O berço do "AUSTRALOPITHECUS"

A figura de um pai protetor e poderoso também aparece entre os povos africanos. E, com respeito à sua cosmologia, numerosas lendas marcam a própria idiossincrasia das diferentes tribos. Todos os povoadores da África negra julgaram que a terra não tinha idade e que existia desde sempre.

E, segundo opinião de muitos historiadores insuficientemente documentados, isto é, que baseavam mais os seus acertos e conclusões em fátuas declarações de eruditos pensadores do que no trabalho de pesquisa e estudo pessoais, se chegou a dizer que os africanos formam parte dos denominados "povos sem história". O qual quer dizer que não contribuíram para o desenvolvimento da humanidade, nem muito nem pouco; e que, entre os negros africanos foi desigual a sua evolução e, com certeza, nenhum criou uma cultura autóctone que o caracterize. No entanto, descobrimentos arqueológicos de grande importância - entre outros, o do primeiro hominídeo conhecido com o nome de "australopithecus", pois os seus restos foram achados, há pouco mais de meio século, concretamente no ano 1924, na zona austral do continente africano - assim como o profundo estudo das inumeráveis mostras de arte rupestre que se encontram em toda a África, levaram a reconsiderar os errôneos critérios que se tinham até a muito pouco do continente negro.

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