Ética Xintoísta


O que vale é a autoconsciência, ou seja, o homem sabe, pela sua própria natureza, o que deve fazer.

A vida, os instintos e tudo o que serve para conservá-la e torná-la mais bela são avaliados de maneira positiva. A morte e tudo o que a ela conduz - como doença, falta de sorte e infelicidade - são avaliados negativamente e devem ser evitados.

Não existindo pecado, não deveria existir o sentimento de culpa ou de perdão, mas o xintoísmo recorre às purificações por um sentimento de deferência a quem é mais justo e forte como os kamis.

Uma virtude particularmente cultivada no xintoísmo é o senso de honra, considerado até mesmo como um valor com fim em si mesmo. Depois vem a fidelidade, especialmente ao imperador e, em seguida, ao grupo a que se pertence, a obediência aos superiores, o sucesso nos estudos e na vida, o autocontrole e o não prejuízo ao próprio grupo e à sociedade.

A pureza é outra virtude. Há dois significados de pureza, um é o da pureza externa, ou pureza corporal, e o outro são da pureza interior ou pureza do coração. Se um homem está favorecido com a verdadeira pureza interna do coração, ele de fato irá alcançar a comunhão com o Divino. A sinceridade é, também, muito importante dentro do Xintoísmo.

Um comentário:

Anônimo disse...

Parabéns, resumiu bem a ética Ética Xintoísta. Souza