published><updated>2011-07-13T21:03:00.535-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Africa'/><title type='text'>Forças poderosas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Recentes escavações deixaram ao descoberto figuras de terracota - como as achadas na zona de Nok (Nigéria) - cuja antiguidade se remonta a quase dois mil quinhentos anos. Algumas destas estátuas estão realizadas de tal modo que a cabeça é muito maior do que o corpo; semelhante desproporção era uma característica dos artistas africanos e com isso queriam dar a entender que não só representavam seres humanos, mas também que a sua arte pretendia chamar a atenção sobre certa classe de significação simbólica, afastada de qualquer naturalismo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Neste sentido, o achado das denominadas "figuras de Jano" - chamadas assim porque recordam a deidade romana Jano, que aparecia representada com duas cabeças contrapostas, dado que personificava a vigilância e a custódia - realizado no vale de Taruga, é um claro exemplo cheio de conotações míticas e emblemáticas. Além disso, algumas das estátuas encontradas na aldeia de Nok representam, e simbolizam as forças sobrenaturais e poderosas que apareciam relacionadas com a produção de alimentos e a satisfação das primeiras necessidades.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-iydnvjJYHPY/Th4x_GiWo8I/AAAAAAAAA9Q/Y9UoPbQUQAA/s1600/4570860850_1ddfb58012_o.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="357px" m$="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-iydnvjJYHPY/Th4x_GiWo8I/AAAAAAAAA9Q/Y9UoPbQUQAA/s400/4570860850_1ddfb58012_o.jpg" width="400px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;(esculturas de terracota de Nok)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outros achados, nos quais apareciam até média dúzia de cabeças de terracota, foram relacionados com a existência de santuários, templos ou lugares de culto e rito nos bosques considerados, pelo mesmo motivo, como sagrados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Afirma-se, além disso, que "a técnica da fundição guarda certa relação mítica e ritual com as figuras de terracota dos fornos do vale de Taruga".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acontece a mesma coisa com a arte estatuária de Benin, que conseguiu a sua plenitude entre os séculos XI e XV da nossa era. "Nesse sentido as figuras de animais, como o leopardo, simbolizam o poder dos seus reis que, às vezes, portavam máscaras realizadas em marfim, as quais levavam incrustadas, por sua vez, pequenas figurinhas dos colonizadores europeus com o objeto de apropriar-se do seu saber e a sua inteligência e, deste modo, não serem dominados por eles".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os povos africanos tinham para com os fenômenos naturais, o Sol, a Lua, as estrelas, as montanhas, os rios, mares e árvores, um certo respeito sagrado. Tudo estava personificado e vivo - do mesmo modo - e, por todos os lados surgiam ídolos, fetiches, talismãs, bruxos, feitiços e magos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O primitivismo das lendas dos povos da África meridional entronca com uma espécie de animismo, que os faz adorar as árvores porque pensavam que, num tempo muito longínquo, foram os seus antepassados. Sucedia a mesma coisa com os animais; acrescentando-se, além disso, que eram associados com esoterismo que conduzia à crença de que os mortos apareciam aos vivos, precisamente, em forma de animais. O culto aos mortos encontrava-se muito estendido e se considerava obrigatório fazer-lhes oferendas. Deste modo, a morte que sempre era tabu - isto é, algo que não devia mencionar-se nem citar-se, pois, caso contrário, poderiam sobrevir terríveis castigos aos infratores de tais preceitos - adquiria uma importância capital entre os componentes duma determinada tribo e o seu modo de comportar-se. Quando alguém morria, todos os outros abandonavam o lugar de questão, para que a desgraça não os alcançasse como ao finado. São muito freqüentes, de resto, as lendas sobre a morte, e existem vários mitos acerca da origem de tão tremendo mal em algumas das tribos africanas da zona que estamos descrevendo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No vale do rio Níger, o fetichismo encontra-se muito estendido e, entre os seus povoadores, surgem muitos magos e feiticeiros que são os encarregados de dirigir o culto ao ídolo e de oferecer-lhe os diferentes sacrifícios; também têm o dom de predizer o futuro e de pronunciar oráculos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-3597128975717102713?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/3597128975717102713/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=3597128975717102713&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/3597128975717102713'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/3597128975717102713'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2011/07/forcas-poderosas.html' title='Forças poderosas'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-iydnvjJYHPY/Th4x_GiWo8I/AAAAAAAAA9Q/Y9UoPbQUQAA/s72-c/4570860850_1ddfb58012_o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-1714790542125836289</id><published>2011-07-13T20:54:00.000-03:00</published><updated>2011-07-13T20:54:17.608-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Africa'/><title type='text'>Uma nova terra</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os povoadores das zonas desérticas estenderam-se, e emigraram, para o norte, o sul e o este. No seu afã de procurar uma nova terra onde lançar raízes, por assim dizer, toparam com outras tribos que, desde épocas remotas, habitavam nas zonas tropicais do continente africano.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ante a ausência de provas fidedignas para catalogar com exatidão os diferentes povos que se achavam disseminados por terras africanas, se avançaram hipóteses que afirmam que existiram tribos primitivas "paleo-negríticas" que praticavam a caça e conheciam técnicas rudimentares para trabalhar a terra; especialmente se esforçavam em conseguir que o terreno pobre e ermo de zonas extremas e montanhosas chegasse a ser fértil. Para isso contavam com o conhecimento do cultivo intensivo, mediante o qual conseguiam, além do total abastecimento de todos os tipos de produtos hortícolas, algo mais importante, a saber: a coesão social necessária para tornar possível o auge populacional e, além disso, o assentamento definitivo numa determinada zona; deste modo chegariam à formação de núcleos ou grupos sociais com uma densidade de quase cinqüenta habitantes por quilômetro quadrado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alguns destes grupos populacionais ocuparam a região norte do território africano, lugar próximo da ribeira oriental do Nilo; tal é o caso da tribo dos dogones, que se caracterizava porque entre os seus membros e a própria envolvente geográfica se estabeleceu um vínculo tribal difícil de quebrar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Também o grupo dos bassari é outro dos denominados "povos nus" da África, os quais se encontravam espalhados por diferentes zonas. A sua antiguidade se remonta a perto de seis mil anos e terminaram assentando-se na Guiné. Na Costa de Marfim se estabeleceram os "lobis". Os "sombas" ocuparam a região de Togo. E as terras de Nigéria viram-se povoadas por tribos de "angus" e "fabis". Todos os grupos enumerados foram conformando as grandes zonas étnicas da África.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas também nos territórios desérticos e nas zonas equatoriais se foram assentando populações de tradição étnica como os "mandinga" e os "bambara". Também os "yoruba", em união dos "hausa" e os "ibos", se iriam assentando pela zona da Nigéria até se constituírem na massa de população mais rica de todo o continente africano.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo os pesquisadores, as diferentes tribos apontadas mantinham entre si uma clara diferenciação social e sucedia a mesma coisa no terreno político ou religioso. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A autonomia estava garantida, assim como os costumes milenários de cada tribo e a sua idiossincrasia própria. A variedade de crenças, de história, de lendas e de mitos, que confluem nas mencionadas populações, faz com que o continente africano se mostre muito atraente e interessante. Acrescenta-se a tudo isso que foi na Núbia - território situado no fértil, e maravilhoso, vale do Nilo - onde teve a sua origem uma das primeiras civilizações do continente africano, que recebeu precisamente o nome de civilização dos núbios - na atualidade quase toda a zona é território sudanês - que provinha provavelmente da Ásia, dado que a cor da sua pele era muito similar à dos povoadores desse continente e, durante um milênio, manteve todo o seu esplendor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-1714790542125836289?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/1714790542125836289/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=1714790542125836289&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/1714790542125836289'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/1714790542125836289'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2011/07/uma-nova-terra.html' title='Uma nova terra'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-7651648018367159840</id><published>2011-07-13T20:44:00.002-03:00</published><updated>2011-07-13T20:46:29.440-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Africa'/><title type='text'>Negros Africanos e seus Mitos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-gWYcJgSL8Gg/Th4uLrmSeRI/AAAAAAAAA9M/bukEIz5QyaI/s1600/Deserto-do-Saara.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266px" m$="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-gWYcJgSL8Gg/Th4uLrmSeRI/AAAAAAAAA9M/bukEIz5QyaI/s400/Deserto-do-Saara.jpg" width="400px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Para a melhor compreensão do mundo negro, é necessário conhecer os seus aspectos geográficos e físicos, dado que ambos incidem substancialmente sobre o aspecto histórico e até o determinam.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Isso leva a considerar o continente negro como um espaço fechado, no qual os seus povoadores rejeitariam qualquer tentativa de influência alheia a eles; com o qual se encontrariam destinados a certa classe de impenetrável ostracismo étnico. Não obstante, os diferentes povos e tribos que se encontravam espalhados pelo território africano, certamente tinham limitado o seu espaço por uma espécie de muro de areia que apontava, de forma expeditiva, para a fronteira norte da África negra: tratava-se do hoje célebre deserto do Saara.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas isto nem sempre foi assim, dado que essa franja desértica denominada "deserto do Saara" era antes um verdadeiro vergel, pleno de abundante vegetação, com árvores e prados, planícies e colinas. Mas isso sucedeu há já seis mil anos, quando já em outras zonas da África os primeiros hominídeos tinham deixado gravados - nas paredes rochosas das covas que usavam para abrigar-se - signos carregados de simbolismo emblemático e pinturas esquemáticas, cujo valor como documento social, político, ritual e estético é incalculável.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa espécie de jardim natural, que foi o atual deserto do Saara, foi assolado por uma grande seca que teve a sua origem quatro milênios antes da nossa era. A grande dissecação durou quase dois mil anos e as conseqüências diretas dos seus efeitos estão aí, nessa enorme franja deserta que se estende do ocidente para o oriente na zona norte do continente africano e que, segundo alguns historiadores, constitui o limite que a própria natureza impôs ao mundo negro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já em tempos das glaciações, nos finais do período terciário - há aproximadamente seiscentos mil anos - o território africano tinha sido lugar de residência dos primeiros hominídeos. Em algumas partes da sua zona sul encontraram junto de utensílios de pedras sem lavrar e pedras rodadas ou eólitos, restos humanos de grande antiguidade. Também se conseguiram dados e provas que permitiram aos especialistas e investigadores afirmar que aqueles primeiros hominídeos conheciam o fogo. Essas zonas africanas estão consideradas, na atualidade, como centros de importantes achados pré-históricos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-7651648018367159840?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/7651648018367159840/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=7651648018367159840&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/7651648018367159840'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/7651648018367159840'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2011/07/negros-africanos-e-seus-mitos.html' title='Negros Africanos e seus Mitos'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-gWYcJgSL8Gg/Th4uLrmSeRI/AAAAAAAAA9M/bukEIz5QyaI/s72-c/Deserto-do-Saara.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-575014850115846378</id><published>2010-10-08T14:10:00.000-03:00</published><updated>2010-10-08T14:10:04.908-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='América do Norte'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sioux'/><title type='text'>Sioux</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Contam as lendas sioux que Ictinike, filho do deus do Sol, tinha ofendido o seu pai e por isso foi expulso das regiões celestiais; era um jovem tão batoteiro e tão sem palavra que foi ele quem ensinou aos homens toda a maldade, até o ponto de ser chamado Pai da Mentira. Para a tribo omaha, Ictinike também tinha ensinado a guerra aos humanos e, por isso mesmo, era considerado como deus dos homens em armas. Dele se contavam fábulas a favor e contra a sua astúcia, era associado com os correspondentes animais totêmicos, como o coelho, o castor, o abutre, a águia, a rata, o martim pescador, o esquilo, etc., e dessas fábulas se extraíam as correspondentes lições morais. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Também os sioux tinham as suas lendas de heróis, como a vingança de Wabaskaha, a história de Pena branca, o matador de gigantes, a história do Coelho e as muito abundantes de espíritos-serpentes, como os vinte homens-serpente, a do monstro-serpente, a da esposa-serpente, etc., mas a sua cosmogonia se limita a um relato ancestral de um povo subterrâneo, que subiu pelas raízes de umas vinhas até ver o maravilhoso mundo exterior. Ao conhecer-se a notícia, todos trataram de alcançá-lo, mas a raiz cedeu e só a metade chegou ao mundo de fora. Após a morte, os bons poderão chegar àquela povoação submersa e os maus ficaram pelo caminho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK9QS7fvsFI/AAAAAAAAA5s/4umF2Q98FrI/s1600/james-jack-sioux-myth-of-ictinike-son-of-the-sun-god.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ex="true" height="400" src="http://3.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK9QS7fvsFI/AAAAAAAAA5s/4umF2Q98FrI/s400/james-jack-sioux-myth-of-ictinike-son-of-the-sun-god.jpg" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Também não é muito rico o acervo mitológico dos caddoans, um grupo onde se encontra a famosa tribo dos Pawnee. Destaca-se a figura de Atius Tiráwa, o grande espírito criador e chefe dos astros e das estrelas, e contam histórias de animais simbólicos, como a do caçador desposado com a mulher-búfalo para converter-se no herói que assegurou abundante alimento para sempre aos Pawnee, ou a do sábio e bom homem-urso, um jovem que admirava os ursos desde a sua infância, mas que já adulto, foi morto numa emboscada dos seus inimigos sioux, e foi logo ressuscitado e cuidado por uma ursa que reconheceu aquela criatura amiga. Curado, o jovem regressou para a sua tribo, não sem fazer com que os seus irmãos apreendessem a sabedoria do urso e pudessem seguir o seu exemplo de grande guerreiro. Esse é o dom que a nação Pawnee recorda com a sua dança ritual do urso.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-575014850115846378?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/575014850115846378/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=575014850115846378&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/575014850115846378'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/575014850115846378'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/10/sioux.html' title='Sioux'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK9QS7fvsFI/AAAAAAAAA5s/4umF2Q98FrI/s72-c/james-jack-sioux-myth-of-ictinike-son-of-the-sun-god.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-2803235680510222295</id><published>2010-10-08T14:07:00.000-03:00</published><updated>2010-10-08T14:07:47.763-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='América do Norte'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Iroqueses'/><title type='text'>Iroqueses</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK9P0UBs-SI/AAAAAAAAA5o/xeLWsspUiIg/s1600/img_nacoes.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ex="true" height="268" src="http://4.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK9P0UBs-SI/AAAAAAAAA5o/xeLWsspUiIg/s400/img_nacoes.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif';"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Os temíveis e sóbrios iroqueses, entre os quais se encontram as famosas tribos guerreiras Mohawk, Cherokee, Hurones e Senecas, à parte desse caudal comum de lendas de animais e espíritos benignos e malignos, se distinguem pelas suas lendas de heróis semi-históricos, começando com os mais imaginários Hi'nun, deus do trovão e o seu irmão Vento do Oeste, os vencedores dos gigantes de pedra, e chegando aos hipoteticamente reais Atotarho, o sanguinário, astuto e poderoso mago, e o primeiro chefe Hiawatha (Hai), da tribo dos Mohawk por adoção, e da tribo dos Onondaga por nascimento, possível precursor, nos inícios do século XVI, da Kayanerenh Kowa (grande aliança) das Cinco Nações. Mas Atotarho, o vitorioso e forte chefe Onondaga, também era tão cruel que tinha conseguido atemorizar não só as tribos vizinhas, mas muitos dos seus guerreiros, como foi o caso do próprio Hiawatha, que estava farto de tanta dor e de tanto ódio e procurava sem cessar a saída pacífica àquela situação, até propor uma confederação que supusesse a paz para os seus povos e uma arma de dissuasão perante os inimigos. Hiawatha prosseguiu os seus esforços apesar da oposição de Atotarho, que o pressionava, mas Hiawatha saiu do seu povo e procurou refúgio entre os Mohawk, encontrando no seu chefe Dekanewidah o apoio necessário para iniciar a Kayanerenh Kowa, oferecendo depois ao perigoso rival, o vaidoso Atotarho, a chefia da coligação, contando com que a sua soberba o levaria a aceitar o mandato de paz, vencendo a sua resistência a abandonar para sempre a luta com as outras tribos, como assim se conta que foi.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-2803235680510222295?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/2803235680510222295/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=2803235680510222295&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/2803235680510222295'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/2803235680510222295'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/10/iroqueses.html' title='Iroqueses'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK9P0UBs-SI/AAAAAAAAA5o/xeLWsspUiIg/s72-c/img_nacoes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-6128940199977480712</id><published>2010-10-08T14:04:00.000-03:00</published><updated>2010-10-08T14:04:23.455-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='América do Norte'/><title type='text'>Mitos Algonquinos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif';"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Perante os excessivamente frugais Atapascan, a nação Algoquina exibe uma mitologia muito mais rica e extensa, começando pela curiosa figura dual de Gluskap, o astuto deus (o seu nome significa "mentiroso") irmão gêmeo de Malsum, o lobo. Enquanto Gluskap começou a demonstrar a sua bondade criando o sol e a lua, dando forma e vida aos animais da terra, aos peixes das águas, pondo finalmente nesse mundo fértil e próspero os seres humanos para que desfrutassem de tudo isso; pelo contrário, o perverso Malsum criava ao mesmo tempo uma geografia difícil para o homem, cheia de elevadas montanhas e profundos vales, punha as serpentes e as bestas na terra, para que atacassem os homens e os seus animais, e não parava de fazer tudo o que pudesse ser um obstáculo na felicidade humana. E o perverso Malsum conheceu do seu bom irmão qual era o único modo de matá-lo: ser tocado pela pena duma coruja ou pelo rebento de um junco. Aproveitando o seu sono, Malsum matou Gluskap, mas só por um momento, porque o bom Gluskap voltou imediatamente à vida. Depois Malsum voltou a tentar o assassinato do irmão, desta vez com um rebento de junco, mas Gluskap renasceu de novo e, assim, uma e outra vez, até que o bom irmão se fartou da maldade do lobo e o atacou com a raiz de um feto, a maneira mágica de acabar com Malsum, terminando deste modo com a sua incessante e nociva maldade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-6128940199977480712?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/6128940199977480712/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=6128940199977480712&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/6128940199977480712'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/6128940199977480712'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/10/mitos-algonquinos.html' title='Mitos Algonquinos'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-200158497805969757</id><published>2010-10-08T14:01:00.001-03:00</published><updated>2010-10-08T14:02:11.290-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='América do Norte'/><title type='text'>Tribos do Norte</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK9N_GY08HI/AAAAAAAAA5k/6NkhU0V3SBM/s1600/MsGeorge_Mayo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ex="true" height="400" src="http://4.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK9N_GY08HI/AAAAAAAAA5k/6NkhU0V3SBM/s400/MsGeorge_Mayo.jpg" width="295" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Ao sul dos territórios esquimós, mas no extremo norte da América, entre as tribos da nação Atapascan, em lugar de teogonia grandiosa, bem definida, se contavam lendas fragmentadas, como a de uma raça de seres sobrenaturais, nascidos entre os mortais e que ainda viviam entre eles, mas que só se exprimiam através dos bruxos. Esta raça se originou de um modo mágico, na névoa das montanhas, entre um grupo de dez irmãos purificados através do fogo que os levou à Terra das Almas, ao qual se uniu uma mulher, a irmã sobrenatural, queimada acidentalmente pelo fogo, para aumentar a espécie dos seres semi-divinos que favoreciam os que mereciam o seu auxílio. O mesmo povo índio contava que o deus do céu, Sinh, tinha nascido duma pequena concha jogada pelo mar à praia; que lá foi recolhido e criado por uma boa mulher e que, em prêmio à sua bondade e carinho, a mãe adotiva converteu-se, quando teve lugar a transfiguração do seu filho, em deusa dos ventos favoráveis. Naturalmente, em tais latitudes, os ventos frios do Norte eram por sua vez espíritos malignos e, em contraposição, o deus Sinh, azul como o céu limpo dos dias tranqüilos e a sua boa mãe adotiva, eram os amigáveis espíritos que ajudavam os humanos na sua vida diária. A tribo dos chinook contava as histórias do irônico Corvo azul, uma ave totémica, e a sua irmã Ioi. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;O Corvo azul teve um papel muito complicado para interpretar maliciosamente tudo quanto a sua irmã Ioi lhe aconselhava fazer, e ela gostava de contar mentiras; do que se contava sobre este par de corvos, nas suas andadas com os sobrenaturais e nas suas aventuras no país dos mortos, no das sombras, dos seus erros, das suas ousadias e dos seus contínuos tropeços com outros animais totêmicos, como o castor, o urso preto, a pega, o pato, a foca, etc., emanava a correspondente série de fábulas morais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-200158497805969757?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/200158497805969757/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=200158497805969757&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/200158497805969757'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/200158497805969757'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/10/tribos-do-norte.html' title='Tribos do Norte'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK9N_GY08HI/AAAAAAAAA5k/6NkhU0V3SBM/s72-c/MsGeorge_Mayo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-5483466549612164291</id><published>2010-10-08T13:56:00.003-03:00</published><updated>2010-10-08T14:17:53.777-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='América do Norte'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Esquimós'/><title type='text'>Divindades do Mar</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Sedna, uma das encarnações da deusa eterna do mar, é o outro dos grandes mitos esquimós, o mito sobre a superfície do mundo onde vivem. Trata-se da lenda de uma virgem que tutela as águas do mar e todos os seres que nelas vivem. Sedna ouviu da margem a doce voz de um muito atraente e desconhecido jovem, que a chamava da sua embarcação. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK9NKFEAV3I/AAAAAAAAA5g/UzdwCcgeAAk/s1600/Sedna_brightened~sidesFilled.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ex="true" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK9NKFEAV3I/AAAAAAAAA5g/UzdwCcgeAAk/s320/Sedna_brightened~sidesFilled.jpg" width="202" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Sedna se afeiçoou imediatamente por ele, jogando-se ao mar, enlouquecida pelo seu encanto; mas o jovem não era real, era apenas um espírito perturbador que queria apoderar-se, através da suposta forma humana, do amor e da vontade da ingênua donzela. Ao conhecer Sedna o engano, tentou safar-se daquele espírito que ela julgava malvado, dado que tinha torcido o seu desejo de permanecer toda a sua vida sem desposar homem algum; também o pai da donzela tentou libertá-la daquela posse e lançou-se à sua procura através do mar, até dar com ela e conseguir o seu resgate; mas o raptor também lutou para prevalecer sobre a vontade de pai e filha, lançando-os no meio de um mar que se levantava tempestuoso. Tão perdido se encontrava o pai que preferiu morrer junto da sua Sedna para salvar a honra familiar, mas a filha negava-se a morrer e tratava desesperadamente de agarrar-se à barca, enquanto o pai forçava Sedna, cortando-lhe uma e outra vez os dedos da mão com que tentava aferrar-se à vida, até conseguir afundar a sua infeliz e querida Sedna, para libertá-la -com a morte- do engano daquele espírito. Desses dedos sacrificados para preservar a virgindade de Sedna contam os esquimós que nasceram as espécies marinhas que lhes forneçam a carne e a gordura para o seu alimento, a pele para o seu vestido e os tendões para armar as suas construções; também se diz que no fundo desse mar vivem para sempre pai e filha, velando pelo mar e por todos os animais que nele se multiplicam para dar vida ao seu povo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-5483466549612164291?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/5483466549612164291/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=5483466549612164291&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/5483466549612164291'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/5483466549612164291'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/10/divindades-de-mar.html' title='Divindades do Mar'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK9NKFEAV3I/AAAAAAAAA5g/UzdwCcgeAAk/s72-c/Sedna_brightened~sidesFilled.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-1631045078524461785</id><published>2010-10-08T13:55:00.000-03:00</published><updated>2010-10-08T13:55:00.293-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='América do Norte'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Esquimós'/><title type='text'>Ao norte do continente</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK9MvYvYpVI/AAAAAAAAA5c/vXFc_YoKEVs/s1600/sol-e-lua.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ex="true" height="256" src="http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK9MvYvYpVI/AAAAAAAAA5c/vXFc_YoKEVs/s400/sol-e-lua.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif';"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Os esquimós converteram-se num grupo individualizado por duas causas: primeiro pela sua origem européia, diante do asiático e minoritariamente polinésio dos povoadores da América, e depois, pelo seu total isolamento geográfico. A mitologia esquimó, estancada na sua envolvente física, guarda certos laços de união com o mito lapão, tanto pela sua origem comum como por ter que servir um povo enfrentado à mesma e hostil natureza. Dado que se trata de uma civilização muito primitiva, andada no nomadismo pelos imperativos geográficos, onde a subsistência provém exclusivamente da captura de presas vivas, da pesca e a caça, é completamente lógico que o seu panteão só faça referências a divindades que vivem entre as águas semi-geladas, ou que habitam no céu, aquelas que podem intervir nos fenômenos celestiais. As forças celestiais que cuidam, ou das quais há de se proteger, começam no casal de irmãos composto pela deusa do Sol e o poderoso deus da Lua, que têm a mesma personificação sexual que os dois deuses da mitologia germânica, embora gozem de uma maior importância e de maior poder do que os seus homônimos nórdicos. Segundo o mito, os dois irmãos sentiram desde o princípio dos tempos a necessidade de amar-se, e assim o fizeram mais de uma vez na escuridão da longa noite polar, mas o medo de que o seu amor culpado fosse descoberto inquietava-os constantemente, fazendo-os fugir e procurar-se ao mesmo tempo, numa corrida ao redor do firmamento que só cessa quando, se unem em eclipse, mas mantinha igualmente o mito de que também não era possível o encontro entre os dois irmãos, dado que a deusa do Sol está a uma altura muito maior, numa esfera do céu que o impotente deus da Lua nunca pode alcançar, por muito que corra atrás dela.