Cultos dos sumérios

Os sumérios possuíam seres sagrados, herdeiros de totens primitivos: a águia, o touro e o leão.
O animismo coloca nos astros – no Sol, na Lua e em Vênus – espíritos que se tornaram deuses.
As divindades variam de uma cidade para outra. Estas divindades locais são, sobretudo, femininas, réplicas da grande deusa, a Mãe Universal, que foi venerada do Mediterrâneo ao Gôlfo de Bengalas, por egeus, asianos e dravidianos. Tiamat, divindade do oceano, Nana ou Nina, protótipo da Ishtar babilônica. Um deus destinado a ter grande futuro, Marduk, é o criador que, triunfando sobre Tiamat impôs forma a matéria e criou o Delta. Todas estas divindades serão reencontradas na religião babilônica onde serão também desenvolvidas as lendas suméricas da criação e do dilúvio.

Os deuses criam o homem a fim de que este institua seu culto e os alimente. O homem é feito de argila animada por um deus.

Os soberanos são filhos de deuses e são eles que asseguram a fecundidade da natureza, regulam as enchentes e presidem a vegetação.

Os sumérios que se supõe descidos da montanha, parecem ter conservado o culto das alturas que lhes inspirou, uma vez tornados mesopotâmicos, a construção dos Ziggurats, torres maciças de sete andares das quais as de Ur e de Khorsabad transmitiram-nos a imagem concreta sendo a de Babel o mais famoso exemplar.

Zigguarat de Nana

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