Babilônia

Quando Babilônia prevaleceu sobre as outras cidades, seu deus Marduk tornou-se o grande deus. No tempo de Hamurabi, ele absorve os outros deuses, considerados como seus diferentes aspectos – enquanto ilumina as trevas ele é Sim, como deus da dominação é Enlil, enquanto deus da justiça é Shamash, e assim por diante. É ainda o deus supremo no Século VI antes da era cristã.

Nabucodonosor (605-562) considera Marduk, senão na prática pelo menos em teoria, seu deus único e pessoal. Nenhum monarca da Mesopotâmia fez uma concepção da divindade tão semelhante ao monoteísmo. A religião do Estado era e continuou politeísta.

Foi Shamash, isto é, Marduk considerado sob o aspecto da Justiça que, no começo do ano 2000 antes de cristo, teria ditado ao grande soberano Hamurabi um código de 282 artigos, dos quais alguns processos de sindicância são sumários e algumas penalidades exageradamente severas, mas que, no entanto contém muitas normas razoáveis. A religião só intervém na introdução e na conclusão do código, o que permitiu dizer que os babilônicos já haviam separado, em parte, a religião do direito.


Código de Hamurabi

Um comentário:

Anônimo disse...

além disso ai qual é a religião mesmo??