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-1631045078524461785?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/1631045078524461785/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=1631045078524461785&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/1631045078524461785'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/1631045078524461785'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/10/ao-norte-do-continente.html' title='Ao norte do continente'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK9MvYvYpVI/AAAAAAAAA5c/vXFc_YoKEVs/s72-c/sol-e-lua.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-4972169330220070104</id><published>2010-10-08T13:52:00.000-03:00</published><updated>2010-10-08T13:52:50.665-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aztecas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='América do Norte'/><title type='text'>Outras divindades</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK9MPuW4XOI/AAAAAAAAA5Y/smmXuquEQC4/s1600/buh_tlaloc2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ex="true" height="400" src="http://4.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK9MPuW4XOI/AAAAAAAAA5Y/smmXuquEQC4/s400/buh_tlaloc2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Tlaloc, seguidor de uma das divindades pré-clássicas da chuva, o deus da serpente e, muito especialmente, do deus Chac dos maias, é uma das divindades mais antigas do panteão azteca. Tlaloc, como antes tinham feito Cocijo ou Tzahui, é o ser que se ocupa da tutela da água, o deus que pode fazer com que os campos floresçam e a vida possa continuar eternamente. Tlaloc, como antes Chac, era associado com os quatro pontos cardeais e com as quatro cores que os representavam, morava nas alturas das montanhas, velando pelas nuvens que nelas se formavam e nos templos estava no mesmo nível que o grande Huitzilopochtl. Como é natural, o ritual religioso de Tlaloc exigia o sacrifício de vítimas humanas, mas, talvez pela tremenda necessidade que a povoação tinha de aceder a essa água tão necessária, a exigência multiplicava-se, dado que eram os meninos recém-nascidos os que deviam servir de veículo de satisfação para o deus da chuva. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Ao lado de Tlaloc estava Chalchihuitlicue, a deusa do jade e da turquesa, cores das águas, era geralmente considerada sua esposa, e ela velava pelos rios e arroios, pelos poços e lagoas, sendo outra divindade agrícola da fertilidade. Chicomecoalt, a irmã de Tlaloc, outra divindade dos campos, amparava o milho, tendo uma especial personificação como deusa do milho que floresce, sob a denominação de Xílonen. Mas não era a única divindade do milho, o alimento mais importante dos aztecas, dado que junto dela está o casal formado por Cinteotl e a sua esposa Xochiquetzal, com os quais velava, por extensão, pelo bom fim de todos os cultivos. Finalmente, a deusa Tlazolteotl, por ter sido esposa de Tlaloc ao princípio, e depois do temível Tezcatlipoca, era a complexa divindade que presidia o amor entre os humanos, a deusa do amor carnal, por uma parte, e que depois se encarregava de ouvir as confissões que os fiéis faziam das suas faltas, para vigiar o cumprimento das correspondentes expiações correspondentes a essas faltas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-4972169330220070104?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/4972169330220070104/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=4972169330220070104&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/4972169330220070104'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/4972169330220070104'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/10/outras-divindades.html' title='Outras divindades'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK9MPuW4XOI/AAAAAAAAA5Y/smmXuquEQC4/s72-c/buh_tlaloc2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-7590548709405476114</id><published>2010-10-08T13:50:00.000-03:00</published><updated>2010-10-08T13:50:44.383-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aztecas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='América do Norte'/><title type='text'>Quetzalcóatl</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK9L0pCnZmI/AAAAAAAAA5U/evKWXs0vzCw/s1600/quetzalcoatl-human.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ex="true" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK9L0pCnZmI/AAAAAAAAA5U/evKWXs0vzCw/s320/quetzalcoatl-human.jpg" width="222" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif';"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;A figura de Quetzalcóatl também aparece muita destacada no mito Azteca, porque se trata do deus que se sacrifica pelos humanos para devolver-lhes a terra, entregando-se ele e o seu duplo, o seu nahual, ao reino dos mortos. Quetzalcóatl gozava da simpatia dos seus fiéis, dado que ele era o criador das artes e das indústrias, a divindade encarregada de fazer chegar tudo o que o ser humano tinha a seu favor, embora também fosse tratado como uma divindade temível, dado que se lhe devia sacrificar um belo escravo, comprado quarenta dias antes da festa do deus; do seu corpo se apoderavam os mais ricos comerciantes, dado que essa carne santificada também era manjar ritual. Mas, à parte dos sacrifícios de sangue, tão intimamente unidos com a religião azteca, o bom deus Quetzalcóatl, enfrentado a Tezcatlipoca, que tinha introduzido entre os habitantes da cidade de Tula a maldade e o vício, termina por ter que abandonar a sua própria terra, na qual os povoadores já tinham sofrido o castigo à sua desobediência, para sair para o mar, não sem antes prometer regressar algum dia glorioso, dia que se esperava ativamente, com uma sentinela constante das costas por onde se sabia que Quetzalcóatl regressaria para trazer só o bem ao seu povo. Tal foi o mito, e Hernan Cortês, informado da sua existência, aproveitou a firme crença da povoação azteca para apresentar-se, no seu esplendor de cavalheiro conquistador, armado e engalanado, como o navegante mitológico que regressava aos seus domínios, anulando com astúcia qualquer a possível resistência que o imponente império podia ter-lhe apresentado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-7590548709405476114?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/7590548709405476114/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=7590548709405476114&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/7590548709405476114'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/7590548709405476114'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/10/quetzalcoatl.html' title='Quetzalcóatl'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK9L0pCnZmI/AAAAAAAAA5U/evKWXs0vzCw/s72-c/quetzalcoatl-human.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-2223839661443203315</id><published>2010-10-08T13:48:00.000-03:00</published><updated>2010-10-08T13:48:59.462-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aztecas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='América do Norte'/><title type='text'>Tezcatlipoca</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Também Tezcatlipoca era uma divindade solar e lunar, o sol cálido do estio e a divindade noturna invisível. Agora falamos de um deus singular, um dos rivais Tezcatlipoca, dado que foram quatro os filhos de Ometeotl, cada um com uma das quatro cores simbólicas: branco, vermelho, preto e azul. Para maior complicação da figura divina de Tezcatlipoca, muitas vezes aparece o seu oponente Quetzalcóatl com a mesma caracterização que ele. Tezcatlipoca andava na noite, aterrando os infelizes ou contribuindo para cimentar a fama dos corajosos que mantinham a sua honra perante a terrível presença do deus, que era tão temido como respeitado, dado que a ele também lhe ofereciam abundantes sacrifícios humanos. Uma dessas festividades dedicadas a Tezcatlipoca era a do Toxcatl, para a qual se preparava um prisioneiro, sempre um homem jovem e bonito, durante todo um ano. Três semanas antes do seu sacrifício ritual, o prisioneiro considerado como a própria personificação do deus, era unido em casamento a quatro virgens escolhidas e estava com elas até que chegava o dia da cerimônia. Então, acompanhado pela nobreza era levado ao templo do sacrifício; lá, solitário, ascendia a longa escadaria com toda a majestade do deus encarnado. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK9LWqL5M9I/AAAAAAAAA5Q/iIWLpVCxopY/s1600/tezcatlipoca-depicted.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ex="true" height="368" src="http://4.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK9LWqL5M9I/AAAAAAAAA5Q/iIWLpVCxopY/s400/tezcatlipoca-depicted.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Na cimo, esperavam-no os sacerdotes e a faca de obsidiana que teria que abrir-lhe o peito de um único golpe, para que o seu coração pudesse ser levantado ao céu e jogado depois, com o corpo, pelas bancadas abaixo, de maneira similar como se fazia para satisfazer Quetzalcóatl e o grande Huitzilopoctl.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-2223839661443203315?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/2223839661443203315/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=2223839661443203315&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/2223839661443203315'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/2223839661443203315'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/10/tezcatlipoca.html' title='Tezcatlipoca'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK9LWqL5M9I/AAAAAAAAA5Q/iIWLpVCxopY/s72-c/tezcatlipoca-depicted.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-5259025400656270372</id><published>2010-10-08T13:47:00.000-03:00</published><updated>2010-10-08T13:47:05.640-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aztecas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='América do Norte'/><title type='text'>Huitzilopochtl - Deus supremo</title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK9K4rJlwOI/AAAAAAAAA5M/SQq7qZCn8yU/s1600/xochiquetzal-diosa-azteca.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ex="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK9K4rJlwOI/AAAAAAAAA5M/SQq7qZCn8yU/s1600/xochiquetzal-diosa-azteca.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif';"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Como é natural, o deus mais importante do panteão azteca, Huitzilopochtl, era também o deus da guerra, dado que este era o ofício por excelência da casta superior. Huitzilopochtl, filho da virgem Coatlicue e irmão de uma única mulher e dos quatrocentos do Sul, era a primeira divindade, a quem se atribuía a guia do povo azteca de Aztlan, no norte (a terra das gralhas), à margem do lago Texcoco, onde assentaram a capital do seu império. O deus supremo era, naturalmente, filho de uma virgem, como costuma fazer-se em todas as mitologias com os primeiros deuses, e diz-se, para centrar a razão dessa virgindade, que Coatlicue ficou grávida por obra do céu, dado que pôs no seu seio uma grinalda de penas de colibri, da qual nasceria a divindade suprema. Mas não se pensou que fosse possível tal gravidez, e os quatrocentos do Sul, guiados por uma das filhas, trataram de evitar a pretendida desonra da sua mãe, assassinando-a antes de poder dar a luz aquela criatura. Coatlicue conseguiu esquivar-ser do ataque dos seus anteriores filhos (logicamente também filhos de virgem), dando à luz o seu filho em forma de um homem adulto e completamente armado, como corresponde ao deus que tem que personificar a guerra e que luta com os seus quatrocentos irmãos que duvidaram da virgindade da sua mãe e quiseram matá-lo. Mas também é Huitzilopochtl quem, além disso, seria mais tarde o próprio Sol e nada menos que a águia, o astro por excelência e o animal mais poderoso da heráldica azteca. Huitzilopochtl, senhor de Sol e do Sul, com o seu vestido de penas e armado com o escudo na esquerda e a lança na direita, recebia o sacrifício ritual dos corações, ainda palpitantes, arrancados do peito daqueles que lhe serviam de oferenda.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-5259025400656270372?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/5259025400656270372/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=5259025400656270372&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/5259025400656270372'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/5259025400656270372'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/10/huitzilopochtl-deus-supremo.html' title='Huitzilopochtl - Deus supremo'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK9K4rJlwOI/AAAAAAAAA5M/SQq7qZCn8yU/s72-c/xochiquetzal-diosa-azteca.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-6591847249736734653</id><published>2010-10-08T13:41:00.000-03:00</published><updated>2010-10-08T13:41:47.460-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aztecas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='América do Norte'/><title type='text'>A Morte no centro da vida</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;O mito Azteca, como todos os mitos da América Central, girava ao redor da morte; a sua religião exigia sacrifícios de sangue e se movia ao redor de uma plêiade de divindades da morte e de muitas outras entidades menores e terríveis. Sobre todas essas criaturas do tenebroso mito infernal regiam, a partir do nono círculo, o mais recôndito do universo escuro de Chicnaujmichtla, os esposos Mictlantecuhli e Mictecacihualtl. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK9Jnuyg_TI/AAAAAAAAA5E/A35dxh5vEs8/s1600/2008_05_26_asteca.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ex="true" height="300" src="http://3.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK9Jnuyg_TI/AAAAAAAAA5E/A35dxh5vEs8/s400/2008_05_26_asteca.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;O Universo estava composto por uma série de planos paralelos, que iam dos nove, ou treze, exteriores, onde residiam os deuses (nos planos superiores) de planetas e astros que se vêem no firmamento, passando pelos céus e suas cores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Sob o plano do nosso mundo, debaixo desse disco que está no centro do Universo (rodeado por água em toda a sua periferia), se sucediam os planos paralelos, que aqui somavam nove, terminando no inferno para o qual iam as almas dos seres anônimos. Esse caminho durava quatro anos através de duras provas às quais eram submetidas às almas que não foram escolhidas por Huitzilopochtl, o grande deus supremo e divindade do Sol, que só se preocupava da morte dos seus escolhidos, os guerreiros. Ou ainda, aqueles que não foram escolhidos por Tlaloc, o deus das chuvas e a água, a quem correspondia os que tinham morrido pelas águas exteriores do céu e da terra, pelas tempestades e pelos raios, e por causa de doenças relacionadas com as "águas" interiores do corpo humano, numa estranha assimilação da gota e da hidropisia à água das nuvens, dos mares e dos rios. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;O nosso mundo, como os céus situados sob os deuses, tem quatro cores que situam nas suas quatro partes componentes: diante do preto do país da morte, situado ao Norte, está o azul, que corresponde ao país do Sul; diante do levante de cor branca, está o poente de cor vermelha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-6591847249736734653?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/6591847249736734653/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=6591847249736734653&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/6591847249736734653'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/6591847249736734653'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/10/morte-no-centro-da-vida.html' title='A Morte no centro da vida'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK9Jnuyg_TI/AAAAAAAAA5E/A35dxh5vEs8/s72-c/2008_05_26_asteca.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-2786159747023862128</id><published>2010-10-08T13:37:00.003-03:00</published><updated>2010-10-08T13:38:06.580-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aztecas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='América do Norte'/><title type='text'>Um pouco de história</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Para situar melhor o contexto histórico da cultura Azteca, digamos que os aztecas, um povo nahua, tinham chegado ao vale de México vindo do norte, mas sem que se possa precisar a sua origem, e fundam México em 1324, a sua capital, sendo, pois, a última das grandes civilizações que se instalam na zona e posteriores aos toltecas, que desalojam no poder, e os milenários maias, embora o seu império se desmorone completamente em 1521, enquanto os maias continuariam em pé durante outros cento e oitenta anos, depois de terem existido durante mais de dois mil e quinhentos anos. A sociedade Azteca estava estratificada em classes, duas superiores (sacerdotes e guerreiros), intermédias (comerciantes, dos camponeses e povo) e a inferior (os escravos). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;A terra era propriedade de todos, embora os teocalli ou templos tivessem as suas próprias terras, as teotlalpan (terras dos deuses) e os clãs eram a única forma de se transmitir e manter o poder, embora a grande maioria residisse na imensa legião de sacerdotes (um milhão, segundo os cronistas) que se ocupavam dos quarenta mil templos abertos em todo o império Azteca, e aos quais havia que pagar tributo, entregar as primícias da terra e prestar trabalho obrigatório. Além de servir as necessidades de tão vasta igreja, os produtos guardados nos celeiros e nos silos também serviam para ajudar a povoação em épocas de escassez. Por sua parte, os reis aztecas procuravam que a maior parte destas obrigações para com a religião e para com a sua própria corte fosse por conta dos povos conquistados, aliviando assim a sua gente, ao mesmo tempo em que se favoreceria o militarismo da casta guerreira, apresentado como uma vantagem para o povo devido à permanente conquista de territórios e à aliança com os povos fronteiriços.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-2786159747023862128?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/2786159747023862128/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=2786159747023862128&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/2786159747023862128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/2786159747023862128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/10/um-pouco-de-historia.html' title='Um pouco de história'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-7791976261467803268</id><published>2010-10-08T13:28:00.001-03:00</published><updated>2010-10-08T13:39:00.571-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aztecas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='América do Norte'/><title type='text'>Mitos da América do Norte</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Começamos por tentar resumir a mitologia mais barroca de América do Norte, a azteca, centrando-nos unicamente na descrição dos grandes deuses do seu panteão, dada a grande variedade de divindades menores, inclusive de outras muitas importadas de religiões que foram assimiladas juntamente com as vitórias territoriais. Em princípio, segundo o mito geral de América Central, e em particular o azteca, a criação do Universo se deve ao sacrifício de um deus, Ometeotl ("deus duplo"), ou Nanahuatzin, que, nessa constante sacralização do sacrifício, se transforma (Nanahuatzin está vinculado ao fogo) para dar-nos a construção do nosso mundo. Um mundo que também se constrói, por vontade de Ometeotl, a partir do seu sacrifício, engendrando na sua desaparição os quatros Tezcatlipocas. Com eles se vão sucedendo as quatro idades. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK9GXRSV_eI/AAAAAAAAA5A/Ej6JgRU6Kvc/s1600/Ometeotl&amp;amp;Omecinatl_small.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ex="true" height="400" src="http://4.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK9GXRSV_eI/AAAAAAAAA5A/Ej6JgRU6Kvc/s400/Ometeotl&amp;amp;Omecinatl_small.jpg" width="312" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Ometeotl&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;A primeira, quando o primeiro Tezcatlipoca se converte no Sol e faz nascer à humanidade; mas esse mundo termina, devido ao confronto entre os quatros Tezcatlipoca, com a destruição do Universo por Quetzalcóatl, através do dilúvio, com uma humanidade transformada nos peixes que habitaram nas águas vindas do céu. Depois se estabelece a idade dos gigantes, mas esta era termina com a queda do céu; na terceira idade, o fogo celestial arrasou a superfície do mundo; na quarta e última idade, o vento arrasou de novo a superfície terrestre e os humanos se transformam em símios. Após essa quarta idade, no mito nauatl, nascem de novo os homens numa terra também renovada, ao mesmo tempo em que os deuses saem do nosso mundo para ir para o dos mortos e deixar-nos viver sem o perigo das suas rivalidades. Naturalmente, há diversas versões do mito da criação, alguma delas com três idades (os homens de argila, os de madeira e os de milho) e outra com cinco idades, mas todas elas coincidem em apontar que o nosso mundo conheceu muitas mutações e que outras nos esperam no final de cada tempo, sob o olhar atento do deus principal, Huitzilopochtl.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-7791976261467803268?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/7791976261467803268/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=7791976261467803268&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/7791976261467803268'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/7791976261467803268'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/10/mitos-da-america-do-norte.html' title='Mitos da América do Norte'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK9GXRSV_eI/AAAAAAAAA5A/Ej6JgRU6Kvc/s72-c/Ometeotl&amp;Omecinatl_small.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-6091806111125471782</id><published>2010-10-07T13:14:00.004-03:00</published><updated>2010-10-08T13:29:03.456-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='persas'/><title type='text'>O mito da luta entre os oposto</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;No Presente, a Escuridão trata de conquistar a Luz; por isso, o Homem Primogênito, o filho da Mãe da Vida, trata de combatê-la com a ajuda dos seus cinco filhos, de Ar, Vento, Luz, Água e Fogo, que fazem de seu escudo e armadura; decidido, vai para os abismos, onde os seus filhos são devorados pelos demônios e a luz se mistura com a matéria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Há uma segunda criação que nos vai trazer a salvação, é a do Espírito Vivo, que também se conhece como Amigo da Luz, ou Grande Arquiteto, e ele vem acompanhado pelos seus cinco filhos: Ornamento de Esplendor, Rei de Honra, Adaman de Luz, Rei de Glória e Atlas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;O Espírito Vivo vai ao Reino da escuridão, mete-se no mais profundo e grita; o seu grito é ouvido pelo Homem Caído, nesse momento as duas divinas pessoas, a da chamada e a da resposta, se produziram. O Espírito Vivo entra no mais recôndito da Escuridão, com a sua mão direita toma a do Homem Primogênito, estabelecendo o cumprimento litúrgico maniqueu. Sai da sua prisão o Homem e regressa para o Paraíso de Luz, o seu mundo celestial; deste modo, o Homem Primogênito é o primeiro em cair e o primeiro em salvar-se. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK3yCUVT7WI/AAAAAAAAA4U/_CUwLwba5jM/s1600/encontro_de_opostos_(ESCHER).jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ex="true" height="295" src="http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK3yCUVT7WI/AAAAAAAAA4U/_CUwLwba5jM/s400/encontro_de_opostos_(ESCHER).jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Mas a alma ficou na Escuridão e Deus tem que organizar o mundo visível para conseguir a sua salvação, com a ajuda do Espírito Vivo e dos seus cinco filhos, castigando os Arcões; construindo com a sua pele os céus; as montanhas com os seus ossos; a terra com a sua carne e os seus excrementos; assim, dão forma a um Universo de dez firmamentos e oito terras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Com a Luz que se misturou com a Matéria, podem-se fazer três partes; da primeira, a que permaneceu pura, faz-se o Sol e a Lua; a pouco impura serve para construir as estrelas; o resto, impuro, terá que esperar a terceira criação para se limpar, à chegada do Terceiro Mensageiro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;O Terceiro Mensageiro constrói uma máquina com engrenagens de Ventos, Água e Fogo. Com ela tirou a Luz apanhada na Escuridão e, todos os meses, nos primeiros quinze dias, sobem as partículas de Luz salva, que são almas, em Colunas de Glória até à Lua. Na outra quinzena, as almas passam da Lua para o Sol, e de lá continuam o seu caminho para o Novo Paraíso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Além disso, o Terceiro Mensageiro aparece no Sol, como mulher excitante e nua aos Arcões, e estes ejaculam, e do sêmen que cai na terra brotam os filhos que devolvem a Luz engolida. Às Bruxas e Sereias aparece no Sol como um homem nu e atraente, e estas abortam. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;O sêmen que caiu no mar converte-se em monstro marinho, mas o Adaman de Luz atravessou-o com a sua espada. O sêmen que caiu na terra fez crescer cinco árvores das quais nascerá o resto das plantas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Mas a Matéria engendrou dois diabos, Ashacun e Namrael, para devorarem os restos dos demônios abortados, para evitar que a Luz escapasse, e tantos devoraram que da Luz engolida nasceram Adão e Eva. Em Adão é Jesus o Resplendor quem infunde a Consciência. Mas os descendentes de Adão e Eva se alimentaram na copulação e na procriação, seguindo os ditados da Matéria. Só os castos se salvarão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Virá o Apocalipse e a Terra arderá durante 1.468 anos. O resto da Luz subirá ao céu, enquanto se apaga o mundo visível e a Matéria e os demônios descem ao seu eterno presídio, a um poço sem fundo, para que Luz e Escuridão fiquem separadas também para sempre.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-6091806111125471782?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/6091806111125471782/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=6091806111125471782&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/6091806111125471782'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/6091806111125471782'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/10/o-mito-da-luta-entre-os-oposto.html' title='O mito da luta entre os oposto'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK3yCUVT7WI/AAAAAAAAA4U/_CUwLwba5jM/s72-c/encontro_de_opostos_(ESCHER).jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-2528631384436028926</id><published>2010-10-07T13:13:00.001-03:00</published><updated>2010-10-08T13:29:30.189-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='persas'/><title type='text'>O dualismo de Mani</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK3xn7AXBnI/AAAAAAAAA4Q/DgZ5iVlPhfk/s1600/duality+-+nilla.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ex="true" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK3xn7AXBnI/AAAAAAAAA4Q/DgZ5iVlPhfk/s400/duality+-+nilla.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif';"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Com a inegável base da dualidade entre Ahura e Ahriman, com as aportações dos hereges Marção e Bardesanes, com a herança gnóstica da iluminação interior, Mani constrói a sua teoria religiosa dos dois princípios e os três momentos, na qual se funda todo o seu credo. Mani diz que há duas substâncias antagônicas, a Luz e a Escuridão, os dois princípios que nunca foram criados e que sempre existiram, eternos e iguais, que vivem em duas regiões separadas do infinito. O reino de Deus, o da Luz, se encontra no Norte, no Este e no Oeste; o reino do mal está no sul, talvez porque ao sul de Pérsia esteja somente o deserto da Arábia e a solidão do mar, e que nas outras três direções, pelo contrário, se encontre o mundo habitado e habitável. Deus, a Luz, é o Pai de Grandeza; o mal é o Príncipe das Trevas. No mundo do Pai de Grandeza reinam as quatro notas harmoniosas da paz, a pureza, a doçura e a compreensão; no mundo do Príncipe das Trevas só há os quatro vícios da desordem, a estupidez, a abominação e a hediondez. Por sua vez, o mundo do Pai de Grandeza compreende cinco moradas: entendimento, razão, pensamento, reflexão e vontade, habitadas por inumeráveis leões, criaturas do bem. Antagônico em tudo, o mundo do Príncipe das Trevas é um poço onde se encontram, um sobre outro, os seguintes estratos de fumo, de fogo que consome, de vento destrutivo, de lodo e de escuridão, nos quais se encontram os cinco Arcões, chefes de cinco classes de repulsivas criaturas infernais. Pois bem, estes dois mundos separados foram no PASSADO, quando estavam bem afastados, na sua estrita dualidade, as substâncias: Espírito e Matéria, Bem e Mal, Luz e Escuridão. No tempo MÉDIO, misturaram-se as substâncias numa confusa amalgama, mas o Pai de Grandeza não abandonou a sua obra e lutou pelo resgate da verdade, por isso nos resta a grande esperança do FUTURO, quando a força do Pai de Grandeza restabelece a dualidade primordial e se voltam a separar as substâncias nos seus respectivos domínios; estes são, pois, os três momentos que aponta a doutrina do maniqueísmo, os três momentos que, junto com os dois princípios, são o dogma único no que tem que acreditar aquele que queira, de verdade, a salvação eterna da sua alma.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-2528631384436028926?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/2528631384436028926/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=2528631384436028926&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/2528631384436028926'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/2528631384436028926'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/10/o-dualismo-de-mani.html' title='O dualismo de Mani'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK3xn7AXBnI/AAAAAAAAA4Q/DgZ5iVlPhfk/s72-c/duality+-+nilla.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-3687640942521525696</id><published>2010-10-07T13:12:00.001-03:00</published><updated>2010-10-08T13:29:53.365-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='persas'/><title type='text'>Maniqueísmo - Religião de Mani</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Mani (o Manes dos gregos) nasceu em 14 de Abril do ano 216 no sul da Babilônia, numa família arsácida. O seu pai, Patik, ouviu a chamada divina e retirou-se dos prazeres da mesa, odiando a carne e o vinho, como odiou o sexo, para unir-se à seita dos baptistai, como lhes chamavam os gregos, ou Al, como lhes chamavam os árabes. Com o seu pai Patik Mani viveu até à idade de vinte e um anos, para depois separar-se dele e dos baptistai; a explicação da sua separação dessa seita é dada pelo mesmo Mani, ao narrar que o seu anjo gêmeo, ou da guarda, lhe veio comunicar, em 7 de Abril de 228, que devia sair dela aos vinte e quatro anos de idade, coisa que ele fez um dia desse mês de Abril que marca constantemente os fatos da sua vida, exatamente o 19 de Abril do 240. Imediatamente, Mani converte-se no Apóstolo da Luz, no Paracleto dos gregos, anunciando a nova religião revelada, da qual ele é o seu profeta, como o foram Adão, Zaratustra, Buda e Jesus. Vai de um lado para o outro do império sassânida e a sua religião alcança tal magnitude que se estende da Pérsia ao limite ocidental da Espanha e da Gália por Ocidente, e ao limite oriental de China no ano 675, e conhecendo lá a sua consagração como religião oficial ao ser decretada pelo mesmo imperador, ao mesmo tempo que ordena o primeiro bispo maniqueu. Depois, com o decurso do tempo, voltam as tradicionais religiões chinesas a impor-se à que chegou da Pérsia e o maniqueísmo acaba no ano 843, quando se proíbe na China, mas fica assentada com força em regiões como Fukiem e Formosa até o século XIV. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Noutras zonas da Ásia, como no Turquestão, o maniqueísmo continua vivo durante séculos e só termina a sua presença quando Gengis Kan o invade nos princípios do século XIII.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-3687640942521525696?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/3687640942521525696/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=3687640942521525696&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/3687640942521525696'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/3687640942521525696'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/10/maniqueismo-religiao-de-mani.html' title='Maniqueísmo - Religião de Mani'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-3787724602290543566</id><published>2010-10-07T13:10:00.002-03:00</published><updated>2010-10-08T13:30:25.231-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='persas'/><title type='text'>Mitra apaga-se - Jesus acende-se</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;A grande festa do renascimento mitraico celebrava-se grandiosamente em Roma no mês de Dezembro, exatamente no dia 25, desde que Júlio César deu o seu visto ao calendário definitivo que teria de reger no seu Império. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;César fixou esse dia 25 de dezembro como o dia oficial do solstício de inverno e, anos mais tarde, o imperador Aureliano, no ano 274, fixou o 25 de Dezembro como o dia dedicado a celebrar o nascimento do Sol, quando chegava a data do solstício de inverno e o dia, após ir encurtando-se, começava o seu crescimento que o levaria ao máximo, ao anual e renovado solstício de Verão. Como muito acertadamente aponta Isaac Assimov nos seus estudos comparativos sobre os textos bíblicos e o evangelho, a nova e triunfante igreja cristã, assentada também na mesma Roma que teve que combater e pela qual foi combatida, não teve mais remédio que aceitar a popularidade de Mitra e tentou substituí-lo com um Jesus menino nesse dia, embora tivesse que decorrer uma boa parte do século IV para que se chegasse a considerar o Natal como algo estabelecido. A partir dessa declaração da igreja cristã, da igreja de Jesus, o seu nascimento era o que tinha que celebrar-se anualmente no dia 25 de Dezembro e para não deixar detalhes soltos, "deixou grávida" Maria com uma antecedência de nove meses exatos, de modo que a sua Anunciação se celebraria no dia 25 de Março, quando Isabel estava no seu sexto mês de gravidez de João o Batista três meses (mais ou menos) por atrás da Anunciação, com tanta sorte que o seu calculado nascimento caiu muito perto do solstício de Verão, em 24 de Junho, fazendo com que com a discutida e discutível figura de João Batista, o primo, ou o irmão suposto e não admitido de Jesus, outro suposto Messias, ocupasse o outro grande espaço pagão por onde se podia escapar uma grande parte da nova paróquia tão duramente conquistada, contrapondo com êxito as novas divindades aos mais antigos e assentados cultos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-3787724602290543566?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/3787724602290543566/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=3787724602290543566&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/3787724602290543566'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/3787724602290543566'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/10/mitra-apaga-se-jesus-acende-se.html' title='Mitra apaga-se - Jesus acende-se'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-1586535169662969887</id><published>2010-10-07T13:08:00.003-03:00</published><updated>2010-10-08T13:31:26.645-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='persas'/><title type='text'>O Mistério de Mitra</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Na reserva e exclusividade dos reduzidos mitreus celebrava-se o mistério da vida e ressurreição, o culto mistérico de Mitra, o triunfador sobre a morte e doador de vida, o condutor de almas e o salvador dos humanos. O mistério de Mitra deve reconstruir-se também pelos restos arqueológicos, artísticos, dos mitreus, pois não há mais dados do que aqueles que ficaram gravados em suas paredes. Celebravam os banquetes de união entre os iniciados e também as provas de admissão à iniciação. Essas provas que eram set simbolizavam a passagem da alma humana pelas sete esferas planetárias, como no devido momento instituíram os assírios sobre o culto persa. Os sete graus eram estes:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;1.º o corvo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;2.º o oculto sob o véu nupcial&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;3.º o soldado&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;4.º o leão &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;5.º o persa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;6.º o mensageiro do Sol&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;7.º o pai &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Após as provas correspondentes, umas de piedade, outras de doutrina, outras físicas, após essa passagem pelos sete graus, o fiel podia considerar-se dentro do clã de Mitra, do grupo dos iniciados no culto mistérico, com o tácito diploma de fidelidade e pertinência ao Senhor do céu; porque nestes cultos mistéricos, a ideia era (e continua a ser nas maçonarias e outros ritos iniciáticos e simbólicos) a de fazer passar o iniciado pelas provas de dificuldade crescente, fazendo-o avançar gradualmente pela depuração terreal, antecipando-se às provas após a morte, fazendo no templo o que se supõe que a alma que tivesse passado as sete esferas planetárias da mão de Mitra teria tido que fazer para alcançar a vida eterna.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-1586535169662969887?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/1586535169662969887/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=1586535169662969887&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/1586535169662969887'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/1586535169662969887'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/10/o-misterio-de-mitra.html' title='O Mistério de Mitra'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-8377184899152825245</id><published>2010-10-07T13:07:00.001-03:00</published><updated>2010-10-08T13:31:54.376-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='persas'/><title type='text'>Os Mitreus</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Nos santuários de Mitra, nas grutas artificiais subterrâneas que são os mitreus, se representa uma concepção religiosa independente. O culto de Mitra é um culto mistérico, muito mais atraente e apaixonante do que o já periclitado culto oficial aos muitos e diferentes deuses que se foram assentando no super-povoado panteão romano. Resulta muito indicativo o fato de que os mitreus se vão estendendo centripetamente, dos postos avançados da legião, nos frontes permanentemente abertos, onde existe perigo de invasão, onde está o melhor do exército romano, para o interior do Império, sempre seguindo as linhas militares, para terminar implantando-se em Roma com um caráter muito marcado de culto ao rei, ao imperador. O deus aparece como matador do touro sobre o asse central. Veste uma túnica curta, capa e gorro frígio e, na sua mão direita, está a faca com que mata o touro, enquanto do sangue que brota da ferida do pescoço surge uma mata de espigas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Sobre a ala central está a abóbada ritualmente perfurada por onde entra a luz, de modo que essa luminária imita as estrelas do céu que está encomendado ao deus, enquanto o Sol, que um dia foi parte da personalidade de Mitra, além da Babilônia, passa a um segundo plano como auxiliar ou acento do poder divino de Mitra, para ser simplesmente um fiel discípulo seu, como o eram os novos acólitos da imaginaria mitraica romana, Cautes e Cautopates, outras duas figuras solares que aparecem como um par de jovens vestidos também com clâmide cingida à cintura e gorro frígio, para que não haja a menor dúvida da sua pertinência ao cortejo mitraico, Cautes com a tocha para acima, como símbolo de juventude, de primavera, de amanhecer; Cautopates com a sua tocha para abaixo, como recordatório da senilidade, do outono e do ocaso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-8377184899152825245?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/8377184899152825245/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=8377184899152825245&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/8377184899152825245'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/8377184899152825245'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/10/os-mitreus.html' title='Os Mitreus'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-2052565833420813475</id><published>2010-10-07T13:02:00.001-03:00</published><updated>2010-10-08T13:32:27.627-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='persas'/><title type='text'>O Triunfo de Mitra</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif';"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;No seu contato com o mundo grego, o deus solar dos assírios e o deus auxiliar dos persas, Mitra, passa a enriquecer-se com os dons pessoais de três deuses olímpicos: Apolo, Hermes e Hélios. Mitra se engrandece e aproxima do modelo clássico ao receber graças divinas de Apolo, deus da juventude, da beleza e das artes; de Hermes, mensageiro dos deuses; de Hélios, o mesmo deus do Sol, por sua vez outra encarnação de Apolo. Depois de ter sido helenizado, o renovado Mitra é levado em triunfo pelos legionários romanos, originários ou destacados, da Ásia Menor para Roma, lá, no coração de um império onde os deuses gregos latinizados estão crescendo, o novo e apaixonante culto a Mitra se assenta com força entre a classe militar e os seus imperadores, muitos deles surgidos da própria milícia legionária, e ao estar protegida por tão influente casta, converte-se num dos principais, construindo-se templos subterrâneos, os mitreus, por todo o império romano, onde se adorava Mitra como o guarda desse universo celestial, matando o touro que, no Avesta, tinha sido criado por Ahura-Mazda e morto por Ahriman, de cujo corpo tem que brotar toda a vida que há sobre a Terra, o touro que é fonte de vida para o reino animal e para o reino vegetal. Com essa invocação de Mitra tauróctone, o deus das almas também se torna divindade da vida que renasce constantemente, da vida que brota estacionalmente. Outras vezes aparece saindo da rocha afundada onde a ponte das almas tem a sua base, leva numa mão a faca com que tem de sacrificar o touro e na outra uma lanterna. Também vemos Mitra saindo entre as folhas de uma árvore, conseguindo que a água, também fonte de vida, brote abundantemente com a sua divina presença.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-2052565833420813475?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/2052565833420813475/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=2052565833420813475&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/2052565833420813475'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/2052565833420813475'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/10/o-triunfo-de-mitra.html' title='O Triunfo de Mitra'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-6731158341081606310</id><published>2010-10-07T13:00:00.002-03:00</published><updated>2010-10-08T13:33:01.181-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='persas'/><title type='text'>Mitra</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK3ujwtSx4I/AAAAAAAAA4I/0cs0yIR7OrA/s1600/mitra.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ex="true" height="358" src="http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK3ujwtSx4I/AAAAAAAAA4I/0cs0yIR7OrA/s400/mitra.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Assim como os deuses gregos tinham passeado entre os céus e a terra, sem deixar de morar em ambos, Mitra é o primeiro deus exclusivamente celestial, morador das alturas inalcançáveis para os mortais, guarda das regiões destinadas às almas que triunfam nas duras provas do último julgamento e condutor do seu trajeto através das sete esferas. Mitra tinha nascido na união entre índios e iranianos, e assim vê-se como aparece entre as linhas dos textos sagrados índios, nos Vedas, mas também o Avesta persa o faz seu, embora custe muito fazer com que o monoteísmo zaratustriano deixe que uma nova figura divina entre no escasso espaço que deixam as duas forças opostas e complementares do bem e do mal, de Ahura e de Ahriman. Mitra já existia na Babilônia conquistada pelos persas e nessa cidade, agora residência de inverno da nova corte, se misturam os seus dados originais com os da antiga divindade babilônica de Shamash, o deus do Sol; também com a influência astronômica e astrológica dos assírios, o céu persa, o céu dos três planos, se enriquece e passa a ser um firmamento composto por sete esferas, incorporando os reinos do Sol, da Lua e dos astros e estrelas, os sete planos por onde hão de transitar as almas, com a sábia e benfeitora guia de Mitra. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Mas Mitra, apesar da sua importância, não é nenhuma divindade principal, é apenas um dos veneráveis, dos santos que acompanham Ahura-Mazda e que estão ao seu lado na sempiterna luta. Mitra tem o seu lugar preciso na montanha fendida, onde se apóia a ponte que leva as boas almas para o céu, porque ele é o deus desse céu, o deus da salvação para as almas dos mortais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-6731158341081606310?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/6731158341081606310/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=6731158341081606310&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/6731158341081606310'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/6731158341081606310'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/10/assim-como-os-deuses-gregos-tinham.html' title='Mitra'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK3ujwtSx4I/AAAAAAAAA4I/0cs0yIR7OrA/s72-c/mitra.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-4411405534873175228</id><published>2010-10-07T12:59:00.001-03:00</published><updated>2010-10-08T13:33:26.293-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='persas'/><title type='text'>Uma religião do Estado</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif';"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;O zoroastrismo serviu de motor para a conquista do império pela dinastia sassânida. Com eles no trono, o Avesta tomou a sua forma definitiva, com salmos, mandamentos, relatos sagrados, orações e liturgia. O Avesta fala-nos da complicada composição militar e política das hostes do bem e do mal; no exército de Ahurada, e com ele no Conselho, estavam os seus seis ministros, os arcanjos Amchaspends: Ardibibich, encarregado do fogo; Bahman, encarregado dos animais; Chariver, a cargo dos metais; Jordad, das águas; Murded, ministro do reino vegetal, e Sipendarmich, senhor da terra. Por baixo dos ministros estava a legião dos anjos Yazata e a outra das mulheres-anjos. O exército do mal, sob o comando do demônio Ahriman, tinha a sua corte dos diabos, ou Divs: Aechma, encarregado da ira; Akono, a cargo das tentações; Indra, que se encarregava das almas condenadas ao inferno; Naosijaita, que insuflava a soberba nos humanos; Sorú, o encarregado de aconselhar o mal aos dirigentes e de induzir o crime nos súbditos. Por baixo deles estavam os demônios menores, masculinos e femininos, que se encarregavam de todas as ações perversas que os seus chefes Divs lhes encomendassem. O ser humano herdou o castigo merecido pelo preço dos primeiros pais, Yima e Yimé, que se levantaram contra o seu deus, julgando-se iguais, embora este lhes tivesse dado a vida e o conhecimento, construído o Paraíso e salvo do Dilúvio. O ser humano, pois, agora tinha que fazer com que a sua vida decorresse pelo reto caminho, ouvindo os conselhos dos arcanjos e anjos e rejeitando as tentações e as provocações de demônios e diabos. No final da sua vida, a alma tinha que passar a ponte de Chinvat, onde sofria a pesagem definitiva, para ver se prevaleciam as boas ações ou se, pelo contrário, o condenavam às suas culpas, como no julgamento do mito egípcio, mas com a diferença de que, à passagem das almas, a ponte se alargava e tornava reta para os bons e estreita e tortuosa para os pecadores, que terminavam por cair dela e submergir-se nas profundidades do inferno eterno.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-4411405534873175228?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/4411405534873175228/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=4411405534873175228&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/4411405534873175228'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/4411405534873175228'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/10/uma-religiao-do-estado.html' title='Uma religião do Estado'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-8239717847665007560</id><published>2010-10-07T12:58:00.001-03:00</published><updated>2010-10-08T13:33:49.044-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='persas'/><title type='text'>Antecedentes do Zoroatrismo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif';"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Quando o zaotar recebe a visita do arcanjo da sabedoria, de Bou mano, com o qual vai ser iniciado nos segredos da criação e na essência única do deus Ahura, também é ensinado a comportar-se de acordo com a sua divina vontade, dado que recebe o prontuário sacro da forma em que devem ser as relações do homem com os vivos e os mortos, como há que queimar os restos mortais e não entregá-los sacrilegamente à terra, como há que cuidar dos animais domésticos, como deve ser o comportamento do ser humano com o fogo e a água, com os metais e a terra, com a vegetação e os seus frutos. Zaratustra recebe, pois, a ciência infusa, o conhecimento total de Deus, mas não é uma cerimônia fácil, dado que Ahriman também quer desbaratar esta obra e ataca o zoatar com as suas tentações, oferecendo-lhe todos os bens da terra em troca da sua promessa de não atacar o mal e os seus enviados. Zaratustra, tocado pela luz e a verdade, rejeita a oferta demoníaca e lança-se a pregar a palavra sagrada, a religião do único Deus verdadeiro. E a sua palavra ganha prova inequívoca através dos seus muitos milagres e assombrosos fatos, pois ele, com a graça de Ahura, já é Shaoshyans, um sábio que conhece todas as respostas a todas as perguntas ainda não formuladas, como soube responder com palavra justa ao malvado, ao demônio que ele descobre e sobre o qual é o primeiro em advertir a sua presença, em anunciar ao mundo do perigo da sua existência, com tanto êxito que até os reis ouvem a sua mensagem e fazem sua a doutrina invocada pelo santo Zaratustra quem, de novo, segundo o pouco que dele se sabe, nunca ocupou cargos públicos nem arrecadou fortuna ou poder, pois o simples fato do desconhecimento do lugar onde morreu, ou como foi honrado após sua morte, vem ser suficiente demonstração de que o homem de fé venceu o possível chefe religioso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-8239717847665007560?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/8239717847665007560/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=8239717847665007560&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/8239717847665007560'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/8239717847665007560'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/10/antecedentes-do-zoroatrismo.html' title='Antecedentes do Zoroatrismo'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-4312255771748672186</id><published>2010-10-07T12:56:00.002-03:00</published><updated>2010-10-08T13:34:11.821-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='persas'/><title type='text'>Texto Sagrado - Avesta</title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Segundo a religião zoroástrica, anterior em séculos ao texto sagrado do Avesta, ao livro composto muito tempo depois da morte de Zaratustra, talvez no século III da nossa era, sobre a base do que pregou o sábio e santo reformador, Ahura, o deus do bem e da verdade mantém uma luta cíclica contra o demônio Ahriman, contra a personificação do mal e da mentira. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK3tlM53eGI/AAAAAAAAA4E/_4oyQG8Hn7A/s1600/001KEngKhdAvesta%2520Cover%2520p0%2520p00.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ex="true" height="315" src="http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK3tlM53eGI/AAAAAAAAA4E/_4oyQG8Hn7A/s400/001KEngKhdAvesta%2520Cover%2520p0%2520p00.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;É uma longa batalha iniciada com aquela luta permanente da criação e que vai durar um total de doze mil anos, uma guerra com resultados desiguais e mutantes, na qual de três em três mil anos se vai produzir uma volta na sorte dos adversários. Assim Ahura, ou Ormuz, e as suas tropas vencerão em duas ocasiões, sendo em outras duas o triunfo para o exército do seu adversário Ahriman, para terminar definitivamente, decorridos os doze mil anos de combate, com a vitória de Ahura, do bem sobre o mal, da verdade sobre a mentira, da luz sobre as trevas. Será também o dia em que se produzirá o cataclismo universal que marca o fim dos tempos, quando chegar o momento em que um meteoro caia dos céus e venha chocar contra a nossa terra, como juiz e carrasco da humanidade. Após o seu choque, o planeta ver-se-á envolvido num abrasador mar de metal fundido purificador, mas o sofrimento não será igual para todos, vivos e mortos ressuscitados, dado que o fogo insuportável da penitência se repartirá segundo a justiça divina, para fazer cumprir a penitência exata que corresponde a todos e cada um dos seres humanos. Terminado o purgatório sobre a face da terra, chegado o momento em que todos os homens tenham expiado as suas faltas, se acabará o sofrimento e todos os seres humanos alcançarão a imortalidade prometida por Ahura, passando a habitar no seu reino eterno do bem e da luz.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-4312255771748672186?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/4312255771748672186/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=4312255771748672186&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/4312255771748672186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/4312255771748672186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/10/texto-sagrado-avesta.html' title='Texto Sagrado - Avesta'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK3tlM53eGI/AAAAAAAAA4E/_4oyQG8Hn7A/s72-c/001KEngKhdAvesta%2520Cover%2520p0%2520p00.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-7372785964524227853</id><published>2010-10-07T12:53:00.002-03:00</published><updated>2010-10-08T13:34:48.156-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='persas'/><title type='text'>A Criação</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK3sxjfC0MI/AAAAAAAAA4A/x6BHEIjEYVU/s1600/Ahura-Mazda-wings.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ex="true" height="253" src="http://3.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK3sxjfC0MI/AAAAAAAAA4A/x6BHEIjEYVU/s400/Ahura-Mazda-wings.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif';"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Ahura falou a Zaratustra e lhe revelou a verdade sobre a criação, sobre a sua criação de um universo criado por sua vontade do nada, para evitar que o mundo se deslizasse para o abismo do Erjana Veja criado pelo deus da morte Ahriman, para esse território gelado no qual os dez meses de frio apenas são contrariados pelos dois escassos meses de sol, desse mundo maldito em que o curto verão não chega a aquecer suficientemente para permitir a vida. Por isso, para nós os humanos, o deus Ahura criou o paraíso, Ghaon, o lugar onde mora Sughdra, onde florescem as rosas e cantam os pássaros; mas Ahriman tentou desbaratar a sua beleza, criando os insetos que atacam as plantas e os animais. Ahurada fez aparecer depois a cidade santa de Murú e Agra Manyú a infestou com todos os vícios e mais a mentira que tudo corrompe. Ahura não desfaleceu e criou a cidade exemplar de Bachdi, rodeada de campos férteis, pastos povoados com todas as classes de gado, uma rica e florescente cidade à qual Agra Manyú enviou as suas feras e bestas para devorarem o gado que pastava nos viçosos pastos de Bachdi. Mas Ahura contra-atacou construindo a cidade religiosa de Nisa, que Ahriman rodeou com a nuvem da dúvida, para corromper a sua fé. De novo Ahura retomou o seu trabalho criador e pôs em pé a próspera e laboriosa cidade de Harojú, a qual Ahriman mandou a negligência para empobrecê-la. E a luta sempre continua, com Ahura criando bondade e virtude por um lado, e Ahriman pela sua parte, destruindo continuamente a obra sagrada com a sua maldade. Ahura também explica a Zaratustra que é Agra Manyú quem espalha sem trégua entre as criaturas terrestres a mentira e a maldade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-7372785964524227853?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/7372785964524227853/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=7372785964524227853&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/7372785964524227853'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/7372785964524227853'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/10/ahura-falou-zaratustra-e-lhe-revelou.html' title='A Criação'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK3sxjfC0MI/AAAAAAAAA4A/x6BHEIjEYVU/s72-c/Ahura-Mazda-wings.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-5411608079577220984</id><published>2010-10-07T12:51:00.002-03:00</published><updated>2010-10-08T13:35:16.950-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='persas'/><title type='text'>Zaratustra</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Muito pouco se sabe da verdadeira história de Zaratustra, de Zoroastro, como o chamaram os gregos, e apenas se pode supor, pelo que se conta sobre a sua vida eremita e contemplativa, que devia ter sido um clérigo-cantor estático, um zaotar, dos que se isolavam para, na sua solidão e com a ajuda de substâncias tóxicas ou alucinógenas, tentar entrar no transe que lhes permita ascender às regiões superiores da divindade, até converter-se, como ele próprio o descreve, num Saoshyans, num sábio. Supõe-se que nasceu ao redor dos 628 a.C. na antiga cidade de Rhages, na Pérsia, no atual Irã que agora se chama Rayy. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK3sZu0vWuI/AAAAAAAAA38/y4G7MVq4e7s/s1600/parsis-zarathusthra11g.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ex="true" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK3sZu0vWuI/AAAAAAAAA38/y4G7MVq4e7s/s320/parsis-zarathusthra11g.jpg" width="289" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Segundo a lenda, conta-se que Zaratustra nasceu com o sorriso no seu rosto, como presságio da felicidade que trazia o predestinado menino. Calcula-se que morreu no ano 551 a.C., mas não se sabe com certeza onde aconteceu a sua morte nem se conhecem muitos mais dados da sua vida. O que nos transmitiu foi a sua revelação, que - aos trinta anos de idade - teve do deus único, Ahura, o Ormuz que chegou também pela mão dos gregos. Zaratustra já recebeu uma mensagem divina aos vinte anos de idade, quando Deus lhe ordenou que abandonasse a sua vida familiar para sair à procura de outra forma de vida, entregue à verdade e ao auxílio dos que nada possuíam, dando comida, bebida e refúgio do fogo aos humanos e animais que necessitassem deles. Após sete anos de retiro hermético, Zaratustra alcança finalmente a perfeição e é premiado com a mensagem divina que lhe trazem os arcanjos ao alcançar o estado de êxtase perfeito, levando-o à presença de Ahura. Essa revelação está escrita no livro do Avesta, que foi, além de um texto sagrado, uma rebelião contra o politeísmo inicial, uma revolta contra a antiga ordem dos persas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-5411608079577220984?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/5411608079577220984/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=5411608079577220984&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/5411608079577220984'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/5411608079577220984'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/10/zaratustra.html' title='Zaratustra'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK3sZu0vWuI/AAAAAAAAA38/y4G7MVq4e7s/s72-c/parsis-zarathusthra11g.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-4992483460610409055</id><published>2010-10-07T12:47:00.003-03:00</published><updated>2010-10-08T13:35:53.196-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='persas'/><title type='text'>Os Persas</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK3reMDloBI/AAAAAAAAA34/pmRQbUGWeAM/s1600/MAPA_P~1.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ex="true" height="298" src="http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK3reMDloBI/AAAAAAAAA34/pmRQbUGWeAM/s400/MAPA_P~1.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Os persas, as famílias de parsis e de medos, surgem na história da Mesopotâmia com força, relevando o império assírio e ocupando as suas capitais durante um breve período. Assim Nínive cai em seu poder no ano 606 a.C. e Babilônia passa a ser parte dos seus domínios no ano 538 a C, sob Ciro II. Os persas criam por sua vez um império ainda maior e poderoso que se estende por quase todo o território da Ásia Menor, englobando desde a fronteira natural com o subcontinente índio pelo Este, o Cáucaso pelo Norte, a península arábica pelo sul e as costas do Mediterrâneo pelo Oeste, incluindo nos seus extensos domínios as colônias adstritas à esfera de influência grega. Esta extensão geográfica e a diversidade de povos submetidos à influência política persa vai fazer nascer uma nova religião composta, em partes iguais, pelas tradições indo-iranianas e pelos mitos particulares de cada uma das zonas englobadas no novo e grande Império, numa muito vasta e mutante crônica, com altos e baixos militares, mas com uma história brilhante que se estende por mais de um milênio, através das dinastias aquemênides (até ao ano 330 a.C.), arsácidas (até ao ano 224) e sassânidas (até ao ano 654), até o momento em que a nova força religiosa e conquistadora do Islã termine, pela força das armas e quase completamente, com a rica tradição mitológica persa, acabando também com a religião que tinha sido fundada por Zaratustra no século VII a.C., exposta nos textos do Avesta, a base ideológica persa que permitiu a coesão do extenso e duradouro império a partir da última dinastia, a sassânida, e que seria mais tarde aumentada e reformada com a nova idéia do maniqueísmo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-4992483460610409055?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/4992483460610409055/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=4992483460610409055&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/4992483460610409055'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/4992483460610409055'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/10/os-persas.html' title='Os Persas'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/TK3reMDloBI/AAAAAAAAA34/pmRQbUGWeAM/s72-c/MAPA_P~1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-8506947443032898825</id><published>2010-10-07T12:43:00.007-03:00</published><updated>2010-10-08T13:36:27.172-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='persas'/><title type='text'>A Mitologia Persa</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Ainda hoje, a muitos milênios de distância da antiga e&amp;nbsp;desaparecida Pérsia, e entre os povos de tradição cristã, se continua celebrando a grande festa persa de Mitra; essa é também a festividade do santoral cristão; a festividade cívica do Ocidente, o tempo de reflexão na paz e de trégua na guerra. Com certeza,&amp;nbsp; Mitra já não é conhecido pelo seu nome, mas continua celebrando-se o seu nascimento com o Natal, o nascimento anual e eterno do deus. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Também da Pérsia, do monoteísta Zaratustra, herdamos dos povos da rama Judéia essa noção e o conceito aliado do confronto necessário entre o bem e o mal, entre Deus e demônio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-8506947443032898825?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/8506947443032898825/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=8506947443032898825&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/8506947443032898825'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/8506947443032898825'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/10/mitologia-persa.html' title='A Mitologia Persa'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-3237004549706932238</id><published>2010-08-22T22:51:00.002-03:00</published><updated>2010-08-22T23:00:17.457-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Egito'/><title type='text'>Deuses e animais</title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/THHT6KNU5DI/AAAAAAAAA2o/GARPMTjib0Q/s1600/hator.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ox="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/THHT6KNU5DI/AAAAAAAAA2o/GARPMTjib0Q/s320/hator.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Se a alegre e feliz Hátor tinha a forma de uma vaca, o seu animal companheiro era o muito relevante deus Ápis, o boi divino adorado desde os primeiros tempos da existência do Egito, embora não chegasse à sua categoria celestial. Não é de admirar esta representação animal dado que todos os deuses egípcios tinham uma característica animal que geralmente portavam nas suas figurações em lugar da cabeça humana, quer fosse uma de falcão, como no caso de Hórus; de chacal ou cão, como a que distinguia Anúbis; de leoa, como a que personificava a deusa Sekhmet; de vaca, como às vezes levavam Ísis e Neftis; de bode, como podiam luzir Khnum; a cabeça de gato que diferenciava Bastet e Mut; a de ganso que era a de Amon; o íbis e o macaco que encarnavam o supremo Toth; o escorpião que representava o espírito da deusa Selket. &lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Mas o boi Ápis era um verdadeiro animal, selecionado entre os seus congêneres de acordo com umas marcas sagradas que deviam exibir, para servir de centro do seu culto; era cuidado no seu templo de Mênfis durante vinte e cinco anos, se chegasse a alcançar tal idade, depois era afogado e mumificado, para dar lugar ao seu sucessor. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas junto da magnificência do boi Ápis, não há que esquecer o escaravelho sagrado, o Khepri, representação viva e múltipla do deus do sol e venerado em todos os cantos do Egito, sendo uma das representações mais freqüentes da divindade solar, que faz parte essencial da civilização egípcia e que está imortalizado entre os signos escolhidos para a linguagem escrita.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-3237004549706932238?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/3237004549706932238/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=3237004549706932238&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/3237004549706932238'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/3237004549706932238'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/08/deuses-e-animais.html' title='Deuses e animais'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/THHT6KNU5DI/AAAAAAAAA2o/GARPMTjib0Q/s72-c/hator.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-5277809977220532466</id><published>2010-08-22T22:45:00.001-03:00</published><updated>2010-08-22T22:48:56.514-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Egito'/><title type='text'>Hierarquia do Mundo dos Mortos</title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/THHTbSn4v3I/AAAAAAAAA2g/PwaDIuFUfP8/s1600/Maat%25200001%2520www_templodeapolo_net.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="307" ox="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/THHTbSn4v3I/AAAAAAAAA2g/PwaDIuFUfP8/s400/Maat%25200001%2520www_templodeapolo_net.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Osíris, com Hórus, Toth e Maát e os seus quarenta e dois assessores especializados nas quarenta e duas faltas que deviam ser calibradas, (sete vezes seis, um número duplamente mágico), presidia as cerimônias do estrito julgamento dos mortos. Ante ele eram pesadas as boas e as más obras do defunto, a alma ou resumo da sua vida, e julgava-se essa relação de pecados ou virtudes. Mas não terminava o trâmite com a pesagem e defesa do defunto; após essa primeira parte, se passava a contrastar se o exposto tinha sido certo e tudo o que era julgável tinha sido trazido à luz. A veracidade do julgamento da alma era verificada com a pesagem minuciosa e precisa do coração, colocado na balança diante de uma leve pena, e bastava que esse coração fosse o que inclinasse a balança para o seu lado para que se condenasse o morto na verdadeira prova final, sendo que deveria padecer todos os sofrimentos possíveis, imobilizado na escuridão da sua tumba ou imediatamente o seu corpo devorado por uma aterradora divindade, Amit, uma criatura com cabeça de crocodilo ou leão e corpo de hipopótamo que aguardava pacientemente o mentiroso. Se tudo estava a favor do defunto, Osíris premiava-o com o renascimento e a passagem para a vida eterna. Mas junto dele estavam outras duas divindades especializadas no ciclo da morte: Anúbis, filho de Néftis e Osíris, embora criado e educado por Ísis, e Upuaut, um antigo deus da guerra. Os dois aparecem sempre com cabeça de chacal, ou de cão (especialmente Anúbis) acompanhando Osíris no transe do julgamento como seus primeiros auxiliares. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eram dois seres acostumados a cuidar dos mortos, um por ter ajudado no seu dia a embalsamar o cadáver de Osíris, e o outro por ter tido que fazê-lo em tantas ocasiões, quando guiava as expedições guerreiras e devia cumprir o ritual com os seus guerreiros falecidos em combate.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-5277809977220532466?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/5277809977220532466/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=5277809977220532466&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/5277809977220532466'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/5277809977220532466'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/08/hierarquia-do-mundo-dos-mortos.html' title='Hierarquia do Mundo dos Mortos'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/THHTbSn4v3I/AAAAAAAAA2g/PwaDIuFUfP8/s72-c/Maat%25200001%2520www_templodeapolo_net.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-753586878839417172</id><published>2010-08-22T22:43:00.000-03:00</published><updated>2010-08-22T22:43:26.186-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Egito'/><title type='text'>O imponente Mundo dos Mortos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se grande era o poder dos deuses e quase tanto o dos seus designados, os faraós, o mundo da morte era, em definitiva, o que governava a vida dos humanos, dado que toda a vida se orientava a cumprir com o custoso rito do enterramento, da preservação do corpo do defunto e da reunião dos muitos bens que deviam acompanhá-lo na sua marcha para a vida eterna. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/THHSJydw4oI/AAAAAAAAA2Q/Zi7h0J3u4CI/s1600/Hapi%25200001%2520www_templodeapolo_net.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" ox="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/THHSJydw4oI/AAAAAAAAA2Q/Zi7h0J3u4CI/s400/Hapi%25200001%2520www_templodeapolo_net.jpg" width="387" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além de todo este cortejo de móveis, barcas rituais, imagens do morto, efígies dos deuses menores e maiores, alimentos, livros de orações e conselhos, devia permanecer o corpo, tão intacto como se soubesse fazer, porque ainda não se tinha chegado a abstrair a idéia da "alma", e só se identificava a possibilidade da vida após a morte com a conservação do aspecto humano. Por isso, nos enterros mais privilegiados conservavam-se embalsamadas por separado, junto da múmia igualmente embalsamada, as vísceras do defunto, dado que não resultava possível, pela sua rápida deterioração, mantê-las dentro do cadáver. Aqui desempenhavam um papel decisivo os quatro filhos de Hórus, dado que -como faziam com as entranhas de Osíris- eles cuidavam do bom estado das vísceras humanas e as protegiam de qualquer perigo que pudesse ameaçá-las. As quatro repartiam as suas funções da seguinte maneira: Imset (Amsiti) estava ao cuidado da vasilha que continha o fígado; Hapi velava pela urna onde se encontrava o pulmão; Duametef (Tuemeft) vigiava o estômago do defunto; e, finalmente, Quebsnauf (Kebsnef) cuidava do vaso no qual se conservavam os intestinos. Mas os quatro filhos de Hórus não estavam sozinhos nestas transcendentais tarefas, dado que Ísis acompanhava Imset; Neftis estava com Hapi; Duametef cumpria a sua missão junto de Neith, a deusa das águas do Nilo; e Selket, a deusa-escorpião que estava com Ísis na hora do parto de Hórus, estava com Kebsnef.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-753586878839417172?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/753586878839417172/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=753586878839417172&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/753586878839417172'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/753586878839417172'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/08/o-imponente-mundo-dos-mortos.html' title='O imponente Mundo dos Mortos'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/THHSJydw4oI/AAAAAAAAA2Q/Zi7h0J3u4CI/s72-c/Hapi%25200001%2520www_templodeapolo_net.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-8156729672792503942</id><published>2010-08-22T22:39:00.001-03:00</published><updated>2010-08-22T22:40:09.361-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Egito'/><title type='text'>A luta entre reis e deuses</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como costuma contar-se em todos os mitos, uma vez passada a primeira época de harmonia, as criaturas terrestres, os seres privilegiados criados pela simples vontade de Rá, deus supremo, levantaram-se contra o seu senhor. Eram as sucessivas lutas à morte entre os inimigos da terra e as comitivas celestiais, lutas tão ferozes que foram desgastando as energias de Rá, até o fazer perder a sua força e babar. Com essa baba caída da sua boca, Ísis formou um barro e com ele construiu o áspide que - colocado no caminho do deus - envenenou Rá. Feito isto, Ísis apresentou-se diante do ferido, prometendo o antídoto em troca de que a divindade revelasse o seu nome secreto. Rá resiste enquanto pode agüentar a dor terrível, e trata em vão de esquivar a resposta, pois sabe que o nome da coisa e o poder sobre ela são uma única coisa. Mas afinal, vencido pela crescente dor, Rá tem que aceitar e dizer ao ouvido de Ísis esse nome que agora também ela vai conhecer, comunicando-lhe com esse ato a sua força total. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/THHRHbX95VI/AAAAAAAAA2I/CpYO74jMefk/s1600/sekmet1.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" ox="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/THHRHbX95VI/AAAAAAAAA2I/CpYO74jMefk/s200/sekmet1.jpg" width="185" /&gt;&lt;/a&gt;Uma vez vencido por Ísis, o enfraquecido Rá vai ser também o alvo de outros ataques dos seres humanos, e a sua vingança, através da deusa Sekhmet, a mulher-leoa que encarnava a guerra é tão terrível que quase termina com a humanidade, embora seja maior o amor que sente pela sua obra criadora, apiedando-se dos açoitados humanos justamente a tempo, ao enviar uma chuva de cerveja vermelha que cobre toda a superfície do planeta, confundindo Sekhmet, que a toma por sangue e trata de saciar a sua sede de morte com ela, embriagando-se com o vermelho líquido de tal maneira que deixa de executar a sentença de morte que Rá tinha decretado para os humanos. Depois deste ato de compaixão para com os seus ingratos filhos da Terra, Rá retira-se para sempre de todo o relacionado com os assuntos de governo, cedendo ao seu pai Geb, representante divino do planeta, o poder sobre o globo terrestre e quem sobre ele habita, pessoas, animais ou vegetais, mas sem o abandonar à sua sorte, dado que Rá se compromete a ajudá-lo com os seus conselhos e perpétua vigilância.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-8156729672792503942?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/8156729672792503942/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=8156729672792503942&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/8156729672792503942'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/8156729672792503942'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/08/luta-entre-reis-e-deuses.html' title='A luta entre reis e deuses'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/THHRHbX95VI/AAAAAAAAA2I/CpYO74jMefk/s72-c/sekmet1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-2095727278397897421</id><published>2010-08-22T22:36:00.003-03:00</published><updated>2011-02-02T11:18:18.311-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Egito'/><title type='text'>A batalha entre Hórus e Seth</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hórus já era um homem feito quando Ísis veio a ter com ele novamente, ela o ensinou a entrar em comunhão com o pai em Amentet (mundo dos mortos), e foi com Osíris que ele, Hórus, aprendeu a lutar e usar o arco e a flecha aprendeu a cavalgar e a domesticar os leões. Certa manhã a deusa Hator, filha de Rá, veio até o Nilo e avistou Hórus se banhando. A imagem do deus fez com que ela cantasse e dançasse de excitação e toda pessoa que ela fitava imediatamente se apaixonava. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ela passou a ficar muito próxima de Hórus desde então, e ele nutria por ela o mesmo interesse. Mas ela não era a única a se apaixonar por Hórus. Néftis à muito tempo já havia deixado Seth e este casou-se pela segunda vez com Tauret (a mais antiga deusa da fertilidade). Quando Tauret soube sobre o jovem e viril falcão de Tebas, logo foi procurá-lo para fazer dele seu marido. Seth que já não gostava de Hórus por sua descendência e por medo de que o menino-falcão viesse cobrar o trono de seu pai, ficou ainda mais furioso com a notícia de que sua esposa tivesse o procurado. Enfurecido Seth colocou a coroa de guerra, pegou sua adaga e foi à procura de Hórus, como quem caça um javali. E a hora chegou, mas a luta entre Seth e Hórus seria longa e angustiosa; uma briga que aparecia não ter fim, na qual um e outro infringiam tanto mal como o que recebiam do seu adversário. E eles lutaram. Durante oitenta anos, suas facas se chocaram. Lutaram brandindo as clavas e atirando flechas. Os dois deuses emergiam do Nilo como homens, de pé sobre o dorso de crocodilos. Transformaram-se em Ursos, mordendo e dando patadas, transformaram-se em cobras, em feras selvagens, em asnos em falcões e leões. Transformados em hipopótamos, mergulharam nas águas claras do Nilo, apiedada, Ísis fez sua própria lança e, sem saber qual dos hipopótamos era seu filho, fincou sua arma nas costas de Hórus. Hórus precipitou-se das águas como uma pantera selvagem e correu atrás de Ísis, que fugiu como uma gazela amedrontada. Finalmente ele a apanhou, ergueu a faca e com um golpe arrancou-lhe a cabeça. Percebendo o que fizera, que sua cólera o traíra e que ferira Ísis mortalmente, Hórus deixou cair a arma e correu para as montanhas com a intenção de nunca mais voltar. Toth desceu a Terra e com palavras de magia colocou uma cabeça de vaca sobre os ombros de Ísis e a ressuscitou. Seth seguiu Hórus e o encontrou dormindo, sob o luar, debaixo de uma tamareira. Hórus acordou tarde demais, Seth já havia o agarrado. Com sua adaga que já havia rasgado Osíris, Seth arrancou os dois olhos de Hórus jogando-os ao sopé da montanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/THHQFb47CEI/AAAAAAAAA2A/UxXERE2C3E8/s1600/Horus.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" ox="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/THHQFb47CEI/AAAAAAAAA2A/UxXERE2C3E8/s400/Horus.jpg" width="245" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hator, a deusa da festividade, da dança e da alegria encontrou seu amado Hórus deitado com a face virada para baixo. Ela começou a dançar e cantar para alegrar o deus. Quando viu que o deus-falcão estava sem os olhos, espremeu seu peito até que até as cavidades oculares de Hórus. O leite da deusa fez com que Hórus voltasse a ver. Tão penoso foi o combate entre Seth e Hórus que Toth, o deus da Lua e a divindade da ordem e a inteligência, se apiedou dos combatentes e interveio para mediar na disputa, levando ambos ao tribunal dos deuses e fazendo comparecer também Osíris, para que todos pudessem ouvir as razões de um e dos outros. O tribunal sentencia que, na longa e controversa vista da briga entre Seth e Hórus, que durou nada menos que oitenta anos, os direitos sucessórios de Osíris pertencem a Hórus. O filho póstumo de Osíris recuperava o que correspondia pela sua linhagem: a sucessão no trono de Egito. Assim, o filho era reconhecido pela divindade como soberano indiscutível, dentro da tradição clássica que adjudicava aos reis e aos reinos um sentido de vontade divina. Por esta sentença, Seth perde o seu poder sobre as terras negras e férteis do Egito, voltando a reinar apenas na terra vermelha, mas ele não é castigado nem afastado do mundo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seth passa a ser também uma divindade necessária ao ser acolhido por Rá, para que se ocupe nos céus de alternar a noite com o dia e deixe que sejam os reis os que governem sobre a terra. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hórus, por sua vez, engendra quatro filhos: Imset (Amsiti), Hapi, Duametef (Tuemeft) e Quebsnauf (Kevsnef). Estes filhos, que acompanharão Osiris nos julgamentos aos mortos, também cuidam dos quatro pontos cardeais e se ocupam de velar pelas necessidades e pela saúde das entranhas de Osíris.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-2095727278397897421?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/2095727278397897421/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=2095727278397897421&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/2095727278397897421'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/2095727278397897421'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/08/batalha-entre-horus-e-seth.html' title='A batalha entre Hórus e Seth'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/THHQFb47CEI/AAAAAAAAA2A/UxXERE2C3E8/s72-c/Horus.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-4644666582044491933</id><published>2010-08-22T22:31:00.000-03:00</published><updated>2010-08-22T22:31:40.515-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Egito'/><title type='text'>Ísis aprisionada</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/THHPBKQc58I/AAAAAAAAA1w/dMfscbmTlQc/s1600/isis-horus.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" ox="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/THHPBKQc58I/AAAAAAAAA1w/dMfscbmTlQc/s320/isis-horus.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Certa manhã, quando Ísis e Néftis ofereciam pão ao Ka (a alma que cria e preserva a vida) de Osíris, foram capturadas pelos homens de Seth e amarradas como escravas. Seth levou Ísis para uma caverna escura e ali a trancou, ao seu lado colocou uma roca e novelos de linho, deu-lhe um cadáver como marido e obrigou-a a trabalhar dia e noite, fiando e costurando, sem descanso. A lua no céu crescia e minguava, e a barriga de Ísis ficava cada dia mais redonda. Toth, que também conhecia o tempo, começou a se preocupar com o aprisionamento da irmã e, com o propósito de libertá-la, enfiou sua esposa Seshat (deusa que registra o destino dos humanos) e Maát (deusa da verdade e justiça) disfarçadas de tecelãs. Num gesto abriram passagem para vários escorpiões que, com suas tenazes cortaram as cordas que amarravam a deusa. Aqueles que tentaram detê-la, os escorpiões matavam com picadas fatais, os capangas de Seth morreram um a un. Ísis caminhou do planalto arenoso até o delta e caindo em meio à touceira de papiro foi parteira de si mesma. Nascia Hórus, o menino dourado, o deus falcão. Com a presença devota da sua mãe, Hórus, foi educado no maior dos segredos, preparando-se com esmero e paciência. Porém, o sucessor do rei assassinado, ficou com Ísis apenas nos seus primeiros cinco anos de vida. Sabendo que não podia ficar no Delta, pois Seth já sabia do nascimento de Hórus, Ísis, como mãe protetora, partiu para os confins do Egito deixando seu filho aos cuidados da deusa-naja Renenutet. Assim Seth nunca encontraria o filho de Osíris, pois jamais acreditaria que uma mãe tão devotada como Ísis deixaria seu filho aos cuidados que outra pessoa ou deus.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-4644666582044491933?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/4644666582044491933/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=4644666582044491933&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/4644666582044491933'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/4644666582044491933'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/08/isis-aprisionada.html' title='Ísis aprisionada'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/THHPBKQc58I/AAAAAAAAA1w/dMfscbmTlQc/s72-c/isis-horus.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-5767662504543985470</id><published>2010-08-22T22:27:00.002-03:00</published><updated>2010-08-22T22:27:35.634-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Egito'/><title type='text'>A busca de Ísis</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ísis saiu em perseguição do baú por vários meses, suja e rasgada da dura jornada que a fez atravessar vários países, chegou finalmente a Biblos, na costa da Síria, onde se dizia que o esquife se desviara para a terra. Lá lhe contaram que, quando o caixão tocou a terra pela primeira vez, subitamente brotou uma tamargueira que prendeu em seu tronco a arca. Já dentro do caixão, agora na árvore, Osíris estava duplamente aprisionado. Ísis, então, foi à procura da árvore. Vários dias se passaram até que ela o encontrou e ali ficou em vigília.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por fim, Melcader, um rei sírio, e seu exército passaram por ali. O rei admirou tanto a altura, largura e o vigor da árvore que decidiu derrubá-la e transformá-la em uma coluna central de seu palácio. De nada adiantaram os gritos de Ísis, os soldados do rei afastaram-na e derrubaram a árvore levando-a com eles. Ísis, porém, seguiu o rastro do veículo e chegou, depois de caminhar por várias semanas, e por fim, chegou ao palácio. Quando Ísis viu a coluna central do palácio, ergueu suas longas asas e mostrou sua verdadeira face de deusa para o rei Melcader e a rainha Astarte.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Comovidos com a história que Ísis lhe contara e com o sofrimento que passara, os reis Melcader e Astarte derrubaram a coluna e cortaram a madeira que envolvia o caixão. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em retribuição Ísis passou um tempo na casa dos reis para cuidar de seus filhos e lançar-lhes feitiços de proteção e de cura. Os filhos e filhas do rei e da rainha Síria tanto se apegaram a deusa que, quando ela partiu, o filho mais velho do casal real, Maneros, partiu com Ísis em sua longa jornada de volta ao Egito. Depois de muito tempo no mar, finalmente o barco com Ísis chegou ao Egito (em Abidos, terra dos mortos). Maneros, filho mais velho de Melcader, não resistiu a viagem e morreu sem nunca pisar nas terras de Ísis, sua amada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Abrindo o caixão, Ísis dançava e chorava lamentando a morte do irmão, do amado, do marido. Enquanto dançava e cantava seus cantos de amor, os grandes portões do Céu se abriram, e as estrelas circulantes giraram tecendo um novo destino para Osíris, fazendo para ele uma nova coroa de rei. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os deuses comovidos ressuscitaram Osíris que deitou-se por mais uma noite com sua amada. Seu corpo, porém, ainda fraco pela morte sofrida, não era mais como antes e por isso Ísis escondeu o corpo fraco do irmão em um emanharado de rochas, um labirinto de pedras brancas. Então deixou-o ali apenas por uma noite e apressou-se em procurar Anúbis e Néftis para ajudá-la a Salvar Osíris. Seth, senhor da noite e das trevas, caçava javalis por perto de Abidos sob a luz do luar. Armado de Arco e flechas e com sua inseparável adaga, Seth aguçou a audição e farejou o vento. Sentiu um odor familiar e foi conferir o que era e logo chegou ao local onde Osíris estava guardado. Furioso o deus Seth golpeou, com sua adaga, várias vezes o corpo do irmão, separou a cabeça do corpo. Cortou fora os braços, as pernas e o pênis. Arrancou um por um os ossos das costas. Esquartejou o irmão como um animal morto e enfiou os pedaços num saco e atirou nas águas do Nilo. Sentindo o cheiro da morte, Anúbis avisou Ísis e Néftis e, juntos, correram até o rio. Ali, nas margem do Nilo, em Abidos, as deusas avistaram a cabeça cortada de Osíris.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ísis, no entanto, não estava disposta e entregar seu amado irmão à morte mais uma vez, pois ela já sabia estar grávida e queria que Osíris também o soubesse. Numa caverna próxima, Ela Anúbis e Néftis esconderam a cabeça de Osíris e decidiram que, juntos, iriam percorrer todo o Nilo, desde o Alto Egito até o Mar, à procura dos pedaços do deus morto, para que pudessem fazê-lo reviver novamente. Porém seria impossível reunir todas as partes do Corpo de Osíris. Um peixe, vendo o pênis do deus boiar sob as águas azuis do Nilo, abocanhou o órgão gerador de Osíris e mergulhou para o fundo do rio. Sobeck, o deus crocodilo, viu tudo, e para proteger as deusas na jornada infrutífera, seguiu a embarcação que era guiada por Anúbis. Em cada cidade onde eram encontradas partes de Osíris, eram erguidos grandes templos em sua homenagem, Assim Ísis protegia os fragmentos do marido e confundia Seth, pois esse acreditava que Ísis deixara os pedaços em algum lugar dentro dos templos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando finalmente todas as partes de Osíris, exceto o falo, foram encontradas, Ísis, Néftis e Anúbis voltaram para Abidos. O deus Toth foi o único a vê-los deixar o barco e entrar na caverna onde jazia a cabeça de Osíris, ele, comovido, desceu até a Terra e juntou-se ao grupo na empreitada de ressuscitar o seu irmão, qual ele mesmo ajudou a nascer. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como o peixe engolira o pênis de Osíris, Ísis fez outro de cedro e ouro, e dizendo palavras de poder, a deusa tentou ressuscitá-lo. Não adiantou. Toth, o deus escriba, senhor da inteligência, o deus lua, chamou Anúbis para ajudá-lo em sua tarefa: juntaram tiras de linho, encheram Osíris de flores e óleos, amarraram as tiras e ataram com cordões. Osíris agora iria reinar no reino dos mortos e ali lutaria contra Apófis.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-5767662504543985470?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/5767662504543985470/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=5767662504543985470&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/5767662504543985470'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/5767662504543985470'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/08/busca-de-isis.html' title='A busca de Ísis'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-7408105528667139461</id><published>2010-08-22T22:26:00.000-03:00</published><updated>2010-08-22T22:26:23.418-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Egito'/><title type='text'>A vingança de Seth</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seth continuou remoendo sua raiva e passou boa parte do tempo no deserto reunindo sua tribo de 72 companheiros. Entre eles estava Aso, a rainha da Etiópia, uma bela feiticeira cujos poderes, dizia-se eram tão grandes quanto os de Ísis. Foi Aso que, em sonho, entrou no quarto de Ísis e Osíris e anotou as medidas exatas do corpo do deus-homem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/THHOItsvA4I/AAAAAAAAA1o/CreI4iqF4ow/s1600/seth.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" ox="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/THHOItsvA4I/AAAAAAAAA1o/CreI4iqF4ow/s320/seth.jpg" width="174" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nesta época Osíris providenciou uma grande festa em comemoração aos 28 anos de sua chegada ao Egito. Sabendo da festa, Seth elaborou um plano. Modelou uma bela caixa de cedro do tamanho e formato de um homem, revestiu-a com folhas de ouro e a enfeitou com pedras de turquesa. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em meio à comemoração, chegou Seth e seus 72 companheiros vestidos com peles de animais, enquanto todos bebiam e dançavam no palácio, Seth trouxe seu presente e anunciou que, a caixa seria dada à quem coubesse deitado dentro dela. Os convidados provaram a caixa, um a um, mas nenhum dava o tamanho adequado, - Todos eram menores que a caixa - de maneira que chegou a vez de Osíris e ele sim, preenchia completamente o buraco da caixa, visto que Seth já a havia confeccionado com as medidas exatas obtidas por Aso. Os 72 conspiradores correram em direção do esquife, fecharam a tampa e a pregaram; depois soldaram as beiradas com chumbo derretido. Osíris gritou e se debateu para sair, mas sem resultado. Depois lançaram o rei, em seu esquife, ao Nilo e o rio arrastou a caixa e a sua carga para o mar. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-7408105528667139461?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/7408105528667139461/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=7408105528667139461&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/7408105528667139461'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/7408105528667139461'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/08/vinganca-de-seth.html' title='A vingança de Seth'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/THHOItsvA4I/AAAAAAAAA1o/CreI4iqF4ow/s72-c/seth.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-6718600651443729410</id><published>2010-08-22T22:22:00.001-03:00</published><updated>2010-08-22T22:23:00.593-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Egito'/><title type='text'>O nascimento de Anúbis</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seth governava toda a terra vermelha do Alto Egito. Nestas terras o antílope saltava em meio a vegetação escassa, cães selvagens percorriam a areia fria sob o clarão da lua e javalis revolviam com o focinho, o chão entre as rochas. Ali os homens se agrupavam, banhando-se no sangue vermelho da caça, cobriam a cabeça com peles de animais e se escondiam das rajadas de areia. Seth casou-se com a sua irmã Neftis, mantendo a tradição iniciada pelos seus antecessores divinos. Mas Neftis não ficara satisfeita com o matrimônio, porque ela amava Osiris. A raiva de Seth afastava-o cada vez mais do conforto da esposa. Ele deixava Néftis muito tempo sozinha. Todas as noites ela entrava furtivamente no jardim do palácio de Ísis e Osíris para ter o consolo de estar perto dos irmãos, para ouvir os belos cantos de Ísis. A cada dia que passava, Néftis procurava tornar-se mais parecida com Ísis. Fazia pequenas tranças em seus cabelos, perfurmava-os com óleo de Lótus e a pele com cinabre. Pediu à Heket, a deusa-rã, guardiã das transformações para que todos a confundissem com sua irmã.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/THHNB_NYEtI/AAAAAAAAA1g/EJHyH8t6nRA/s1600/anubis.jpg" imageanchor="1" style="cssfloat: left; margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="302" ox="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/THHNB_NYEtI/AAAAAAAAA1g/EJHyH8t6nRA/s320/anubis.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vestida como Ísis, chegou sozinha ao jardim do palácio onde sentou e chorou. Foi ali que Osíris a encontrou, triste e bela. Confundindo-a com sua irmã e esposa, Osíris deitou-se com ela. A barriga da deusa Néftis ficou dura e redonda, e para que Seth não desconfiasse de sua gravidez, ela se trancou no quarto e impedia que qualquer um viesse visitá-la. Foi então que, certa noite sob a lua cheia, Néftis deixou o palácio e seguiu para o deserto. Lá, agachada entre as rochas, sozinha, em meio aos uivos dos lobos ela deu a luz a um menino. Não pôde, contudo, levá-lo para casa, temendo que Seth matasse a ambos. Assim, deixou o menino no deserto coberto apenas por um cobertor. Pela manhã, ao trazer a bandeja com leite e frutas, a criada notou que a barriga de Néftis estava mole, não ouvindo choro de criança, percebeu logo o que acontecera. Correu até o rio para avisar Ísis. Embora a criada não o dissesse, Ísis pôde ver a criança em seus olhos, e percebeu que era o filho de Osíris - o único filho de Osíris vivo. Ísis chamou alguns galgos que, farejando, encontraram a criança. A deusa o banhou no rio e o protegeu com feitiços, levando-o para o palácio e criando-o como se fora seu próprio filho. Como Ísis não tinha leite, deu a criança para um dos galgos fêmeas que acabara de dar à luz, para que esta o amamentasse. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A criança, que fora chamada Anúbis ("o iniciador do dia"), cresceu forte e com instintos caninos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-6718600651443729410?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/6718600651443729410/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=6718600651443729410&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/6718600651443729410'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/6718600651443729410'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/08/o-nascimento-de-anubis.html' title='O nascimento de Anúbis'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/THHNB_NYEtI/AAAAAAAAA1g/EJHyH8t6nRA/s72-c/anubis.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-8145747288435175619</id><published>2010-08-22T22:20:00.000-03:00</published><updated>2010-08-22T22:20:11.727-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Egito'/><title type='text'>O nascimento dos deuses</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/THHMrMI1CgI/AAAAAAAAA1Y/crRdBFEDg8Y/s1600/osiris.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="262" ox="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/THHMrMI1CgI/AAAAAAAAA1Y/crRdBFEDg8Y/s400/osiris.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em algum lugar do Céu ou da Terra, a sutil Lua, Toth, jogou infindáveis partidas de damas com arrogante irmão Rá, o Sol, deixando ganhar a maioria dos jogos, porem Toth era um jogador habilidoso e durante um certo tempo apostou e ganhou cinco dias da luminosidade do Sol. O deus Lua recolheu os seus ganhos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Então os quatro deuses e deusas gerados pela Mãe Céu reuniram-se tirando a sorte para ver quem deveria nascer primeiro. Osíris concordou em sair primeiro e fazer as pazes com Rá, que havia impedido-os de nascer, juntando forças com o Sol para reavivar a Terra e devolver ao Nilo sua abundância. Mas Seth queria nascer primeiro e lutar contra Rá.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nasceu então Osíris, o primeiro deus-homem. Sua força era silenciosa; o saber sutil. Por onde ele passava, as rochas secas se fendiam e a água fluía pelo chão. Então, deformado pela ira, Seth rompeu a barriga de sua mãe, Nut, e caiu no chão. Tinha a cabeça de asno e seu nobre coração endureceu como um bloco de ferro. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No dia do nascimento de Seth, Rá enviou um vendaval cheio de fúria e arreia. Seth transformou-se numa áspide e, coleando, entrou pela greta de alguma rocha do deserto, esperando a tempestade passar. No terceiro dia, cessou o vendaval e então Ísis atravessou o portal do tempo, deixando Néftis sozinha na escuridão esperando pelo seu parto. No quarto dia, a deusa Néftis nasceu cercada de uma cortina de mistério. Dizem que na noite de seu nascimento os lobos uivaram e as rãs, engolindo o ar, saltaram das profundezas do rio. Diziam que a deusa trazia às Terras do Egito a verdade, mas a verdade só podia ser vislumbrada em sonhos. A partir desses modelos de deuses-homens e deusas-mulheres, foi feito o mundo. E os deuses chamaram essa Terra de Kemit.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-8145747288435175619?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/8145747288435175619/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=8145747288435175619&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/8145747288435175619'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/8145747288435175619'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/08/o-nascimento-dos-deuses.html' title='O nascimento dos deuses'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/THHMrMI1CgI/AAAAAAAAA1Y/crRdBFEDg8Y/s72-c/osiris.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-6811655982270103251</id><published>2010-08-22T22:18:00.000-03:00</published><updated>2010-08-22T22:18:09.134-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Egito'/><title type='text'>REMIT - Criação da Humanidade</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Rá, que havia criado o dia e a noite, a duração dos meses e do ano egípcio decreta, então, que ele poderia criar de si mesmo, seus filhos e filhas, qual chamaria de Remit (humanidade), e povoaria toda a Terra com eles, e mais ninguém, além da Remit, nasceria em qualquer dia ou noite do seu ano.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/THHMLPxQTlI/AAAAAAAAA1Q/PYQi0bdLnA4/s1600/ra.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" ox="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/THHMLPxQTlI/AAAAAAAAA1Q/PYQi0bdLnA4/s320/ra.jpg" width="265" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os filhos de Rá eram como sementes que caem no chão, e assim como as sementes podiam ser boas ou más. Levadas pelo vento até os confins do mundo, criaram raízes, prosperaram e cresceram como ervas silvestres. Não podiam ser contidas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enquanto isso anos, séculos ou até milênios se passaram. E impossível dizer quanto tempo os irmãos e irmãs de Rá, permaneceram, em gestação, no ventre escuro da Mãe-Céu Nut. Lá estava Osíris, deus da fecundidade, a divindade que representa e sustenta a continuidade da natureza; ele é quem faz nascer a semente, quem a amadurece e quem prepara os campos; Osiris é o princípio da própria vida. Lá estava Ísis a irmã e esposa de Osíris. Ísis reinará em igualdade sobre o extenso domínio do Nilo, em perfeita harmonia com o seu irmão, formando o casal positivo do binômio. Se Osíris se encarrega de proporcionar a vida aos humanos, Ísis está sempre à frente, após a invenção de todas as artes necessárias para desenvolver a vida, desde a moagem do grão até as complexas regras e leis da vida familiar. Lá estava Neftis, a segunda irmã e a menor de todos, não podia ter a sorte de Ísis, a sorte de ser esposa do bom e belo Osiris; por isso Neftis ficou à margem da felicidade; também por isso era a representação do resto do país útil, a deusa das terras menos felizes, as terras secas junto dos campos de cultivo. Lá estava Seth, o segundo homem e o terceiro dos filhos, é a criatura que pressagiou o seu destino ao nascer prematuramente, dado que abriu o ventre da sua mãe Nut, fazendo-a sofrer cruelmente; Set é o deus da maldade, o espírito negativo e o representante do deserto sem vida, a personificação da morte.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-6811655982270103251?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/6811655982270103251/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=6811655982270103251&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/6811655982270103251'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/6811655982270103251'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/08/remit-criacao-da-humanidade.html' title='REMIT - Criação da Humanidade'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/THHMLPxQTlI/AAAAAAAAA1Q/PYQi0bdLnA4/s72-c/ra.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-1632639582157174142</id><published>2010-08-22T22:10:00.001-03:00</published><updated>2010-08-22T22:11:54.711-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Egito'/><title type='text'>Os Mitos do Egito - Origem</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como em todas as civilizações antigas, a cosmogonia ocupa a primeira parte dos textos sagrados egípcios. Para os egípcios, como para o resto das grandes religiões, a criação do Universo faz-se de um único ato da vontade suprema, a partir do nada, da escuridão, do caos original. O seu criador chama-se Áton (Num ou Atum) e era o espírito primogênito, um indefinido ser. Nun foi o berço espiritual, da primeira força em que tomariam forma os novos espíritos, os dois primeiros filhos divinos nasceram com corpos de humanos e cabeças de leão. Tefnut, passional e emotiva tornou-se a deusa das águas que caem na terra, da umidade. Shu, o prático, a mente, o deus do ar. Juntos ficavam na areia sentados sob os tornozelos como esfinges de olhos dourados, fitando direções opostas com as caudas entrelaçadas guardando as entradas para o mundo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/THHKOf0AikI/AAAAAAAAA04/H_FrAZlDfts/s1600/aton_h2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" ox="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/THHKOf0AikI/AAAAAAAAA04/H_FrAZlDfts/s320/aton_h2.jpg" width="260" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Também Shu e Tefnut vão continuar a obra iniciada por Áton, criando da sua união, outros dois novos filhos. A filha, de nome Nut, era a aurora e o anoitecer, o céu. O filho, Geb, era a força vital e passional da Terra. Eles eram um par de amantes divinos; toda emoção sentida por Geb era também sentida por Nut. Os dois deitavam-se juntos como se fossem um só, num abraço tão longo quanto a eternidade. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um par de filhos foram os frutos dessa união celestial; o primeiro nasceu na aurora e recebeu o nome de Rá, a criança dourada, o nobre Sol. A segunda nasceu no anoitecer e recebeu o nome de Toth, o deus escriba, a Lua. As duas crianças projetavam luzes sobre os seus pais, que finalmente puderam ver os seus corpos, que antes só haviam tocado e sentido. Logo Nut estaria novamente grávida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;À medida que crescia a barriga da mãe céu, crescia igualmente o ciúme e a irritação do primogênito Rá, que, confiando na força de seu avô Shu, pediu ao deus do ar que erguesse Nut, afastando-a cada vez mais de seu amado irmão Geb, podendo vê-lo, mas incapaz de tocá-lo, exceto nas bordas do horizonte, onde os dedos das mãos e dos pés roçavam a Terra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-1632639582157174142?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/1632639582157174142/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=1632639582157174142&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/1632639582157174142'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/1632639582157174142'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/08/os-mitos-do-egito-origem.html' title='Os Mitos do Egito - Origem'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/THHKOf0AikI/AAAAAAAAA04/H_FrAZlDfts/s72-c/aton_h2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-7606669246188157388</id><published>2010-08-22T22:07:00.000-03:00</published><updated>2010-08-22T22:07:11.711-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Egito'/><title type='text'>A Mitologia Egípcia</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/THHJqfyEyoI/AAAAAAAAA0w/1h4GarvQuiA/s1600/egito1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" ox="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/THHJqfyEyoI/AAAAAAAAA0w/1h4GarvQuiA/s400/egito1.jpg" width="383" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A principal característica da mitologia egípcia, no seu contexto histórico, é a procura de uma idéia central que dê sentido à multidão de divindades regionais, locais, aos muitos seres celestiais e terrenos, aos animais divinizados; em resumo, trata-se do primeiro grande esforço do Ocidente por achar uma razão externa e superior, a primeira tentativa para alcançar uma fórmula que explique os mistérios e seja a unificadora de todas as crenças tradicionais. Para os egípcios, estava claro que o ciclo anual do Nilo com suas enchentes era a base da sua existência e a partir dessa deram o trono ao sol, princípio e fim de cada dia, de cada ciclo anual, sob as denominações de Rá, Aton ou Amon.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-7606669246188157388?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/7606669246188157388/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=7606669246188157388&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/7606669246188157388'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/7606669246188157388'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/08/mitologia-egipcia.html' title='A Mitologia Egípcia'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/THHJqfyEyoI/AAAAAAAAA0w/1h4GarvQuiA/s72-c/egito1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-5113402224496567307</id><published>2010-05-04T23:52:00.002-03:00</published><updated>2010-05-26T15:29:00.766-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Africa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ioruba'/><title type='text'>Oxalufã</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DdsY_n1DI/AAAAAAAAAyw/1OhfzsVz9dg/s1600/Oxaluf%C3%A3.bmp"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 261px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467613702321067058" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DdsY_n1DI/AAAAAAAAAyw/1OhfzsVz9dg/s400/Oxaluf%C3%A3.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt; &lt;style="font-family:Tahoma;font-size:10;"&gt;Oxalufã é o princípio da criação, o vazio, o branco, a luz, o espaço onde tudo pode ser criado, e também a paz, a harmonia, a sabedoria que vem depois do conflito (Oxaguiã). O fim do círculo e o recomeço. Oxalufã é o compasso da terra, Oduduwa. Caminha apoiado em seu cajado cerimonial, que é o também o símbolo da ligação que ele estabeleceu entre o Orun (o céu) e o Ayê (a terra). O grande pai ioruba, considerado a bondade masculina. &lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;São muitos os mitos que falam de Oxalá, mas o mais conhecido nos candomblés é o que conta que Oxalá sentia muitas saudades de seu filho Xangô, e resolveu visitá-lo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para saber se a longa viagem lhe seria propícia, foi consultar Orunmilá o deus adivinho, seu grande amigo. Este jogou os ikins (casca de caroços de dendezeiro) divinatórios e lhe disse que a viagem não se encontrava sob bons auspícios. E que se ele desejasse que tudo corresse bem deveria se vestir inteiramente de branco e não sujar suas roupas até chegar ao palácio, devendo também manter silêncio absoluto até o momento em que encontrasse seu filho.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;E assim fez Oxalá. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Exu, contudo, que adorava atormentar Oxalá, disfarçou-se de mendigo e apareceu no caminho deste, pedindo a ajuda para levantar um pesado saco de carvão que se encontrava no chão. Sem poder responder nada e sendo piedoso, Oxalá levanta o saco de carvão para Exu, mas estando este saco com o fundo rasgado, abre-se e cai sobre Oxalá sujando sua roupa branca.&lt;br /&gt;Exu ri loucamente e se vai. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Prevenido como sempre fora, Oxalá toma banho num rio e veste roupas brancas novamente. E segue seu caminho. Novamente Exu se disfarça e pede ajuda ao viajante, dessa vez para entornar um barril de óleo num tacho. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Sem poder responder para explicar e tendo boa vontade em ajudar, Oxalá levanta o barril e Exu o derrama sobre suas roupas, que desta vez não podiam mais ser trocadas, pois eram as últimas roupas limpas que Oxalá tinha para trocar. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Sujo e cansado, Oxalá vai seguindo seu caminho quando vê o exército de Xangô se aproximar dele, sinal de que estava bem perto de seu destino. Este, contudo, prende Oxalá, confundindo-o com um procurado ladrão. Como não podia falar, Oxalá nada diz e acaba jogado numa prisão durante sete anos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Neste meio tempo o reino de Xangô entra em decadência: suas terras não produzem alimentos, os animais morrem, o povo fica doente. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Desesperado, Xangô chama um babalaô que ao jogar o ikin lhe diz que todo o mal do reino advém do fato de haver injustiça na terra do senhor da justiça. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Xangô vai então averiguar pessoalmente todos os presos de seu reino e descobre Oxalá pai na prisão. Desolado, coloca o velho pai sobre suas próprias costas e o carrega para o palácio, onde se encarrega de banhá-lo e vesti-lo com suas alvas roupas, realizando a seguir uma grande festa.&lt;br /&gt;A cerimônia do candomblé chamada "Águas de Oxalá" rememora este episódio.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-5113402224496567307?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/5113402224496567307/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=5113402224496567307&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/5113402224496567307'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/5113402224496567307'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/05/oxalufa.html' title='Oxalufã'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DdsY_n1DI/AAAAAAAAAyw/1OhfzsVz9dg/s72-c/Oxaluf%C3%A3.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-4398723495559733673</id><published>2010-05-04T23:51:00.004-03:00</published><updated>2010-05-04T23:56:15.971-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Africa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ioruba'/><title type='text'>Oxaguiã</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DeONVijbI/AAAAAAAAAzI/HEnxfUhiz44/s1600/5oxaguian.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 290px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467614283307322802" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DeONVijbI/AAAAAAAAAzI/HEnxfUhiz44/s400/5oxaguian.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Oxaguiã, também conhecido como Ajagunã, é o conflito que antecede a paz; a revolução que antecede as transformações profundas; a instabilidade necessária ao dinamismo da vida e da sociedade e a busca do conhecimento.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por isso é compreendido como Oxalá moço, enquanto a paz, a tranqüilidade, a estabilidade, a sabedoria são compreendidos como Oxalá velho, Oxalufã. Ele é também guerreiro, e sente prazer em destruir para que o novo se estabeleça.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um dos mitos diz que Oxaguiã nasceu apenas de Obatalá. Não teve mãe. Nasceu dentro de uma concha de caramujo. E quando nasceu, não tinha cabeça, por isso perambulava pelo mundo, sem sentido. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um dia encontrou Ori numa estrada e este lhe deu uma cabeça feita de inhame pilado, branca. Apesar de feliz com sua cabeça ela esquentava muito, e quando esquentava Oxaguiã criava mais conflitos. E sofria muito. Foi quando um dia encontrou a morte (iku), que lhe ofereceu uma cabeça fria. Apesar do medo que sentia, o calor era insuportável, e ele acabou aceitando a cabeça preta que a morte lhe deu. Mas essa cabeça era dolorida e fria demais. Oxaguiã ficou triste, porque a morte com sua frieza estava o tempo todo acompanhando o orixá. Foi então que Ogum apareceu e deu sua espada para Oxaguiã, que espantou Iku. Ogum também tentou arrancar a cabeça preta de cima da cabeça de inhame, mas tanto apertou que as duas se fundiram e Oxaguiã ficou com a cabeça azul, agora equilibrada e sem problemas. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A partir deste dia ele e Ogum andam juntos transformando o mundo. Oxaguiã depositando o conflito de idéias e valores que mudam o mundo e Ogum fornecendo os meios para a transformação, seja a tecnologia ou a guerra.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-4398723495559733673?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/4398723495559733673/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=4398723495559733673&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/4398723495559733673'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/4398723495559733673'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/05/oxaguia.html' title='Oxaguiã'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DeONVijbI/AAAAAAAAAzI/HEnxfUhiz44/s72-c/5oxaguian.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-5331088898995876485</id><published>2010-05-04T23:49:00.003-03:00</published><updated>2010-05-04T23:55:08.279-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Africa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ioruba'/><title type='text'>Ajalá</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-Dd-1CETWI/AAAAAAAAAy4/S2ahiuuP_R8/s1600/oxala.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 266px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467614019085159778" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-Dd-1CETWI/AAAAAAAAAy4/S2ahiuuP_R8/s400/oxala.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;  &lt;div align="justify"&gt;Ajalá é o oleiro primordial. A parte de Oxalá responsável pela criação física dos homens, por seu corpo, sua cabeça (onde vive Ori). Ele representa o aspecto mais orgânico do ser humano; o tipo de barro, de maior ou menor qualidade, mais ou menos cozido (o que implica maior ou menor numero de problemas), mais claro ou escuro. Ajalá mistura ao barro folhas, frutas, minérios, sangues e uma série de materiais que determinam como será aquela pessoa, como Ori poderá agir nela. Estes ingredientes, com o tempo perdem o axé (energia) e precisam ser de vez em quando, repostos, o que é feito nos rituais do candomblé, entre eles a iniciação.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Diz um dos mitos que Ajalá foi incumbido de moldar as cabeças dos homens com a lama do fundo dos rios e outros elementos da natureza. Ele moldava as cabeças e as punha para assar em seu forno.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ajalá tinha, contudo, o hábito de embriagar-se enquanto cozia o barro e criou muitas cabeças defeituosas, queimando algumas e deixando outras com o barro cru. A causa dos problemas que muitas pessoas apresentam antes de serem iniciadas viria exatamente de um ori cru, ou queimado, ou mal proporcionado feito durante alguma bebedeira de Ajalá. Como os orixás não gostam de cabeças ruins, a pessoa ficaria desprotegida, sem a energia do orixá. Depois que Ajalá terminava de fazer os oris (cabeças) Obatalá soprava nelas e lhes dava eni, a vida. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ajalá é considerado avatar de Oxalá, mantendo as mesmas características. Não é cultuado. Apenas louvado.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-5331088898995876485?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/5331088898995876485/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=5331088898995876485&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/5331088898995876485'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/5331088898995876485'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/05/ajala.html' title='Ajalá'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-Dd-1CETWI/AAAAAAAAAy4/S2ahiuuP_R8/s72-c/oxala.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-5747750731635756066</id><published>2010-05-04T23:47:00.000-03:00</published><updated>2010-05-04T23:48:55.525-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Africa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ioruba'/><title type='text'>Ori</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Ori é o deus portador da individualidade de cada ser humano. Representa o mais íntimo de cada um, o inconsciente, o próprio sopro de vida em sua particularização para cada pessoa. Ori mora dentro das cabeças humanas, tornando cada um aquilo que é. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Como ao morrer, a cabeça de uma pessoa não é separada para o enterro, Ori é conhecido como aquele que pode fazer a grande viagem sem retorno, pois os outros orixás, mesmo quando morrem seus filhos, são libertados da cabeça (Ori) e retornam ao Orun (céu, ou mundo exterior).&lt;br /&gt;Durante o processo iniciático a primeira entidade a ser equilibrada é justamente o ori, a individualidade pessoal, para que a pessoa não se transforme em um mero espelho do orixá. À cerimônia de equilíbrio do Ori dá-se o nome de Bori (bo = comer, ori = cabeça =&gt; dar comida para a cabeça, fortalecê-la).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Um dos mitos sobre Ori diz que ele pode depois de enterrado voltar ao orum, levado por Nanã ou Ewá.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Diz este mito que um dia Ori percebeu que era o momento de nascer outra vez e foi falar com Olorum, o Universo, solicitando permissão para nascer na mesma família em que havia nascido antes. Olorum permitiu, com a condição de que apenas ele, Olorum, pudesse conhecer o dia de sua morte, sem que Ori pudesse opinar sobre esta questão. E que o destino de Ori só pudesse ser mudado quando Ifá fosse consultado".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Este orixá não tem características estéticas, pois não incorpora. Apenas é cultuado juntamente com os orixás, possuindo um número no jogo de búzios onde "fala".&lt;br /&gt;A quizila de Ori é a mentira.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-5747750731635756066?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/5747750731635756066/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=5747750731635756066&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/5747750731635756066'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/5747750731635756066'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/05/ori.html' title='Ori'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-8983527465041607792</id><published>2010-05-04T23:46:00.001-03:00</published><updated>2010-05-04T23:47:34.835-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Africa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ioruba'/><title type='text'>Orunmilá</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DcMWctn_I/AAAAAAAAAyg/Ph6dr_hfY8Y/s1600/4018orunmila.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 290px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467612052370333682" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DcMWctn_I/AAAAAAAAAyg/Ph6dr_hfY8Y/s400/4018orunmila.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Orunmilá, também conhecido como Ifá, é o princípio da intuição, da premonição, os sentidos do espírito, o olhar que conhece o futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o deus invocado no jogo de búzios, pois é ele quem conhece todos os destinos (odus), cabeças (oris) e caminhos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ele diz a Exu que movimente suas palavras até os búzios, indicando que orixá esta regendo uma pessoa, porque, com que destino. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É considerado um avatar de Oxalá, pois ele estava no começo do mundo. Olodumare (o universo) Obatalá (o principio), Oxalá (a criação), Oxaguiã (o conflito), Orunmilá (intuição), Oduduwa (o planeta terra), Ajalá (o oleiro q molda os oris - cabeças) e Fururu (o sopro de vida) são considerados Oxalá todos eles. O começo de tudo. O princípio dividido em oito, o infinito. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Diz o mito que Obatalá havia reunido todos os materiais necessários à criação do mundo e que mandou a Estrela da Manhã convocar todos os orixás a fim de começar o trabalho com sua ajuda. Mas na hora marcada, apenas Orunmilá apareceu. Obatalá gostou muito da atitude de Orunmilá e o recompensou, ordenando à Estrela da Manhã que revelasse a Orunmilá todos os segredos da criação e do porvir. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;E ela entregou a Orunmilá todos os segredos e materiais que compõem a vida humana, e que estavam escondidos há muito tempo dentro de uma concha de caramujo guardada num vaso que ficava entre as pernas de Obatalá. Orunmilá tornou-se, desde este dia, o dono dos segredos, das magias, das fórmulas dos ebós, dos rituais, de tudo quanto envolvia o conhecimento da alma humana e de seu destino. Ele conhece a vontade dos orixás e sabe com que matéria foi feito cada homem. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Outro mito narra que Orunmilá/Ifá é filho dos dois princípios mágicos. Que nasceu mudo e não disse uma só palavra até a adolescência, quando seu pai lhe bateu com um bastão. E neste dia ele disse: "Gbê-medji", palavra que ninguém compreendia. Quando apanhou de novo, tempos depois, disse: "Yeku-medji". E assim, em diversas ocasiões, ele foi dizendo palavras, as 16 palavras que compõem o opelê-ifá. Depois, disse a seu pai que se apanhasse mais poderia dizer muito mais que uma só palavra. O pai então bateu muito em Orunmilá, que disse então que ele não ficaria na terra, mas que entregaria a seu pai uma herança que serviria eternamente para todos os deuses de Oxalá. E explicou que os 16 nomes que havia dito eram os nomes de seus futuros filhos e que cada um deles tinha um conhecimento. Que se transformaria numa palmeira e que com os caroços de seus frutos (seus filhos) se faria o jogo de Ifá, que poderia ser consultado quando se quisesse saber o futuro ou como resolver problemas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-8983527465041607792?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/8983527465041607792/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=8983527465041607792&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/8983527465041607792'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/8983527465041607792'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/05/orunmila.html' title='Orunmilá'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DcMWctn_I/AAAAAAAAAyg/Ph6dr_hfY8Y/s72-c/4018orunmila.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-8990715924435060514</id><published>2010-05-04T23:43:00.003-03:00</published><updated>2010-05-04T23:46:16.349-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Africa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ioruba'/><title type='text'>Ibejis</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-Db4NPM0FI/AAAAAAAAAyY/6GELM5USqw4/s1600/ibeji+02.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 286px; DISPLAY: block; HEIGHT: 297px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467611706300354642" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-Db4NPM0FI/AAAAAAAAAyY/6GELM5USqw4/s400/ibeji+02.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os Ibejis representam a solidariedade, a gemelaridade (qualidade das coisas gêmeas, compostas de dois inseparáveis, e assim do próprio processo de conhecimento humano, composto de pares inseparáveis de oposições). Representam ainda os irmãos, a infância, o inicio da vida, momento em que a dependência da solidariedade é maior.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um dos mitos diz que os orixás crianças, os gêmeos Ibejis, eram companheiros de brincadeira de Logun-Edé e de Ewá, sendo filhos de Iemanjá. Um dia, enquanto brincavam numa cachoeira, um deles acabou se afogando. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Ibeji que ficou, começou então a se tornar a cada dia menos forte, mais melancólico e sem interesse pela vida. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Foi então a Orunmilá e suplicou que este lhe trouxesse seu irmão de volta. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não podendo fazer tal coisa, Orunmilá transformou a ambos em imagens de madeira, e os deu de presente a Oxum, para que deles cuidasse e para que pudessem ficar juntos para sempre. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-8990715924435060514?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/8990715924435060514/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=8990715924435060514&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/8990715924435060514'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/8990715924435060514'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/05/ibejis.html' title='Ibejis'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-Db4NPM0FI/AAAAAAAAAyY/6GELM5USqw4/s72-c/ibeji+02.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-8207365105117785894</id><published>2010-05-04T23:42:00.002-03:00</published><updated>2010-05-04T23:43:22.778-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Africa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ioruba'/><title type='text'>Iemanjá</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DbNXeBiII/AAAAAAAAAyQ/R11dpRcJQTw/s1600/350_quadro-iemanja.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467610970312509570" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DbNXeBiII/AAAAAAAAAyQ/R11dpRcJQTw/s400/350_quadro-iemanja.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Iemanjá é toda a água salgada e areia do mar. É considerada o princípio de tudo, juntamente com a terra, Oduduwa. Iemanjá é o mar que alimenta, que umidifica as terras, que energiza a terra, e também o maior cemitério do mundo. Representa ainda as profundezas do inconsciente, o movimento rítmico, todas as coisas cíclicas, tudo que pode se repetir infinitamente. A força contida, o equilíbrio. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Iemanjá uniu-se a Oxalá, a criação, e com ele teve os filhos Ogum, Exu e Oxóssi e Xangô.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Como seus filhos se afastaram dela, Iemanjá foi aos poucos se sentindo mais e mais sozinha e resolveu correr o mundo, até chegar a Okerê, onde foi adorada por sua beleza, inteligência e meiguice. Lá, o rei se apaixonou por ela, desejando que se tornasse sua mulher. Iemanjá então fugiu, mas o Alafin colocou seus exércitos para persegui-la. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Durante sua fuga, foi encurralada por Oke (as montanhas) e caiu, cortando seus enormes seios, de onde nasceram os rios. Assim, ela é também a mãe de Oxum, Obá e Iansã (em alguns mitos).&lt;br /&gt;Conta-se que a beleza de Iemanjá é tamanha que seu filho Xangô não resistiu a ela e passou a persegui-la, com o desejo incestuoso de possuí-la. Na fuga, Iemanjá cai e corta os seios, dando origem às águas do mundo e aos Ibejis, filhos de Xangô com Iemanjá. Outro mito ainda, narra a sedução em sentido contrário. É Iemanjá quem persegue seu filho Aganju (a terra firme) e este é quem foge. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Representando o inconsciente, Iemanjá é considerada também a "dona das cabeças", no sentido de ser ela quem dá o equilíbrio necessário aos indivíduos para lidar com suas emoções e desejos inconscientes.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-8207365105117785894?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/8207365105117785894/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=8207365105117785894&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/8207365105117785894'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/8207365105117785894'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/05/iemanja.html' title='Iemanjá'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DbNXeBiII/AAAAAAAAAyQ/R11dpRcJQTw/s72-c/350_quadro-iemanja.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-4001774115456981385</id><published>2010-05-04T23:40:00.002-03:00</published><updated>2010-05-04T23:42:19.490-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Africa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ioruba'/><title type='text'>Iroko</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-Da6cDGxqI/AAAAAAAAAyI/0zw8xu1EqQA/s1600/4017iroko.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 290px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467610645124269730" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-Da6cDGxqI/AAAAAAAAAyI/0zw8xu1EqQA/s400/4017iroko.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Iroko representa o tempo. É a árvore primordial. A primeira dádiva da terra (Oduduwa) aos homens. Existe desde o princípio dos tempos e a tudo assistiu, a tudo resistiu, a tudo resistirá.&lt;br /&gt;Iroko é a essência da vida reprodutiva. Do poder da terra. Alguns mitos dizem que Iroko é o cajado de Oduduwa, a Terra, que através dele ensina aos homens o sentido da vida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É também a permanência dentro da impermanência e impermanência na permanência. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O ciclo vital, que não muda com o transcorrer da eternidade. A infinita e generosa oferta que a natureza nos faz, desde que saibamos reverenciá-la e louvá-la. É também conhecido, nos candomblés como "Tempo", embora esta seja uma designação própria do rito angola. Diz o mito que no princípio de tudo, a primeira árvore nascida, foi Iroko. Iroko era capaz de muita magia, tanto para o bem quanto para o mal, e se divertia atirando frutos aos pés das pessoas que passavam. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quando não tinha o que fazer, brincava com as pedras que guardava nos ocos de seu tronco. Um dia, as mulheres de uma aldeia próxima ficaram todas estéreis, por ação das Iyami. Então elas foram a Iroko e pediram fertilidade. Iroko, contudo, exigiu dádivas em troca, pois é preciso abrir espaço para receber dons, como é preciso perder as flores para receber os frutos. As mulheres concordaram e prometeram muitos presentes. Uma delas, contudo, tendo como única riqueza seu filho, prometeu dar a Iroko esta criança. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quando engravidaram, as mulheres foram a Iroko e fizeram as oferendas. Menos a que prometera a criança, pois ela amava muito o filhinho. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Iroko ficou muito zangado. E aguardou o dia em que a criança brincava ao redor dele e a raptou. Quando a mãe foi buscar a criança, Iroko lembrou a mulher de sua promessa, ameaçando matar o outro filho que lhe dera caso ela retirasse "sua" criança dali.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Então a mulher, desesperada, procurou o babalaô, que jogando os búzios sugeriu que ela mandasse fazer um boneco de madeira com as feições de uma criança, banhasse com determinadas ervas e quando Iroko estivesse dormindo, substituísse a criança pelo boneco. E assim ela fez. Até hoje pode-se ver, nas gameleiras brancas o bebe de Iroko, repousando deitado em seus galhos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em sua copa vivem também as Iyami Oshorongá, as ajés (feiticeiras) da floresta. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-4001774115456981385?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/4001774115456981385/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=4001774115456981385&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/4001774115456981385'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/4001774115456981385'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/05/iroko.html' title='Iroko'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-Da6cDGxqI/AAAAAAAAAyI/0zw8xu1EqQA/s72-c/4017iroko.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-3525083374412595165</id><published>2010-05-04T23:39:00.002-03:00</published><updated>2010-05-04T23:40:30.771-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Africa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ioruba'/><title type='text'>Nanã</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DaesQFI5I/AAAAAAAAAx4/1ut2vyEdTk8/s1600/nana2.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 292px; DISPLAY: block; HEIGHT: 383px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467610168437318546" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DaesQFI5I/AAAAAAAAAx4/1ut2vyEdTk8/s400/nana2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nanã é a lama primordial, o barro, a argila da qual são feitos os homens. Dela saem seres perfeitos e imperfeitos, modelados por Oxalá e cuja cabeça é preparada pelo sensível Ajalá.&lt;br /&gt;Dizem os mitos que antes de criar o homem do barro, Oxalá tentou criá-lo de ar, de fogo, de água, pedra e madeira, mas em todos os casos havia dificuldades. O homem de ar esvanecia; não adquiria forma. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O de fogo, consumia-se, o de pedra era inflexível e assim por diante. Foi então que Nanã se ofereceu a Oxalá, para que com ela criasse os homens, impondo, contudo, a condição de que quando estes morressem fossem devolvidos a ela. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Sendo o barro, Nana está sempre no principio de tudo, relacionada ao aspecto da formação das questões humanas, de um indivíduo e sua essência.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ela é relacionada também, freqüentemente, aos abismos, tomando então o caráter do inconsciente, dos atavismos humanos. Nanã tanto pode trazer riquezas como miséria.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Está relacionada, ainda, ao uso das cerâmicas, momento em que o homem começa a desenvolver cultura. Seja como for, Nanã é o princípio do ser humano físico. E assim é considerada a mais velha das iabás (orixás femininos). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Dizem os mitos que nunca foi bonita. Sempre ranzinza, instável, sua aparência afastava os homens, que dela tinham medo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nanã teve dois filhos com Oxalá: Obaluaiê e Oxumarê (a terra e o arco-íris) e uma filha, Ewá, que teria nascido de uma relação entre Nanã e Oxóssi, ou ainda, entre Nanã e Orunmilá, conforme o mito. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Como já vimos nos mitos de Obaluaiê e Oxumarê, ela os gerou defeituosos, por ter quebrado uma interdição e mantido relações sexuais com Oxalá, marido de Iemanjá. Abandonou a ambos, que foram criados por outros orixás, e acabou sozinha quando Ewá, para fugir de um casamento que sua mãe lhe impingia, fugiu de casa para morar no horizonte entre o céu e o mar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Alguns mitos dizem que ela é também a mãe de Iansã, os ventos, e que foi expulsa de casa para não matar sua mãe, a lama, ressecando-a. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nanã sempre esteve em demanda com Ogum, que amava muito sua mãe Iemanjá, tomando partido desta na disputa que se estabeleceu entre elas pelo amor de Oxalá. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ogum muitas vezes tentou se apoderar dos territórios lamacentos de Nanã sem, no entanto, conseguir. Como diversão, Ogum gostava de provocar a orixá, que exigia de Oxalá que este fosse castigado, sem nunca ter conseguido, pois Ogum tinha fama de justo. Tantas vezes Ogum irritou Nanã que ela não recebe nenhuma oferenda feita ou cortada com objetos de metal e mesmo o sacrifício de animais feito em sua homenagem deve ser feito com faca de madeira ou coberta por um pano.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-3525083374412595165?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/3525083374412595165/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=3525083374412595165&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/3525083374412595165'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/3525083374412595165'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/05/nana.html' title='Nanã'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DaesQFI5I/AAAAAAAAAx4/1ut2vyEdTk8/s72-c/nana2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-7606119103221676602</id><published>2010-05-04T23:37:00.002-03:00</published><updated>2010-05-04T23:38:55.739-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Africa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ioruba'/><title type='text'>Ewá</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DaH4JEtLI/AAAAAAAAAxw/eCMcn4jzXV4/s1600/4013ewa.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 290px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467609776492164274" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DaH4JEtLI/AAAAAAAAAxw/eCMcn4jzXV4/s400/4013ewa.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Muito pouco se sabe atualmente sobre Ewá.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ela é também filha de Nanã, e é vista como horizonte, o encontro do céu com a terra, do céu com o mar. Ewá representa ainda outros horizontes, como a interface onde se tocam a vida e a morte, o dia e a noite e outros. Assim, todas as transformações, mudanças e adaptações são regidas por ela.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ewá é virgem, bela e iluminada. Apesar desta beleza e do assédio dos orixás masculinos, nunca quis se casar, sendo uma moça quieta e isolada, voltada para o conhecimento dos segredos das transformações.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nanã, preocupada com sua filha, pediu a Orunmilá que lhe arranjasse um amor, um casamento, mas Ewá desejava viver sozinha, dedicada à sua tarefa de fazer cair a noite no horizonte, puxando o sol com seu arpão.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Como Nanã insistisse em seu casamento, Ewá pediu ajuda a seu irmão Oxumarê, o arco-íris, que a escondeu no lugar onde ele se acaba, por trás do horizonte, e Nanã não mais pôde alcançá-la. Assim, os dois irmãos passaram a viver juntos, para sempre inatingíveis. Ambos regem o intangível e Ewá também é compreendida como a energia que torna possível o abandono do corpo e a entrada do espírito numa nova dimensão. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No Brasil poucos candomblés cultuam Ewá, pois dizem que o conhecimento sobre as folhas necessárias ao seu culto foi perdido durante o processo de aculturação dos africanos escravos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-7606119103221676602?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/7606119103221676602/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=7606119103221676602&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/7606119103221676602'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/7606119103221676602'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/05/ewa.html' title='Ewá'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DaH4JEtLI/AAAAAAAAAxw/eCMcn4jzXV4/s72-c/4013ewa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-6782404458757628686</id><published>2010-05-04T23:34:00.002-03:00</published><updated>2010-05-04T23:37:25.969-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Africa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ioruba'/><title type='text'>Obá</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DZyBkqyNI/AAAAAAAAAxo/6eO1b9_kI0U/s1600/oba-deusadopanteaoafricano.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 266px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467609401066703058" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DZyBkqyNI/AAAAAAAAAxo/6eO1b9_kI0U/s400/oba-deusadopanteaoafricano.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Obá representa as águas revoltas dos rios. As pororocas, as águas fortes, o lugar das quedas são considerados domínios de Obá. Ela representa também o aspecto masculino das mulheres (fisicamente) e a transformação dos alimentos de crus em cozidos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por sua envergadura física e força, tornou-se uma guerreira, a única mulher capaz de desafiar Ogum para uma luta, e por ser Obá extremamente forte e destemida, Ogum se viu obrigado a usar de um truque contra ela, espalhando quiabo amassado no chão, e atraindo Obá para aquele canto, onde a guerreira escorregou e não apenas perdeu a luta como foi possuída à força por Ogum, que se tornou seu inimigo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sendo uma cozinheira excelente foi escolhida para ser a terceira esposa de Xangô, o deus trovão.&lt;br /&gt;Sempre se sentindo menos desejada por seu amado que Oxum e Iansã, Obá se esmerava em agradá-lo com seus pratos cada vez mais aprimorados. Mas Oxum era sempre a preferida de Xangô. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um dia Obá não se conteve e perguntou a Oxum qual o segredo de sua sedução. Oxum, que vivia com a cabeça enrolada em turbantes maravilhosos, disse que havia cortado a própria orelha esquerda e colocado no amalá (comida) de Xangô que, ao comê-lo, por ela se perdera de paixão para sempre. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Obá então cortou a própria orelha e a colocou no amalá. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao ver Obá com um ferimento no lugar da orelha Xangô quis saber o que houvera e Obá contou.&lt;br /&gt;Neste momento Oxum tirou seu turbante e, mostrando as duas orelhas intactas a Obá, desatou a rir. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Xangô, zangado com a insensatez de Obá e enojado por ver sua orelha na comida, expulsou-a de seu palácio e Obá tanto chorou e teve raiva que se transformou num rio revoltoso. Na África, no lugar onde se encontram os rios Obá e Oxum o estouro das águas é extremamente violento.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-6782404458757628686?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/6782404458757628686/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=6782404458757628686&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/6782404458757628686'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/6782404458757628686'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/05/oba.html' title='Obá'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DZyBkqyNI/AAAAAAAAAxo/6eO1b9_kI0U/s72-c/oba-deusadopanteaoafricano.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-904406007286387215</id><published>2010-05-04T23:31:00.003-03:00</published><updated>2010-05-04T23:34:26.580-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Africa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ioruba'/><title type='text'>Iansã</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DZEJyot0I/AAAAAAAAAxY/rk1m64B-kfk/s1600/1228398759770_f.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 263px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467608612998788930" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DZEJyot0I/AAAAAAAAAxY/rk1m64B-kfk/s400/1228398759770_f.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Iansã é a força dos ventos, dos furacões, das brisas que acalmam, das coisas que passam como o vento, dos amores efêmeros, sensuais, das tempestades, que assolam a existência, mas não duram para sempre.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Iansã ajudava Ogum na forja dos metais, soprando o fogo com o fole para avivá-lo mais e mais, e assim fabricarem mais ferramentas para trabalhar o mundo e armas para as guerras de que ambos tanto gostavam. Por seu temperamento livre e guerreiro, Iansã era uma companheira perfeita para Ogum. Diz o mito que Iansã não podia ter filhos, por isso adotou Logun-Edé, filho abandonado por Oxum, e o criou durante algum tempo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Diz o mito também, que Iansã era tão linda que, para fugir ao assédio masculino vestia-se com uma pele de búfalo, e saía para a guerra. Que era amiga tão leal que foi ela a primeira a realizar uma cerimônia de encaminhamento da alma de um amigo caçador ao orum (céu). Iansã não parava jamais.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Um dia em que Xangô foi visitar seu irmão Ogum e encomendar-lhe armas para a guerra, Iansã (também conhecida como Oyá) apaixonou-se por Xangô, e partiu para viver com ele, deixando Logun-Edé com Ogum, que terminaria de criá-lo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A partir de então, tornou-se uma das três esposas de Xangô e com ele reina e luta, enviando seus ventos para limpar o mundo e anunciando a chegada dos raios e trovões de seu amado.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-904406007286387215?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/904406007286387215/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=904406007286387215&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/904406007286387215'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/904406007286387215'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/05/iansa.html' title='Iansã'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DZEJyot0I/AAAAAAAAAxY/rk1m64B-kfk/s72-c/1228398759770_f.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-5407871617761558089</id><published>2010-05-04T23:29:00.002-03:00</published><updated>2010-05-04T23:31:05.228-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Africa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ioruba'/><title type='text'>Logun-Edé</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DYSrn1_0I/AAAAAAAAAxQ/VOfyINIhvrE/s1600/4014logunede.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 290px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467607763086868290" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DYSrn1_0I/AAAAAAAAAxQ/VOfyINIhvrE/s400/4014logunede.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Logun-Edé, chamado geralmente apenas de Logun, é o ponto de encontro entre os rios e florestas, as barrancas, beiras de rios, e também o vapor fino sobre as lagoas, que se espalha nos dias quentes pelas florestas. Logun representa o encontro de naturezas distintas sem que ambas percam suas características. É filho de Oxóssi com Oxum, dos quais herdou as características. Assim, tornou-se o amado, doce e respeitado príncipe das matas e dos rios, e tudo que alimenta os homens, como as plantas, peixes e outros animais, sendo considerado então o dono da riqueza e da beleza masculina. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Tem a astúcia dos caçadores e a paciência dos pescadores como principais virtudes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dizem os mitos que sendo Oxóssi e Oxum extremamente vaidosos, não puderam viver juntos, pois competiam pelo prestigio e admiração das pessoas e terminaram separando-se. Ficou combinado entre eles que Logun-Edé viveria seis meses nas águas dos rios com Oxum e seis meses nas matas, com seu pai Oxóssi. Ambos ensinariam a Logun a natureza dos seus domínios.&lt;br /&gt;No entanto, o hábito da espreita aprendido com seu pai, fez com que, um dia, curioso a respeito da beleza do corpo de sua mãe, de que tanto se falava nos reinos das águas, Logun-Edé vestindo-se de mulher fosse espiá-la no banho. Como Oxum estivesse vivendo seu romance com Xangô, tio de Logun, e Xangô tivesse exigido como condição do casamento que ela se livrasse de Logun, Oxum aproveitou a oportunidade para punir Logun com sua transformação num orixá meji (hermafrodita) e abandoná-lo na beira do rio. Iansã o encontra, e fascinada pela beleza da criança leva Logun para casa onde, juntamente com Ogum, passa a criá-lo e educá-lo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Com Ogum Logun-Edé aprendeu a arte da guerra e da forja e com Iansã o amor à liberdade. Diz o mito que Logun tinha tudo, menos amor das mulheres, pois mesmo Iansã, quando roubada de Ogun por Xangô, abandona Logun com seu tio, criando assim um profundo antagonismo entre Xangô e Logun, já que por duas vezes Xangô lhe tira a mãe. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em outro episódio Logun vai brincar nas águas revoltas (a deusa Obá, também esposa de Xangô) e esta tenta matá-lo como vingança contra Oxum que lhe fizera uma enorme falsidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Oxum, vendo em seu jogo de búzios o que estava sucedendo com seu filho abandonado, pede a Orunmilá que o salve e este, que sempre atendia às preces da filha de Oxalá, faz uma oferenda a Obá que permite então que os pescadores salvem Logun-Edé, encarregando-o de proteger, a partir daquele dia, os pescadores, as navegações pelos rios e todos os que vivessem à beira das águas doces. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Logun nunca se casou, devido a seu caráter infantil e hermafrodita e sua companhia predileta é Ewá, que também vive, como ele, solitária e no limite de dois mundos diferentes&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-5407871617761558089?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/5407871617761558089/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=5407871617761558089&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/5407871617761558089'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/5407871617761558089'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/05/logun-ede.html' title='Logun-Edé'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DYSrn1_0I/AAAAAAAAAxQ/VOfyINIhvrE/s72-c/4014logunede.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-7893558281770958576</id><published>2010-05-04T23:28:00.004-03:00</published><updated>2010-05-05T00:11:29.381-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Africa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ioruba'/><title type='text'>Oxum</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DhvskjJ2I/AAAAAAAAAzQ/Bz6_BIK5R-o/s1600/Oxum.gif"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 312px; DISPLAY: block; HEIGHT: 399px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467618157162342242" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DhvskjJ2I/AAAAAAAAAzQ/Bz6_BIK5R-o/s400/Oxum.gif" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Oxum é a força dos rios, que correm sempre adiante, levando e distribuindo pelo mundo sua água que mata a sede, seus peixes que matam a fome, e o ouro que eterniza as idéias dos homens nele materializadas. Como as águas dos rios, a força de Oxum vai a todos os cantos da terra. Ela dá de beber as folhas de Ossain, aos animais e plantas de Oxóssi, esfria o aço forjado por Ogum, lava as feridas de Obaluaiê, compõe a luz do arco-íris de Oxumarê. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Oxum é por isso associada à maternidade, da mesma maneira que Iemanjá. Por sua doçura e feminilidade, por sua extrema voluptuosidade advinda da água, Oxum é considerada a deusa do amor. A Vênus africana. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Como acontece com as águas, nunca se pode prever o estado em que encontraremos Oxum, e também não podemos segura-la em nossas mãos. Assim, Oxum é o ardil feminino. A sedução. A deusa que seduziu a todos os orixás masculinos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Diz o mito q Oxum era a mais bela e amada filha de Oxalá. Dona de beleza e meiguice sem iguais, a todos seduzia pela graça e inteligência. Oxum era também extremamente curiosa e apaixonada. E quando certa vez se apaixonou por um dos orixás, quis aprender com Orunmilá, o melhor amigo de seu pai, a ver o futuro. Como o cargo de oluô (dono do segredo) não podia ser ocupado por uma mulher, Orunmilá, já velho, recusou-se a ensinar o que sabia a Oxum. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Oxum então seduziu Exu, que não pôde resistir ao encanto de sua beleza e pediu-lhe roubasse o jogo de ikin (cascas de coco de dendezeiro) de Orunmilá. Para assegurar seu empreendimento Oxum partiu para a floresta em busca das Iyami Oshorongá, as perigosas feiticeiras africanas, a fim pedir também a elas que a ensinassem a ver o futuro. Como as Iyami desejavam provocar Exu há tempos, não ensinaram Oxum a ver o futuro, pois sabiam que Exu já havia roubado os segredos de Orunmilá.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tendo Exu conseguido roubar os segredos de Orunmilá, o deus da adivinhação se viu obrigado a partilhar com Oxum os segredos do oráculo e lhe entregou os 16 búzios com que até hoje as mulheres jogam. Oxum representa, assim a sabedoria e o poder feminino.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em agradecimento a Exu, Oxum deu a Exu a honra de ser o primeiro orixá a ser louvado no jogo de búzios, e entrega a eles suas palavras para que as traga aos sacerdotes. Assim, Oxum é também a força da vidência feminina.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mais tarde, Oxum encontrou Oxóssi na mata e apaixonou-se por ele.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A água dos rios e floresta tiveram então um filho, chamado Logun-Edé, a criança mais linda, inteligente e rica que já existiu.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Apesar do seu amor por Oxossi, numa das longas ausências deste Oxum foi seduzida pela beleza, os presentes e o poder de Xangô, irmão de Oxossi, rompendo sua união com o deus da floresta e da caça. Como Xangô não aceitava Logun-Edé em seu palácio, Oxum abandonou seu filho, usando como pretexto a curiosidade do menino, que um dia foi vê-la banhar-se no rio. Oxum pretendia abandoná-lo sozinho na floresta, mas o menino se esconde sob a saia de Iansã a deusa dos raios que estava por perto. Oxum deu então seu filho a Iansã e partiu com Xangô tornando-se, a partir de então, sua esposa predileta e companheira cotidiana.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-7893558281770958576?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/7893558281770958576/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=7893558281770958576&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/7893558281770958576'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/7893558281770958576'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/05/oxum.html' title='Oxum'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DhvskjJ2I/AAAAAAAAAzQ/Bz6_BIK5R-o/s72-c/Oxum.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-9182940645227195906</id><published>2010-05-04T23:26:00.001-03:00</published><updated>2010-05-04T23:27:56.924-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Africa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ioruba'/><title type='text'>Xangô</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DXhdM991I/AAAAAAAAAxA/vSZ6UYe_tVc/s1600/xango.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467606917402457938" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DXhdM991I/AAAAAAAAAxA/vSZ6UYe_tVc/s400/xango.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Xangô, em seu avatar Ayrá é a força representada pelo som do Trovão, e no avatar Aganju, é a terra firme. É um orixá que representa o poder em todas as suas dimensões: da riqueza, da sedução, da justiça, da força física, da inteligência. É irmão de Ogum por parte de mãe e também de Oxóssi, sendo um filho mais caseiro e próximo de Iemanjá. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Xangô Aganju, a terra firme, apaixonou-se por sua mãe Iemanjá, o mar, perseguindo-a por longo tempo até que ela, cansada, caiu e Aganju a possuiu. Deste incesto nasceram outros orixás, filhos de Iemanjá e Aganju, entre eles os Ibejis.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Xangô era extremamente mulherengo e competitivo, tendo roubado as mulheres favoritas de seus dois irmãos, às quais seduziu com sua beleza, inteligência e poder, pois ele reinou sobre todas as terras e teve como esposas Oxum, a deusa do amor e da beleza, roubada de Oxóssi, o deus das matas, e Iansã, a sensual deusa dos ventos e tempestades, roubada de seu irmão Ogum, o deus da guerra. Ele manteve sempre três esposas, sendo a terceira delas a poderosa Obá, guerreira forte, a única a enfrentar Ogum numa luta física e senhora dos segredos da cozinha, aos quais Xangô não resistiu, embora Obá não fosse uma mulher bonita. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em suas lutas Xangô conta sempre com a vidência e magia da deusa dos rios, Oxum, com a coragem e impetuosidade de Iansã e com a força bruta de Obá.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Xangô mora num palácio nos céus, onde prepara as chuvas para sua mãe Iemanjá.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Xangô tem poderes secretos, e seu machado bipene é o portador de sua justiça. O barulho dos trovões é o machado de Xangô caindo do céu para fazer justiça.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-9182940645227195906?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/9182940645227195906/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=9182940645227195906&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/9182940645227195906'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/9182940645227195906'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/05/xango.html' title='Xangô'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DXhdM991I/AAAAAAAAAxA/vSZ6UYe_tVc/s72-c/xango.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-7357504431234874816</id><published>2010-05-04T23:25:00.002-03:00</published><updated>2010-05-04T23:26:06.403-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Africa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ioruba'/><title type='text'>Oxumaré</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DXKBda12I/AAAAAAAAAw4/uZQzAzUOhzA/s1600/4015oxumare.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 290px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467606514818275170" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DXKBda12I/AAAAAAAAAw4/uZQzAzUOhzA/s400/4015oxumare.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Oxumaré ou Oxumarê é a energia das cores, da luz do sol após as chuvas, o arco-íris, e por isso mesmo associado às serpentes, que são muito coloridas e poderosas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Conta o mito que apesar de tudo que houvera com Obaluaiê, Nanã e Oxalá tiveram outro filho. Este era Oxumarê. Contudo, como novamente eles haviam desobedecido os preceitos de Orunmilá, Oxumarê nasceu sem braços e sem pernas, com a forma da serpente, rastejando pelo terra, e ao mesmo tempo de homem. Mais uma vez decepcionada, Nanã abandonou Oxumarê. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Oxumarê, entretanto, possuía grande capacidade adaptativa e, mesmo sem membros para locomover-se, aprendeu a subir em árvores, a caçar para comer, a colher as batatas doces de que tanto gostava, a nadar e possuía imensa astúcia e inteligência. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Orunmilá, o deus da adivinhação do futuro admirando-se e apiedando-se dele tornou-o um orixá belo, de sete cores de luz, encarregando-o de levar e trazer as águas do céu para o palácio de Xangô. É Oxumarê portanto quem traz as águas da chuva e é a ele que se pede que chova.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como seu percurso era longo, Oxalá, seu pai, fez com que ele tomasse a forma do arco-íris quando tivesse esta missão a realizar. Com as águas da chuva, Oxumarê traz as riquezas aos homens ou a pobreza. Oxumarê vive com sua irmã Ewá no fim do arco-íris.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-7357504431234874816?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/7357504431234874816/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=7357504431234874816&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/7357504431234874816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/7357504431234874816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/05/oxumare.html' title='Oxumaré'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DXKBda12I/AAAAAAAAAw4/uZQzAzUOhzA/s72-c/4015oxumare.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-6867659954557571288</id><published>2010-05-04T23:22:00.003-03:00</published><updated>2010-05-04T23:24:36.811-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Africa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ioruba'/><title type='text'>Obaluaiê</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DWg6VIyOI/AAAAAAAAAww/CWtVY3EJJC4/s1600/3omolu.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 290px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467605808529852642" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DWg6VIyOI/AAAAAAAAAww/CWtVY3EJJC4/s400/3omolu.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Obaluaiê ou Omolu (os nomes se referem a fases míticas, onde o mesmo deus seria mais jovem ou mais velho), é a energia que rege as pestes como a varíola, sarampo, catapora e outras doenças de pele. Ele representa o ponto de contato do homem (físico) com o mundo (a terra).&lt;br /&gt;A interface pele/ar. A aparência das coisas estranhas e a relação com elas. Ele também rege as doenças transmissíveis em geral. No aspecto positivo, ele rege a cura, através da morte e do renascimento. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Diz o mito que Obaluiaê é filho de Nanã (a lama primordial de que foram feitas as cabeças - oris- humanas) e Oxalá, tendo nascido cheio de feridas e marcas pelo corpo como sinal do erro cometido por ambos, já que Nana seduziu Oxalá mesmo sabendo que lhe era interditado por ser ele o marido de Iemanjá.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ao ver o filho feio e malformado, coberto de varíola, Nanã o abandonou à beira do mar, para que a maré cheia o levasse. Iemanjá o encontrou quase morto e muito mordido pelos peixes, e tendo ficado com muita pena, cuidou dele até que ficasse curado. No entanto Obaluaiê ficou marcado por cicatrizes em todo o corpo, e eram tão feias que o obrigavam a cobrir-se inteiramente com palhas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não se via de Obaluaiê senão suas pernas e braços, onde não fora tão atingido. Aprendeu com Iemanjá e Oxalá como curar estas graves doenças. Assim cresceu Obaluaiê, sempre coberto por palhas, escondendo-se das pessoas, taciturno e compenetrado, sempre sério e até mal-humorado. Um dia, caminhando pelo mundo, sentiu fome e pediu às pessoas de uma aldeia por onde passava que lhe dessem comida e água. Mas as pessoas, assustadas com o homem coberto desde a cabeça com palhas, expulsaram-no da aldeia e não lhe deram nada. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Obaluaiê, triste e angustiado saiu do povoado e continuou pelos arredores, observando as pessoas. Durante este tempo os dias esquentaram, o sol queimou as plantações, as mulheres ficaram estéreis, as crianças cheias de varíola, os homens doentes. Acreditando que o desconhecido coberto de palha amaldiçoara o lugar, imploraram seu perdão e pediram que ele novamente pisasse na terra seca.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ainda com fome e sede, Obaluaiê atendeu ao pedido dos moradores do lugar e novamente entrou na aldeia, fazendo com que todo o mal acabasse. Então homens o alimentaram e lhe deram de beber, rendendo-lhe muitas homenagens. Foi quando Obaluaiê disse que jamais negassem alimento e água a quem quer fosse, tivesse a aparência que tivesse. E seguiu seu caminho.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Chegando à sua terra, encontrou uma imensa festa dos orixás. Como não se sentia bem entrando numa festa coberto de palhas, ficou observando pelas frestas da casa. Neste momento Iansã, a deusa dos ventos, o viu nesta situação e, com seus ventos levantou as palhas, deixando que todos vissem um belo homem, já sem nenhuma marca, forte, cheio de energia e virilidade E dançou com ele pela noite adentro. A partir deste dia, Obaluaiê e Iansã-Balé se uniram contra o poder da morte, das doenças e dos espíritos dos mortos, evitando que desgraças aconteçam aos homens.&lt;br /&gt;Obaluaiê rege também a força da terra (herdado de sua filiação a Nanã). A umidade dela (por sua adoção por Iemanjá) e as doenças das plantações.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-6867659954557571288?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/6867659954557571288/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=6867659954557571288&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/6867659954557571288'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/6867659954557571288'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/05/obaluaie.html' title='Obaluaiê'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DWg6VIyOI/AAAAAAAAAww/CWtVY3EJJC4/s72-c/3omolu.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-909525902587440943</id><published>2010-05-04T23:17:00.003-03:00</published><updated>2010-05-04T23:19:20.546-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Africa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ioruba'/><title type='text'>Ossain ou Osanhã</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DVh1slLKI/AAAAAAAAAwo/NgxsOMqfnw0/s1600/4012ossain.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 290px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467604724954246306" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DVh1slLKI/AAAAAAAAAwo/NgxsOMqfnw0/s400/4012ossain.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;  &lt;div align="justify"&gt;Ossain é a energia mágico/curativa das folhas e por isso divinizada na forma do senhor das folhas e dos remédios. Seu interesse pela ciência tornou-o um solitário desde que desceu do orum (o céu ioruba). Embrenhou-se pelas florestas e vive para descobrir e se apoderar dos segredos mágicos das folhas. Alguns mitos dizem que Ossain aprendeu os segredos das folhas com Aroni, uma espécie de gnomo africano, que tem uma perna só, e com os pássaros, alguns deles a forma tomada pelas temíveis feiticeiras africanas (ajé) Iyami Oshorongá, cujo nome não deve ser pronunciado para não atraí-las.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sentindo-se sozinho, enfeitiçou Oxóssi, a quem sempre encontrava nas matas, e o levou consigo ensinando-o muitos segredos e pretendia mantê-lo consigo, o que Iemanjá e Ogum não permitiram, voltando Ossain à sua solidão.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segundo o mito, Xangô, o deus trovão, desejando obter os fundamentais poderes de Ossain, pediu à sua mulher, Iansã, a deusa dos ventos e das tempestades, que ventasse muito no lugar onde morava Ossain, para que as folhas sagradas que guardava em sua cabaça de segredos fossem espalhadas e ele pudesse apanhá-las.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por seu amor a Xangô, Iansã assim fez. No entanto, quando vento espalhou as folhas todos os orixás correram para apanhá-las, sabendo de seus poderes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ossain, ao ver o que acontecia pronunciou palavras mágicas que solicitavam que as folhas voltassem às matas, sua casa e seu domínio. Todas as folhas voltaram, mas cada orixá ficou conhecendo o poder daquelas que conseguiu apanhar. Só que elas não tinham o mesmo axé (poder, energia) que quando estavam sob o domínio de Ossain.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para evitar novos episódios de roubo e inveja, Ossain permitiu, então, que cada orixá se tornasse dono de algumas folhas cujo poder mágico, de conhecimento e cura ele liberaria quando lhe pedissem ao retirá-las de suas plantas. Em troca exigiu que jamais cortassem ou permitissem o corte de uma planta curativa ou mágica.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Toda a medicina ioruba se baseia, portanto, nos poderes de Ossain sobre as folhas-remédio e Obaluaiê o deus que rege as doenças graves. Ambos os orixás são muito temidos e respeitados, porque também entre os iorubas, o mesmo princípio que cura, mata. Remédio e veneno é questão de grau.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-909525902587440943?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/909525902587440943/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=909525902587440943&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/909525902587440943'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/909525902587440943'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/05/ossain-ou-osanha.html' title='Ossain ou Osanhã'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DVh1slLKI/AAAAAAAAAwo/NgxsOMqfnw0/s72-c/4012ossain.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-7337666468780176750</id><published>2010-05-04T23:14:00.001-03:00</published><updated>2010-05-04T23:16:41.859-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Africa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ioruba'/><title type='text'>Oxóssi</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DU7PzvORI/AAAAAAAAAwg/QltTCjnahYI/s1600/oxossi.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 267px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467604061948688658" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DU7PzvORI/AAAAAAAAAwg/QltTCjnahYI/s400/oxossi.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div align="justify"&gt;Oxóssi é filho de Iemanjá com Orunmilá. É divinização da floresta, reinando sobre o verde sobre os animais selvagens, dos quais é considerado o dono e dos quais tem todas as virtudes. Oxossi é sagaz como o leopardo, forte como o leão, leve como um pássaro, silencioso como um tigre, observador como a coruja, sabe se esconder como um tatu, é vaidoso como o pavão, corre como os coelhos, sobe em árvores como macaco, conhece os animais profundamente e com eles partilha o conhecimento da natureza.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dizem os mitos que aprendeu a caçar com seu irmão Ogum, quando este lhe deu as pontas de flechas e, mais tarde, a espingarda. A essência de Oxossi é "atingir um objetivo". Fixar um alvo e atingi-lo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Oxossi o patrono da natureza sempre foi muito observador e aprendeu também os mistérios e poderes das plantas com Ossain, orixá dono dos poderes de cura das folhas, que certa vez o enfeitiçou, levando-o para o fundo da floresta a fim de ter companhia. Iemanjá, sua ciumenta mãe, enfurecendo-se, mandou que Ogum fosse buscar seu irmão na floresta e o arrancasse dos feitiços de Ossain. Ogum assim o fez, mas como Oxóssi relutava em voltar ao lar, e ao voltar desfeiteasse sua mãe, esta o proibiu de viver dentro da casa, deixando-o ao relento. Como havia prometido ao irmão ser sempre seu companheiro, Ogum foi viver também do lado de fora de casa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Oxóssi tornou-se o melhor dos caçadores e diz o mito que foi ele quem livrou Araketu, sua cidade, de um grande feitiço das perigosíssimas ajés (feiticeiras africanas) Iyami Oshorongá, que se transformam em pássaros e atacam as pessoas e cidades com doenças e miséria. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tendo uma destas feiticeiras pousado sobre o palácio do rei de Ketu, e os demais caçadores do reino perdido todas as suas flechas tentando matá-la, Oxóssi, com apenas uma, deu cabo do perigoso pássaro, tendo sido conclamado o rei de Ketu. Pede-se a Oxóssi, portanto, que destrua feitiços ou energias maléficas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um dia, enquanto caçava elefantes para retirar-lhes as presas, Oxóssi encontrou e apaixonou-se por Oxum, a deusa das águas doces e do ouro que repousa em seus leitos e com ela teve um filho, Logun-Edé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filho da floresta com as águas dos rios, Logun-Edé é considerado o orixá da fartura e da riqueza que ambos os domínios apresentam e dos quais compartilha. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-7337666468780176750?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/7337666468780176750/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=7337666468780176750&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/7337666468780176750'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/7337666468780176750'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/05/oxossi.html' title='Oxóssi'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DU7PzvORI/AAAAAAAAAwg/QltTCjnahYI/s72-c/oxossi.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-192870017582680751</id><published>2010-05-04T23:12:00.001-03:00</published><updated>2010-05-04T23:14:05.043-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Africa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ioruba'/><title type='text'>Ogum</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DUWnNI_hI/AAAAAAAAAwY/3oyOXfCE8h4/s1600/ogum-7.gif"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 276px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467603432574090770" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DUWnNI_hI/AAAAAAAAAwY/3oyOXfCE8h4/s400/ogum-7.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O orixá Ogun é um dos mais amados na cultura ioruba. Em primeiro lugar porque ele foi o primeiro ferreiro. Como foi ele, também, quem descobriu a fundição e inventou todas as ferramentas que existem. Com a foice ele abriu os primeiros caminhos para o resto do mundo, o que dá a ele o poder de abri-los ou fechá-los. Com a faca ele fez o primeiro sacrifício ritual. Com o ancinho ele arou terras e plantou, com a tesoura cortou peles e inventou os abrigos. Com o machado cortou árvores para construir abrigos, com o martelo pode unir com pregos que inventou, os troncos. Com a cunha pode levantar grandes pesos e assim aconteceu de Ogum, com a espada que forjou, guerreou e conquistou territórios para seu povo. Ele, no entanto, não quis ser rei, pois preferia os desafios ao poder. Continuou lutando e inventando para sempre. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ogun vive sozinho; é um solteirão convicto. Teve muitas mulheres, mas não vive com nenhuma. Um dos mitos sobre ele diz que Ogum, é filho de Iemanjá com Odudua. Desde criança já era destemido, impetuoso, arrojado e viril, tendo se tornado sempre mais e mais um brilhante guerreiro e conquistado, para seu pai, muitos reinos, não havendo, por esta razão, um só caminho que Ogum não tenha percorrido. Nos intervalos entre as guerras e as conquistas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um irmão dedicado, diz o mito que Ogum tinha por Oxóssi uma afeição muito especial, defendendo-o várias vezes de seus inimigos e passando mesmo a morar fora de casa com Oxóssi, quando este foi expulso de casa por Iemanjá. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Diz ainda o mito que foi Ogum quem ensinou Oxóssi a defender-se, a caçar e a abrir seus próprios caminhos nas matas onde reina. Ogum teve muitas mulheres, a principal delas Iansã, guerreira como ele. Tendo sido roubada por Xangô, que é seu irmão por parte de mãe, Ogum passou a viver sozinho, para a guerra e a metalurgia.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-192870017582680751?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/192870017582680751/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=192870017582680751&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/192870017582680751'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/192870017582680751'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/05/ogum.html' title='Ogum'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DUWnNI_hI/AAAAAAAAAwY/3oyOXfCE8h4/s72-c/ogum-7.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-314819365885596955</id><published>2010-05-04T23:08:00.001-03:00</published><updated>2010-05-04T23:11:57.840-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Africa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ioruba'/><title type='text'>Exu</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DT2jMlNyI/AAAAAAAAAwQ/f_xA03qJLfc/s1600/16exu.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 290px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467602881742190370" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DT2jMlNyI/AAAAAAAAAwQ/f_xA03qJLfc/s400/16exu.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Exu, cujo nome significa esfera, é um deus eterno, sem começo e sem fim. Cultua-se Exu nas encruzilhadas. É considerado o mensageiros dos deuses.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segundo a lenda em um dia qualquer Exu estava passeando próximo ao palácio de Oxalá quando o avistou. Oxalá trabalhava no barro, confeccionando formas que lhe pareceram interessante. Ficou ali, por horas incontáveis assistindo Oxalá trabalhar. Aquelas formas em tudo se pareciam com as criaturas humanas. Sim, Oxalá estava criando do barro homens e mulheres.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Oxalá cansado da presença de Exu e de ter de parar seus trabalhos para receber os agrados que lhe ofertavam, pediu a Exu que os recebesse por ele e que não deixasse nenhuma pessoa interromper seu trabalho.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sendo assim, exu colocou-se na encruzilhada perto do palácio de Oxalá, e passou a receber os inúmeros presentes destinados a Oxalá. Ao final do dia, Exu retornou ao palácio de Oxalá com tantas oferendas que Oxalá ficou maravilhado e tão feliz com o trabalho de resolveu recompensar Exu. Decretou que daquele momento em diante quem quisesse agradar Oxalá, deveria agradar também a Exu.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-314819365885596955?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/314819365885596955/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=314819365885596955&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/314819365885596955'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/314819365885596955'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/05/exu.html' title='Exu'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/S-DT2jMlNyI/AAAAAAAAAwQ/f_xA03qJLfc/s72-c/16exu.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-4587335836797752515</id><published>2010-05-04T23:05:00.000-03:00</published><updated>2010-05-04T23:07:09.640-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Africa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ioruba'/><title type='text'>Mitologia Africana</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Os mitos africanos são numerosos e mudam dependendo da região e das “nações”. Sobre os diferentes aspectos da religiosidade africana falaremos depois, por hora ficaremos com os mitos mais conhecidos do povo Ioruba. O Mito dos Orixás, divindades que ainda hoje são cultuadas e reverenciadas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-4587335836797752515?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/4587335836797752515/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=4587335836797752515&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/4587335836797752515'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/4587335836797752515'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2010/05/mitologia-africana.html' title='Mitologia Africana'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-1072640645873601111</id><published>2009-10-12T21:11:00.002-03:00</published><updated>2009-10-12T21:12:47.809-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fenícia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ásia Ocidental'/><title type='text'>Fenícios</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;As costas mediterrâneas, entre o Monte Cassio e o Carmelo, ao norte da Palestina, estabeleceu-se um povo de origem semita, os fenícios. Seus portos Tiro, Sido e Biblos já eram florescentes nos meados do II milenário antes da era cristã.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os cultos eram dirigidos as divindades locais, as masculinas: Baal ou Baalim (plural) ou El, às vezes Melek (rei) ou Adon (senhor), outras femininas chamadas Baalat, Mikat ou Asthoret, Astarte. Baal e a Baalat formam um casal cuja união produz a fecundidade e a Vida.&lt;br /&gt;Os fenícios chegam a decompor os sons silábicos já em uso na escrita hieroglífica dos egípcios e na escrita cuneiforme dos mesopotâmicos, em consoantes e vogais. Desta escrita alfabética decorrem o alfabeto grego e os alfabetos modernos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O alfabeto fenício e as ideias de origem mesopotâmicas representam a preciosa contribuição da Ásia Ocidental, inteiramente penetrada de espírito religiosa à civilização universal.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-1072640645873601111?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/1072640645873601111/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=1072640645873601111&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/1072640645873601111'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/1072640645873601111'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2009/10/fenicios.html' title='Fenícios'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-2175508387397366164</id><published>2009-10-12T21:09:00.003-03:00</published><updated>2009-10-12T21:11:08.995-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ásia Ocidental'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Frígios'/><title type='text'>Frígios</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Os Frigios instalaram-se no Hati no começo do século XII antes da era cristã, após a queda de Tróia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Seu culto principal é o de uma divindade feminina, a Deusa-Mãe Cibele e de seu filho e amante Átis. Átis morre, a deusa em prantos procura por seu companheiro que ressuscita. Celebra-se uma espécie de semana santa no fim de março, sua paixão e ressurreição, símbolos da vegetação desaparecida e depois reaparecida.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os sacerdotes, os galles, são emasculados: na exaltação de uma festa sangrenta eles cortam seus membros e o jogam diante da estátua da deusa, usam trajes femininos e imitam as atitudes e os gestos da mulher. No mesmo local em que hoje está o vaticano, encontrava-se um friginum ou grande sacerdote, vestido com roupas suntuosas, celebrando os ritos de louvor de Cibele e de Átis, no curso de uma semana santa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Havia também na Frígia um culto a Dionísio, deus do vinho e da bebedeira que ensejava grandes orgias.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Frígia mais tarde, acolheu com consideração o Mitraísmo, no qual via uma religião de mistério que prometia a imortalidade. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-2175508387397366164?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/2175508387397366164/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=2175508387397366164&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/2175508387397366164'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/2175508387397366164'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2009/10/frigios.html' title='Frígios'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-646258350570032695</id><published>2009-10-12T21:07:00.003-03:00</published><updated>2009-10-12T21:08:55.767-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ásia Ocidental'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Hititas'/><title type='text'>Hititas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Como às populações suméricas, atribui-se grande importância aos hititas, cujo império, chamado Hati, floresceu na Ásia Menor e particularmente na Capadócia em 2000 antes da era cristã. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Julga-se que indo-europeus dominaram populações asianas – atualmente chamadas de proto-hititas, sem mudar o nome do país. São esses indo-europeus que se designa pelo nome de hititas.&lt;br /&gt;Encontram-se nesses povos prováveis sobrevivências totêmicas: touros divinos e serpentes sagradas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A divindade principal era uma deusa, a deusa do Sol de Arinna “Rainha do Hati”, cujo esposo era o deus da tempestade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Interpretando certas esculturas hititas, julgou-se descobrir nelas o protótipo das divindades frigias: Cibele, Átis e também uma espécie de Dionísio. E supôs-se que os frígios haviam recebido, neste ponto, a herança religiosa dos hititas.&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/StPEvY4IzAI/AAAAAAAAArE/NqJnjbXh2Z8/s1600-h/hitita.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 355px; DISPLAY: block; HEIGHT: 340px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391869497303419906" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/StPEvY4IzAI/AAAAAAAAArE/NqJnjbXh2Z8/s400/hitita.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;Deuses Hititas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-646258350570032695?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/646258350570032695/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=646258350570032695&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/646258350570032695'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/646258350570032695'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2009/10/hititas.html' title='Hititas'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/StPEvY4IzAI/AAAAAAAAArE/NqJnjbXh2Z8/s72-c/hitita.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-4805104622294279852</id><published>2009-10-12T21:04:00.001-03:00</published><updated>2009-10-12T21:06:30.650-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Babilônicos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ásia Ocidental'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Assírios'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Caldeus'/><title type='text'>Lendas e Cultos da Ásia Ocidental</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Outra lenda liga Ishtar a do rei da Assíria, Sargon I. Filho de pai desconhecido, é exposto numa cesta de caniço no Eufrates, salvo por um camponês, amado por Ishtar que o faz ascender à realeza.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ao tempo de Hamurabi, em que todos os deuses concentram-se em Marduk, o nome da semita Ishtar torna-se sinônimo do nome comum “Deusa”, e todas as outras divindades femininas quase desaparecem diante dela.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Embora venerando outras divindades, notadamente Ishtar, os assírios possuem um deus principal que foi, a princípio, o deus local da cidade de Assur, antes de tornar-se seu deus nacional: Ashur. Os assírios. Os assírios, tendo organizado a mais temível força militar que o mundo conhecer antes de Roma, acreditavam honrar seu deus através de abomináveis crueldades.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Outros aspectos da vida religiosa, sobretudo na Caldéia, são menos odiosos. Os salmos da penitência pedem aos deuses perdão pelos pecados cometidos seja contra eles, seja contra outros homens, sendo alguns desses textos comparados aos salmos do Antigo Testamento.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O regime político é sempre, quer na Babilônia, quer na Assíria, uma teocracia. Todo o poder emana de um deus u dos deuses. O rei é representante do deus na terra. Seu primeiro dever é entreter os deuses.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Tal é o objetivo do sacrifício que é o ato essencial do culto. O animal do sacrifício parece ser um substituto do fiel, que deveria ser ele próprio comido pelos deuses. Como o diz um poema:&lt;br /&gt;“Ele entregou o cordeiro pela sua vida. Ele entregou a cabeça de cordeiro por cabeça de homem.”&lt;br /&gt;Todas as práticas do bode expiatório, todas as esperanças de salvação pela imolação de um cordeiro divino, são conseqüências ocidentais do sacrifício caldeu.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A adivinhação pelo fígado de carneiro levou os babilônicos a várias observações anatômicas.&lt;br /&gt;Por outro lado, os astros observados do alto das ziggurats, ocuparam grande espaço em seu pensamento, descobriram os presságios do céu. A astrologia conduziu, assim, a importantes pesquisas nos astros e, por essa via, a precisas conclusões sobre o determinismo da natureza, bem como sobre a medida do tempo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os caldeus distinguiram os dias fastos dos nefastos, originando os sabás. Os sete dias da semana foram designados pelos nomes dos planetas sagrados, tradição respeitada pelos gregos e romanos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Muitas ideias religiosas, difundidas posteriormente provem desta Mesopotâmia – onde os judeus foram obrigados a habitar durante o cativeiro da Babilônia – com o valor do céu, o valor do sacrifício expiatório, os mitos da criação e do dilúvio, e a explicação das variações das estações pela morte e pela ressurreição de um deus.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-4805104622294279852?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/4805104622294279852/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=4805104622294279852&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/4805104622294279852'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/4805104622294279852'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2009/10/lendas-e-cultos-da-asia-ocidental.html' title='Lendas e Cultos da Ásia Ocidental'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-1858145322303446746</id><published>2009-10-12T20:58:00.002-03:00</published><updated>2009-10-12T21:03:58.174-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Babilônicos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ásia Ocidental'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Assírios'/><title type='text'>Lendas da Babilônia</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/StPD3sPND0I/AAAAAAAAAq8/XheeEVqabPQ/s1600-h/ishtar4.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 334px; DISPLAY: block; HEIGHT: 250px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391868540427767618" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/StPD3sPND0I/AAAAAAAAAq8/XheeEVqabPQ/s400/ishtar4.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao lado do Marduk, a divindade mais popular é Ishtar, deusa da estrela da manhã e da estrela da noite (atribuída ao planeta Vênus), do amor, da maternidade e da fecundidade. Prostitutas sagradas (sacerdotisas) são empregadas em seus templos, onde possivelmente realizavam-se os cultos tântricos, ou se usava a sexualidade como meio de atingir a transformação, por isso eram consideradas prostitutas sagradas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ishtar é a mãe, esposa e amante de Tamuz, também chamado o filho, o pastor, o senhor. Ele morre segundo certas lendas, por um javali, em outras pela própria Ishtar que desce aos infernos em busca de seu amante. Ao descer aos infernos, em cada uma das sete portas ele deve deixar uma peça de suas vestes, chega nua a frente da Rainha dos Infernos que a conserva prisioneira. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Durante o tempo de cativeiro, a terra seca, torna-se estéril, o desejo acaba, homens e animais vão desaparecer. Os deuses receando ficar sem sacrifícios, intervêm junto às divindades infernais. Ishtar é libertada, volta à terra acompanhada por Tamuz ressuscitado. Segundo alguns textos posteriores o jovem deus pertencerá, numa metade do ano à deusa do amor, em outra à deusa dos infernos. Explica-se assim, a morte da natureza no inverno, seu renascimento e justificam-se os ritos destinados a assegurar o retorno da vegetação. As mulheres lamentam o desaparecimento de Tamuz e os dramas sagrados comemoram a paixão e a ressurreição do deus.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-1858145322303446746?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/1858145322303446746/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=1858145322303446746&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/1858145322303446746'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/1858145322303446746'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2009/10/lendas-da-babilonia.html' title='Lendas da Babilônia'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/StPD3sPND0I/AAAAAAAAAq8/XheeEVqabPQ/s72-c/ishtar4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-936457879320870243</id><published>2009-10-12T20:56:00.003-03:00</published><updated>2009-10-12T20:58:25.588-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Babilônicos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ásia Ocidental'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Assírios'/><title type='text'>Babilônia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Quando Babilônia prevaleceu sobre as outras cidades, seu deus Marduk tornou-se o grande deus. No tempo de Hamurabi, ele absorve os outros deuses, considerados como seus diferentes aspectos – enquanto ilumina as trevas ele é Sim, como deus da dominação é Enlil, enquanto deus da justiça é Shamash, e assim por diante. É ainda o deus supremo no Século VI antes da era cristã.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nabucodonosor (605-562) considera Marduk, senão na prática pelo menos em teoria, seu deus único e pessoal. Nenhum monarca da Mesopotâmia fez uma concepção da divindade tão semelhante ao monoteísmo. A religião do Estado era e continuou politeísta. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Foi Shamash, isto é, Marduk considerado sob o aspecto da Justiça que, no começo do ano 2000 antes de cristo, teria ditado ao grande soberano Hamurabi um código de 282 artigos, dos quais alguns processos de sindicância são sumários e algumas penalidades exageradamente severas, mas que, no entanto contém muitas normas razoáveis. A religião só intervém na introdução e na conclusão do código, o que permitiu dizer que os babilônicos já haviam separado, em parte, a religião do direito.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/StPCVhoQkUI/AAAAAAAAAq0/CjKUKtoEH_s/s1600-h/mi2hamcode.bmp"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 248px; DISPLAY: block; HEIGHT: 256px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391866853952885058" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/StPCVhoQkUI/AAAAAAAAAq0/CjKUKtoEH_s/s400/mi2hamcode.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Código de Hamurabi&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-936457879320870243?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/936457879320870243/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=936457879320870243&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/936457879320870243'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/936457879320870243'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2009/10/babilonia.html' title='Babilônia'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/StPCVhoQkUI/AAAAAAAAAq0/CjKUKtoEH_s/s72-c/mi2hamcode.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-8915007196175345523</id><published>2009-10-12T20:54:00.002-03:00</published><updated>2009-10-12T20:55:45.961-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Babilônicos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ásia Ocidental'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Assírios'/><title type='text'>A Criação e o Dilúvio.</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/StPByOAjApI/AAAAAAAAAqs/mJLLxifqhaw/s1600-h/marduk.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 256px; DISPLAY: block; HEIGHT: 361px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391866247390626450" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/StPByOAjApI/AAAAAAAAAqs/mJLLxifqhaw/s400/marduk.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Marduk é convidado pelos outros deuses para combater Tiamat, a divindade do oceano. Recebe deles todos os poderes. Vence Tiamat, impõe limites ao mar, cria o homem com a argila, a fim de que haja um ser que adore, sirva e conserve os deuses.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Alguns deuses, descontentes com os homens, decidem destruí-los. Enill ou Bel organiza o cataclismo. Um dos deuses, Ea, aparece em sonho a um homem de quem gostava - Ut-Napíshtim - e ordena-lhe que construa um navio. O homem neste navio coloca sua família, seus trabalhadores, seu gado, seus animais campestres e sementes. O dilúvio começa, afoga todos os homens. Os deuses horrorizam-se com tal espetáculo e a Rainha dos deuses Ishtar, lamenta-se: “A antiga raça dos homens voltou a ser argila e eu concordei com esse ato funesto, no Conselho dos Deuses, quando consenti nesta tempestade que destruiu meu povo!”&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A tempestade desabou durante sete dias. Ut-Mapishtim solta uma pomba, que volta, depois uma andorinha, que torna a voltar, depois um corvo que não regressa. Fez o navio parar e ofereceu no cume da montanha, um sacrifício em torno do qual os deuses se juntaram. O deus que organizou o cataclisma, Enlil queixa-se a Ea, que revelou seu plano, de traição. Depois que tudo se acalmou entre os deuses conferiu a imortalidade a seu favorito Ut-Napishtim e à sua mulher.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-8915007196175345523?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/8915007196175345523/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=8915007196175345523&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/8915007196175345523'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/8915007196175345523'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2009/10/criacao-e-o-diluvio.html' title='A Criação e o Dilúvio.'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/StPByOAjApI/AAAAAAAAAqs/mJLLxifqhaw/s72-c/marduk.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-559993759403168584</id><published>2009-10-12T20:46:00.005-03:00</published><updated>2009-10-12T20:53:32.087-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Babilônicos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ásia Ocidental'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sumérios'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Assírios'/><title type='text'>Assírios e Babilônicos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Um ou vários grupos de semitas chegam a dominar os sumérios e os Akkadianos. A conquista começada no III milenário termina no começo do II milenário antes da era cristã.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No delta estabelecem-se os babilônicos (caldeus), mais ai norte os assírios. Os babilônicos são mais intelectuais, são precursores em religião e arte. Os assírios são mais vigorosos, mais brutais e guerreiros. Por muito tempo os assírios dominaram os babilônicos antes de serem por eles dominados. Mesmo como vassalos, os babilônicos exerceram uma hegemonia espiritual comparável à da Grécia sobre Roma. São eles que forneceram o essencial das crenças. Podendo-se dessa maneira falarmos na civilização assírio-babilônica.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os sumérios contribuem com suas divindades e suas lendas. Os semitas trazem sua língua, rica e flexível, e seu gênio político: agrupam as cidades e com estas, suas divindades.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As divindades conservaram um caráter local: quando uma cidade domina, elas exerciam certa hegemonia, as outras divindades subordinavam-se a elas ou às vezes, confundiam-se com elas.&lt;br /&gt;O deus de Nippur, Enlil ou Bel tem grande influência.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em Ur – a cidade de onde partir Abraão, segundo a narração do gêneses – reina Sin, um deus Lunar. Seu filho Shamash, é o um deus solar e deus da justiça.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/StPAtaM-C3I/AAAAAAAAAqk/G-4UHDt1d1I/s1600-h/Shamash.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 291px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391865065252981618" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/StPAtaM-C3I/AAAAAAAAAqk/G-4UHDt1d1I/s400/Shamash.jpg" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Shamash&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/span&gt;Na babilônia o deus é Marduk. É a ele que se refere a lenda da criação, que continua com a lenda do dilúvio. Estas lendas, de origem sumeriana, parecem ter sido redigidas ao tempo de Hamurabi.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-559993759403168584?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/559993759403168584/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=559993759403168584&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/559993759403168584'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/559993759403168584'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2009/10/assirios-e-babilonicos.html' title='Assírios e Babilônicos'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/StPAtaM-C3I/AAAAAAAAAqk/G-4UHDt1d1I/s72-c/Shamash.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-8032022361117595531</id><published>2009-10-12T20:42:00.003-03:00</published><updated>2009-10-12T20:45:49.950-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ásia Ocidental'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sumérios'/><title type='text'>Cultos dos sumérios</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Os sumérios possuíam seres sagrados, herdeiros de totens primitivos: a águia, o touro e o leão.&lt;br /&gt;O animismo coloca nos astros – no Sol, na Lua e em Vênus – espíritos que se tornaram deuses.&lt;br /&gt;As divindades variam de uma cidade para outra. Estas divindades locais são, sobretudo, femininas, réplicas da grande deusa, a Mãe Universal, que foi venerada do Mediterrâneo ao Gôlfo de Bengalas, por egeus, asianos e dravidianos. Tiamat, divindade do oceano, Nana ou Nina, protótipo da Ishtar babilônica. Um deus destinado a ter grande futuro, Marduk, é o criador que, triunfando sobre Tiamat impôs forma a matéria e criou o Delta. Todas estas divindades serão reencontradas na religião babilônica onde serão também desenvolvidas as lendas suméricas da criação e do dilúvio.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os deuses criam o homem a fim de que este institua seu culto e os alimente. O homem é feito de argila animada por um deus.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os soberanos são filhos de deuses e são eles que asseguram a fecundidade da natureza, regulam as enchentes e presidem a vegetação.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os sumérios que se supõe descidos da montanha, parecem ter conservado o culto das alturas que lhes inspirou, uma vez tornados mesopotâmicos, a construção dos &lt;em&gt;Ziggurats&lt;/em&gt;, torres maciças de sete andares das quais as de Ur e de Khorsabad transmitiram-nos a imagem concreta sendo a de Babel o mais famoso exemplar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/StO_LqrmthI/AAAAAAAAAqc/D5UrcwNXFZ4/s1600-h/Class_Mesopotamia_Ur_Ziggurat_Nanna.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 166px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391863386049263122" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/StO_LqrmthI/AAAAAAAAAqc/D5UrcwNXFZ4/s400/Class_Mesopotamia_Ur_Ziggurat_Nanna.jpg" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Zigguarat de Nana&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-8032022361117595531?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/8032022361117595531/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=8032022361117595531&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/8032022361117595531'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/8032022361117595531'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2009/10/os-sumerios-possuiam-seres-sagrados.html' title='Cultos dos sumérios'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/StO_LqrmthI/AAAAAAAAAqc/D5UrcwNXFZ4/s72-c/Class_Mesopotamia_Ur_Ziggurat_Nanna.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-5550816785178116221</id><published>2009-10-12T20:40:00.000-03:00</published><updated>2009-10-12T20:42:07.624-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ásia Ocidental'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sumérios'/><title type='text'>As Religiões da Ásia Ocidental</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Encontramos na Ásia Ocidental, diversas religiões que apresentam constantes semelhanças, exercendo grande influência sobre outras.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nessas regiões encontraram-se autóctones, indo-europeus e semitas. Distingui-se os semitas setentrionais (babilônicos e assírios), os semitas ocidentais (fenícios, palestinos, israelitas) e os semitas meridionais (etíopes e árabes).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O grupo dos semitas setentrionais que dominou a Mesopotâmia – região situada entre o Tigre e o Eufrates – encontrou ao penetrar o delta deste rio, as populações chamadas suméricas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os sumérios tiveram influência preponderante entre os meados do IV e III milenário antes da era cristã. Relacionou-se sua civilização com a dos dravidianos da Índia, supondo-se a existência de uma cultura pré-índia que se presume sumério-dravidiana.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os sumérios descidos das estepes turquestãs ou das montanhas do Elam, precisaram cavar canais, irrigar e secar antes de tornarem-se um povo ao mesmo tempo marítimo e agrícola, cultivando os cereais que transmitiram ao resto do mundo. Aprenderam a manipular a argila para construção, para cerâmica e para a escrita.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-5550816785178116221?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/5550816785178116221/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=5550816785178116221&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/5550816785178116221'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/5550816785178116221'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2009/10/as-religioes-da-asia-ocidental.html' title='As Religiões da Ásia Ocidental'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2338280233134332464.post-7429898921568369311</id><published>2009-08-22T20:13:00.004-03:00</published><updated>2009-08-22T20:17:42.927-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Roma'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Itália Romana'/><title type='text'>Marte</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/SpB7pqlvAAI/AAAAAAAAAks/0nGxWZfEytg/s1600-h/marte(1).jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 179px; FLOAT: right; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5372930311190413314" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/SpB7pqlvAAI/AAAAAAAAAks/0nGxWZfEytg/s320/marte(1).jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Marte era o deus romano, filho de Júpiter e Juno, equivalente a Ares na mitologia grega. Em contraste com sua irmã Minerva, que representava a guerra justa e diplomática, ele era o deus da guerra sangrenta, por isso tinha como características, a agressividade e a violência. Devido a sua rixa com Minerva, os dois irmãos acabaram se opondo na Guerra de Tróia. Enquanto Minerva protegia os gregos, Marte ajudava os troianos, que posteriormente perderam a guerra para os gregos e Minerva. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mesmo sendo cruel e rude, Marte se apaixonou por Vênus, a deusa do amor. A deusa manteve relações extraconjugais com ele, pois já era casada com Vulcano. Do amor entre Marte e Vênus, nasceu Cupido. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2338280233134332464-7429898921568369311?l=mitologiasereligioes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/feeds/7429898921568369311/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2338280233134332464&amp;postID=7429898921568369311&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/7429898921568369311'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2338280233134332464/posts/default/7429898921568369311'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mitologiasereligioes.blogspot.com/2009/08/marte.html' title='Marte'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07155619938909463736</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-slUUilhjthw/TujkU9D-MiI/AAAAAAAABIQ/drbq9bVvDEA/s220/lara2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lJNBT4buTZs/SpB7pqlvAAI/AAAAAAAAAks/0nGxWZfEytg/s72-c/marte(1).jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
